quarta-feira, 25 de junho de 2008

13º Sessão - Contato e Planejamento

Barundar voltou para Maeruhal. E Theran se preparou para contactar os Aboleths. Criou todas suas proteções mágicas e entrou em contato com as criaturas depois de alguns minutos ele voltou completamente apático. E ficou muito mais quando logo após ele ter saído das magias de proteção a criatura contactou-o novamente sem indicar nada e disse que queria conversa, que era para dormirmos que no sonho poderíamos conversar “cara a cara”.

Vael ficou de guarda enquanto Theran e eu fomos dormir e durante nosso sono a criatura invadiu nossos sonhos e criou um ambiente de ruínas e apareceu com uma imagem que seria quase idêntica a de Ofonibo (Dragão de Ouro, que treina Vael), mas sabíamos que não era ela. A criatura se identificou como uma profetisa de sua raça que tem previsões que o mundo todo vai passar por grandes reformulações por conta de “ecos” da época do “Time of troubles”. De acordo com a Aboleth, os deuses entrariam em guerra novamente em vário locais do planeta e se algum deus morresse a um deus do alinhamento oposto capturasse sua energia o plano de existência desses Deus poderia coexistir com nosso plano, o que traria muitas criaturas que desconhecemos e poderia desencadear uma guerra de proporções gigantescas. Ela disse que estaria disposta e fazer um acordo conosco, que entregaria os “faerins” se ajudarmos a resolver o problema de uma das guerras religiosas que já iniciou em terras distantes. Theran não gostou muito dessa idéia e ficou sempre na defensiva evitando afirmar que iria resolver o problema, em minha opinião a Aboleth teve seus momentos de raiva mas foi bem “educada” porque o nível de poder dessa criatura poderia além invadir nossos sonhos, nos matar no mesmo.

Depois desse evento voltamos para Maeruhal. E iniciamos um clico de reuniões para saber o que iríamos fazer. Na reunião com os três nobres da cidade resolvemos que usaríamos magias de contatar outros planos para tentar ter o máximo de respostas sobre a questão dos Aboleths. Depois da reunião outra preocupação do grupo era que a Aboleth pdoeria invadir os sonhos e estaríamos sem defesa, então foi quanto meu espírito guia me iluminou que poderíamos usamos o próprio meio de invasão para nos defender e até mesmo atacar, e então entrei em transe total com meu espírito para entender melhor como seria feito isso. Vael, para descontrair resolveu organizar uma festa para relaxarmos e o pessoal para um pouco de pensar sobre os problemas. Pouco sei da festa pois estava muito ocupado com meus estudos espirituais. Eu sei que eu acho após alguns dias de estudo fui acordado por in grito de Theran, quando cheguei até ele estava desmaiado dentro de um circulo de proteção.

Com dificuldade tirei ele do circulo e vi que a magia que havia pego com os nobre do concelhos havia falhado e tive que canalizar todas minhas magias para curar Theran, que depois de uma hora já estava recuperado e foi determinado a casa de seu mentor pegar outro pergaminho mágico, ele voltou com dois. E mais uma vez falhou, e perdemos outro dia curando-o. O ultimo a tentar esse contato foi Gortx que também não teve sucesso e fui obrigado e focar-me a curá-lo também. Depois desses eventos, Theran entrou em contato com Dragão Negro e disse que iríamos entrar em guerra com os Homens-lagarto e as Nagas de Ilimar e contava com a palavra dele, e o mesmo afirmou que iria ajudar conforme dito. Então iniciamos os preparativos para a nossa primeira grande batalha....

12º Sessão - O Seqüestro

Iniciei os preparativos para junto com Gortx para seqüestrar a nobre crinti. Para chegarmos até uma vila por onde a nobre passa necessitaríamos de um bom guia e um bom marinheiro já que o modo mais rápido de chegar até lá seria pelo mar. Fui até a capital de Halruaa me encontra com o pirata que conhecemos.

A cidade é de uma imponência muito impressionante, eu que achava que Maeruhal já era uma cidade grande. Andando pela cidade conversei com bardos para localizar o pirata. Após localizá-lo combinei com ele de nos encontrarmos daqui a três dias em Maeruhal. Voltando para cidade conversando com Gortx o plano seria chegar à vila, localizar a nobre, capturar durante a noite e se teleportar para onde Theran estaria para ele usá-la como oferenda para o Dragão Negro. O plano já estava feito, o que necessitaríamos seria algo para me camuflar já que todos sabem que sou de Halruaa, para resolver esse problema Theran comprou um chapéu mágico que mudava minha aparência.

Estava tudo pronto para irmos, no dia certo encontramos com pirata que nos indicou uma embarcação que seguiria até a vila em terras de Dambrath. Viajamos por 7 dias sempre muito atentos porque sabemos da ameaça dos Aboleths mas felizmente nada aconteceu a viagem foi bem tranqüila.

A vila que desembarcamos é literalmente um local esquecido por todos, possui poucas casas o local muito sujo e pessoas de aparência de derrotados um lugar que espíritos da dor, e tristeza poderiam se alimentar por anos. Fomos para o Inn do local de acordo com Gortx o Halfling era uma das únicas pessoas com tendência boa no local. Conversando com ele, descobrimos que era um guia e poderia nos ajudar a localizar a nobre. Marcamos para iniciar as buscas no dia seguinte. No ponto marcamos iniciamos uma longa caminhada pelas planícies de Dambrath. Depois de dois dias andando localizamos um pequeno acampamento com soldados de Dambrath, um típico destacamento de viagem de uma nobre.

Gortx enviou seu familiar com uma magia de reconhecimento, pela qual ele poderia ver pelos olhos de quem a aranha tocasse. Depois de alguns minutos (quase uma hora) ele conseguiu focar em uma pessoa que iria entregar algo para a nobre. Então montamos nosso plano. Iríamos invadir pela noite criando uma distração e chegaríamos invisíveis e nos teleportariamos para o local combinado. Gortx envia uma mensagem para Theran marcando um local e informando do plano.

Estávamos prontos para atacar, Gortx criou alguns mortos-vivos eu invoquei criaturas da natureza e enviamos como distração e fomos invisíveis pelos fundos, ao chegar próximo a tenda da nobre Gortx nos teletransportou para dentro e logo em seguida agarramos a nobre e nos teleportamos para o ponto de encontro. Chegando no ponto de encontro Gortx imobilizou a nobre com uma magia que aprendeu com Theran e eu fiz com que ela “apagasse”.

Ganhando Theran chegou, nobre já estava imobilizada. Com suas magias para encantar a nobre fomos interrogando ela perguntando sobre a relação deles com os Aboleths. Ela nos passou todas as informações que queríamos. A idéia deles era comprar os “faerins” dos Aboleths e usá-los como “arma” contra Halruaa. E parte do plano deles era eliminar o dragão negro. Gortx disse que levaria a nobre até o dragão em nome de Theran. Theran e Eu teríamos que esperar Vael chegar para conversar e combinar qual seria nossos passos. Mas quem não foi só Vael, com ele veio uma Esfinge e Barundar montado em um hipogrifo. Conversamos sobre qual seria a intenção real dos Aboleths no pântano, tudo aquilo não fazia sentido e em sua opinião deveríamos tentar entrar em contato com Aboleth.

Barundar só veio informar que passou por uma experiência estranha. Aonde um emissário de Azuth veio convidar Aldreem e ele para seguir uma nova “coligação” divina de todos os deuses da magia.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

11º - Sessão: Morte & Vida

Resolvermos depois de dias de analise do local, que seguirmos beirando o rio. Fui a frente guiando todos para não nos perdemos, pois os caminhos pelo pântano são muito confusos e as vezes temos que sair da margem do rio para seguir o caminho. O nosso destino era o sul do pântano onde de acordo com Theran os Aboleths estavam criando uma fortaleza, apesar de que em nenhum momento ele nos disse que viu um. Apenas avistos outras aberrations trabalhando no local bem como humanos.

O que mais chamou nossa atenção durante as observações de Theran foi que num determinado momento ele viu a princesa da maior casa crinti pagando tributos para outras criaturas. Aparentavam estar negociando algo. Mas onde estava claramente indicado que os crintis estavam cedendo muito mais do que recebendo. O que é muito estranho. Continuamos seguindo beirando o rio, até que num certo momento senti que havia alguém nos observando quando fui me preparar para alertar o grupo fui paralisado por um dardo, e vi tudo ficando escuro e meu corpo amolecendo e aos poucos... Quando voltei a conciencia Vael me disse que Theran e o crinti haviam seguido com uma das criaturas que nos atacou para conversar. Quando os dois voltaram estavam acompanhado de uma criatura pequena, que me lembrava um goblin. Ele iria nos guiar até os homens-lagartos, e deveríamos segui-lo.

No caso os escolhidos para essa tarefa foi Zorastan e Eu, seguimos a pequena criatura por mais de uma hora pelo pântano, até que mudou completamente o caminho e foi atraída para uma região do pântano. Zorastan tentou se aproximar, mas caiu em uma área de areia movediça rapidamente invoquei os espíritos do plano da terra para se incorporem ao meu corpo e me ajudarem nessa tarefa de resgatar Zorastan. Theran nos acompanhava com suas magias estabelecemos contato com ele para tentar entender o que atrairá o goblin até essa região, parecia alguma aura invisível de encantamento, que não foi localizada via magias. Mas pouco depois de salvar Zorastan e tentarmos entender o que estava acontecendo, fomos surpreendidos pelos homens-lagarto primeiro foi um ataque de lança.

Graças à magia dos espíritos do plano da Terra eu estava bem protegido. Iniciamos rapidamente o combate. Foi quando apareceram mais três homens-lagartos a minha idéia era derrubar o maior e tentar prender dois deles. Mas aparentemente um deles era Druida e conseguiu cancelar minha magia de aprisionar. Mas como estava protegido pelos espíritos elementais. Os homens-lagartos tiveram que recuar principalmente depois que seu guerreiro havia caído. Nesse momento também recuamos já que havíamos descoberto o caminho que eles haviam seguido e seria fácil localizá-los depois.

No caminho da volta escutei um grito em uma linguagem selvagem chamando por algo ou por alguém que seriam assassinos. Mas estava muito longe e não tinha como reconhecer.

Chegando onde todos estavam acampados dentro da casa mística de Theran. Como havia gasto parte de minhas magias fui descansar. Durante meu repouso fui surpreendido com a casa sendo atacada por três “dark trees”, iguais as que Vael e Aldreen haviam matado dias atrás. Para esse combate invoquei um morcego-gigante de fogo para nos ajudar. Vael, o morcego e Eu iniciamos o combate com as árvores. Aqui foi um momento crítico da minha vida... Não me lembro de muito, lembro de companheiros de batalha enlouquecendo no meio do combate as arvores nos atacando por todas as partes todos meus ataques de fogo eram inúteis contra esses monstros não me lembro bem do combate, mas por alguns momentos tudo parou o tempo, o pântano, o combate. As vozes e gritos ficavam distantes e eu me perguntava o que estava acontecendo... Rapidamente tudo voltou muito rápido que só vi uma grande nuvem de sangue em minha volta e com canto dos olhos vi o tronco que me acertará tão firme que senti meu peito sento esmigalhado em mil pedaços e todos meus órgãos internos sendo destruídos e a vida se esvaecendo do meu corpo... Sim... Eu morri...

Morte... Algo que acompanha todos aventureiros... Nesse momento senti a maior solidão da minha vida que pela primeira vez estava realmente sozinho, consegui ver e ouvir meu espírito-guia só que muito distante. Mas sabia que ele estava por perto. Vou dizer para vocês que não sei descrever a sensação de estar morto, sei que é escuro e frio. Nem mesmo o a chama dos meus ancestrais consegue aquecer.

Desses momentos me lembro pouco, mas vou falar uma coisa à solidão é um paraíso perto do que passei logo em seguida, não me pergunte quanto tempo passou, mas fui rapidamente estava sendo levado um inferno... Um inferno de águas!!! Começou a aparecer água de todos os cantos ao se encontrar com corpo, queimou como se fosse ácido, a dor era indescritível. Mas quando tentei levantar para sair da água senti todos meus músculos fervendo e aos poucos vi as paredes do tempo de Maeruhal. Alguém me havia trago de volta. Quando recuperei a consciência estava a minha volta Theran, o seu mentor e a Priest do templo. Agradeci a todos, e muito rapidamente tentei me recompor. Perguntei o que havia acontecido a meu espírito-guia, que não quis comentar nada, apenas que tínhamos voltado para Maeruhal com uma casa voadora e que Barundar também estava morto e havia ficado com Vael e Aldreen, mas montanhas. Mas como ele não quis entrar em detalhes preferi me recolher em nossa casa para me recuperar.

No dia seguinte Theran, me avisou que Lorde Pulgro queria conversar conosco. Então fomos Theran, o crinti e Eu. Na reunião estava também Lorde Pulgro, e os mentores de Theran e do crinti. Reportamos tudo que tinha acontecido, Nagas, homens-lagartos, Dragão Negro Aboleths, locais estranhos no pântano, negócios de nobres crintis no pântano. E tentamos traçar uma estratégia e essa seria apenas conhecida por quem nós, pois nem mesmo o conselho era de confiança alem que levar algo ao conselho iria tomar muito tempo, algo que não temos. Muitas idéias surgiram, mas todos iriam contra a índole de alguns integrantes da “Order of the Ethernal Flame”. Ficamos num impasse que tínhamos que resolver. Marcamos uma reunião com todos assim que todos voltaram das montanhas, até mesmo Barundar que estava morto voltou. Os espíritos estavam de bom humor e resolveram não nos carregar para longe de nossos corpos. Assim conseguimos voltar, com a sinalização das magias.

A reunião à noite, não foi das mais produtivas, todos sabiam o que deveria ser feito mas a ética moral de alguns, principalmente, Vael, Barundar e Aldreen não permitia que tivéssemos algumas atitudes, principalmente seqüestrar a nobre crinti e usala como barganha com o Dragão Negro. Vael até disse o nome do Dragão e que era um feiticeiro de grande poder, mas estava tão irritado com o fato de muita conversa e pouco resultado que resolvi subir para meus aposentos. Depois de alguns minutos Theran criou um link mágico entre o Gortx (o crinti), Zorastan e Eu, perguntando se iríamos seqüestrar a nobre. Respondi que por mim sem problemas, mas deveríamos ter certeza que o Dragão iria aceitar esse presente. Já que ele é uma criatura que não pode ser confiada. Nesse momento apareci novamente na sala, olhei para Theran e sai para caminhar pelas ruas de Maeruhal.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

10º - Sessão: Indo para o pântano

Já havíamos escolhido nosso destino. O pântano de Rethild, local onde sabíamos ter influências de Aboleths, que por sinal estam diretamente ligados aos “faerins”. Para iniciar essa jornada decidimos que iríamos partir em duas frentes. Vael e Barundar seguiriam pelas montanhas e o resto do grupo seguiria pelo caminho das Torres passando pelas terras de Dambrath. Com os guerreiros partindo necessitaríamos de uma ajuda extra, foi então que de certa forma até que misteriosa o Zorastan se apresentou para aventura junto com um cachorro cinza, que de acordo com ele era do mago que o indicou para a tarefa de nos acompanhar até o pântano.

Nos primeiros dias nos dedicamos a pesquisar sobre o local que iríamos explorar e a comprar equipamentos. O crinti foi para biblioteca procurar mais informações sobre os Aboleth e eu fui cuidar dos equipamentos de viagem. No mercado central da cidade conversando com mercadores e bardos, me informaram que aquele pântano é um reino de homens-lagarto.

Isso mudou um pouco as coisas, mas comprei tudo e fomos nos reunir um dia antes de partir para fazermos um plano de viagem. O crinti nos informou da magia dos Aboleths chamada de “magia invisível” e que seus ataquem possuem um doença mística que nos prende na água impedindo que se respire ar. A única cura para essa doença é na forma de magia. Nesse momento passei a todos as informações que reuni junto com os mercadores e bardos sobre o reino dos homens-lagarto na região do pântano.

Para resolver o problema da doença fui preparar runas mágicas para todos, assim cada um poderia se curar em caso de uma infecção. Gastei todo meu dia criando essas runas, canalizando a magia dos espíritos para os escritos mágicos. Theran foi conversar com seu mentor para tentar achar mais informações sobre os homens-lagarto e comprar porções mágicas que permitiriam os guerreiros se moverem livremente.

Depois de dois dias nos preparamos fomos até o ponto, onde há o circulo de teleportação e nos teleportamos para as Torres que vigiam a entrada para reino de Halruaa. De lá iniciamos nossa jornada pelas terras de Dambrath até o pântano, pelo que havíamos planejado esse percurso seria de cinco dias.

Com os dois primeiros dias sem evento critico algum conseguimos avançar bastante, ainda mais que as noites estavam sendo bem dormidas, com ajuda da nova magia de Theran que invoca uma casa para desancarmos com servo místico invisível, incrível.

A calmaria dos primeiros dias durou pouco, pois logo no terceiro dia uma forte chuva torrencial começou a cair, o que nos atrasou muito. Nesses dias Theran com seu cavalo místico estava fazendo o papel de nosso batedor. Ele avistou uma seria de casas destruídas a frente, o que parecia ser uma pequena vila. Ao chegarmos próximo, pela primeira vez o crinti tomou frente e disse que ia dar uma olhada nas ruínas, como chovia muito em questões de segundos ele desapareceu de nosso campo de visão, quando o reparei literalmente apareceu dizendo que na vila havia sinais de morte e um choro de uma criança. Nesse momento Aldrym avançou a frente invocou uma luz mística e foi marchando para vila com olhar fixo que de um dever a cumprir. Bom a luz assustou uma mulher que segura um bebe em uma das casas e Theeran foi correndo atrás dela. Depois desse susto e tudo resolvido perguntamos a mulher o que havia acontecido. Ela nos contou que um dia um dos caçadores da vila voltou dizendo que passou por uma visão e que achará um lugar melhor para todos e que deveríamos todos segui-lo, muitos ficaram encantados pelas promessas do caçador e iniciou-se um movimento para ir até esse local prometido. Mas nem todos aceitaram essa idéia e foi ai que num ar de loucura e canibalismo todos que estavam dispostos a ir para a tal terra prometida, começaram selvagemmente a atacar com mordidas as pessoas que se negavam a ir. A vila passou por um banho de sangue. E a mulher que nos relatava essa historia só não morreu porque se escondeu com seu filho.

Aldrym deu uma de suas rações para ela e cedemos a mula para levá-la até as Torres na entrada de Halruaa. Vamos torcer para que chegue viva. Continuamos nossa viagem, estávamos chegando próximo a ruína de Ilimar, notei que a alguns dias atrás a nossa trilha era também usada por homens-lagarto e com isso Theran resolveu que deveríamos fazer uma armadilha para interrogá-los. Procurei um ponto bom para uma emboscada e montamos nossa táctica. Deixamos Aldrym numa caverna e fomos capturar os homens-lagartos. Depois de horas de espera apareceram três deles, um certamente era um druida, pois não deixava rastros e dois guerreiros rapidamente Theeran prendeu o druida com barras de ferros místicas, Zorastan foi correndo golpear os dois que guerreiros. Os golpes de Zorastan não feriam tanto os homens-lagartos então revolvi ajudá-lo com flechas místicas, durante esse combate um deles percebeu que estávamos escondidos e veio correndo em nossa direção, mas também foi aprisionado pelas barras de ferro místicas de Theran, Enquanto Zorastan era gravemente ferido pelo homem-lagarto estávamos espancando o outro preso até ele cair desmaiado. Mas tirando isso conseguimos levar os três como prisioneiros, Theran para garantir ainda encantou o druida com uma magia.

Na caverna Aldrym já estava com tudo pronto, e iniciamos um pequeno interrogatório ao druida, que nos contou tudo sobre a grande cidade de Ilimar, sobre as Nagas que são seus deuses da sabedoria e sobre os homens-lagartos do pântano estarem enfrentando muitas dificuldades até briga entre eles mesmos. Algo similar ao que aconteceu Kukutoa. Nesse momento o druida disse que fazem muitos negócios com crintis e assim Theran teve a idéia dele e o crinti irem até aos deuses deles pedirem passagem e tentar descobrir mais coisas. Então os dois foram e ficamos esperando.

Depois de algumas horas apareceram uma dezena de homens-lagartos para garantirem nossa segurança, isso me pareceu mais uma ameaça, mas esperamos por mais algum tempo Theran e o crinti, que voltaram sem grandes problemas. Mas parte do acordo era beber uma bebida oferecida por eles, até que de sabor doce, e teríamos trinta dias para explorar o pântano. Bebemos a tal bebida para selar o acordo e a única coisa que me lembro depois foi estar muito cansado e avistar Vael, logo em nossa frente, que estava acompanhado de um pequeno dragão (ou algo parecido). Tomei um grande susto e fui consultar meu espírito guia, pois não me lembrava de nada que acontecerá até chegarmos ali, para falar a verdade a minha ultima lembraça era de sair da vila que encontramos no dia de chuva. O meu espírito me disse tudo que fizemos depois de sair da vila até nossa caminhada meio até o ponto de encontro, de acordo com ele apenas parávamos para comer e pequenas pausas para descanso.

Vael não entendeu bem o que estava acontecendo conosco, mas Theran invocou novamente seu abrigo místico e fomos nos recuperar para o dia de amanha. No dia seguinte Theran usou suas magias para fazer um reconhecimento da área e apontou onde os Aboleths estam e as criaturas que estavam vagando pelo pântano, as copas das arvores fechavam e impediam a luz de entrar criando um ar sombrio no local. Uma delas uma “dark tree”. Eu estava muito focado em criar um meio melhor de nos locomovermos pelo pântano então fui juntar madeira para moldá-la misticamente em forma de uma jangada, sem muito sucesso. Foi quando Zorastan, Vael e Aldrym resolveram fazer uma pequena busca nos arredores do pântano, para ajudá-los nessa busca eu invoquei os espíritos da natureza da força e resistência, e foram pântano adentro.

Sei que depois de horas eles voltaram relatando que haviam encontrado e derrubado a “dark tree”, mas estavam mais intricados porque Zorastan entrou no combate. Durante esse tempo Theran usava mais magias e tentava planejar algo para nossa grande missão de reconhecimento.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

9º - Sessão: Tempo de meditação

Depois do ultimo combate vi que estava na hora de passar por uma mudança. Tudo bem que estou treinando para ser um grande Shaman, mas tenho que aprender a sobreviver e a me defender melhor. Por isso fui até o mercado em Maeruhal e encomendei uma armadura especial para mim. Feita de uma madeira conhecida como “darkwood”, resistente como aço só que muito mais leve. E permite movimento com mais facilidade. E resolvi focar meu treinamento nesse período em sobrevivência.


Bom, depois de passarmos meses sempre correndo atrás de aventuras chega uma hora que temos que parar para pensar. E com a ajuda influente do mentor de Theran fomos convidados e passarmos um tempo no maior templo de Mystra da região. Literalmente usamos todo potencial de transporte da nação de Halruaa, isso é teleportação mística.

O templo fica no toco das montanhas de Halruaa, possui várias grandes torres nos cumes das montanhas e se estende por uma vasta região e por uma grande área maior ainda por dentro das montanhas. Fomos recebidos por um dos representantes do local.


Aproveitamos a situação para usar a forja do templo para criarmos vários itens mágicos. Theran junto com Barundar criaram vários itens para ajudar nos combates. Enquanto o crinti e Eu estávamos pesquisando e conhecendo o local. Nessa ocasião eu aproveitei para criar runas de combate e defesa, para entregar a Vael e fiquei andando pelo templo conhecendo todos os Genasis especificamente que estavam pelo local. Um deles foi o Gunfox, um feiticeiro de Calimishan, também um Genasi do fogo.

O crinti usou esse tempo para descobrir o que estava acontecendo pelo mundo e onde poderia agir. Já que as coisas em Halruaa em modo geral estam bem tranqüilas. Achamos algumas cosias:
1- Aboleths no pântano de Rethild
2- Beholders em Lapaliiya
3- Criaturas más lutando contra uma religião nova em Veldorn
4- Três torres de magos abandonadas em Halruaa
5- Os Gnolls, aliando-se com Glaberzu
6- Explorar o portal para Plano Elemental da Terra.

Depois desse período de um mês de meditação no tempo de Mystra, voltamos com as opções para Maeruhal, onde fomos discutir com os outros integrantes da “Order of the Thernal Flame”. Vael disse que deveríamos explorar a opção do Pântano, porque está diretamente ligada a questão dos “Faerins”. O que nos pareceu fazer muito sentido. Então iniciamos os preparativos para irmos ao Pântano de Rethild.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

8º - Sessão: Wraith & Dead Gods

Depois de nos recuperarmos do combate, fomos analisar os portais que havia logo na entrada da ruína. Esses portais conectam pontos diferentes da antiga cidade, uma ruína que os Gnolls estam usando com quartel.

Theran foi cumprir sua missão de levar o mural de bronze para Halruaa, com ajuda de um papiro mágico, encolheu todo mural e guardou em sua bolsa.

Depois, iniciamos a exploração da ruína pela porta mágica, onde havia um poder de invocação, Theran preparou um circulo mágico de proteção para agir como prisão para qualquer criatura má que fosse invocada, e isso funcionou perfeitamente, a criatura invocada era um demônio estilo um cão com vários espinhos nas costas. Mas conseguimos passar por essa criatura sem grandes problemas. Chegando até outra porta onde ao abrirmos fomos para um grande salão onde havia várias colunas e decoração com serpentes, esse grande salão tinha mais quatro portas que se abriram automaticamente ao entrarmos e a portas que havíamos passado fechara sozinha. Essas quatro portas invocaram quatro criaturas do plano Elemental do Ar. Vael na sua tática foi correndo para interceptar uma das criaturas. E as outras avançaram para nos atacar, nesse momento invoquei magias de proteção do Sol e ataquei invocando meu poder de destruir espíritos. Esse combate não teve grandes dificuldades. Barundar matou o que estava atacando, e o crinti ficou no canto longe do combate.

Depois do combate nos deslocamos rapidamente para impedir que as portas fossem abertas novamente. Olhando a sala com detalhes reparamos que no centro da sala havia uma estatua de um humano em pedra, segurando um livro. Na face da estatua uma mascara de ouro. Quando Vael removeu a mascara ouvimos uma grande explosão na sala anterior e quando olhamos estava vindo o fantasma, que havia possuído o Gnoll.

Ele não aparentava nenhum ar de agressividade, e veio conversar. Ele nos esclareceu algumas coisas, sobre os Gnolls e os “phariens”. Pelo o que foi dito pelo fantasma os Gnolls estavam seguindo um Glabrezu chamado de “Weenix” e o pior que os Gnolls estavam conseguindo acesso a magias por essa adoração. Os “phariens” haviam sido contrabandeados há anos atrás por descendentes do povo de Halruaa. E o motivo pelo qual ele havia se transformado em fantasma é porque o Weenix roubou seu Staff Mágico. E ele não poderia ir pega-lo porque o Weenix tem o poder de controlá-lo.

Sobre o livro que a estatua estava segurando, ele nos explicou que foi uma dos últimos atos dele, pediu ajuda a Amanathor (deus antigo do povo de Halruaa) que enviou esse livro, mas por conta do estado dele não conseguira usá-lo. O livro estava escrito em língua celestial, Barundar segurou o livro e sentiu a aura mágica do livro e inicou a leitura. Ele foi enfeitiçado numa compulsão para ler todo o livro, ao terminar sentimos um grande clarão e apareceu uma criatura humanóide com armaduras reluzente e traços bem simétricos, resumindo um Aasimar, que seguidor de Amanathor. Depois de passar o estado impressionado de alguns e de decepção de outros, voltamos a nossa missão. Ao abrir a grande de metal já começamos a ouvir os gritos dos Wight. Novamente estava o local com poço e os cômodos, fomos inicialmente à parte superior ao poço, nessa sala superior havia uma grande cúpula com toda a constelação de Faerun representada. Onde as estrelas são pequenas gemas, tentamos identificar o que seria e quando foi a ultima data de uso desse calendário estrelar. Mas ninguém chegou a conclusão nenhuma.

Iniciamos os preparativos para descer. Todas as magias de defesa foram ativadas e descemos. Logo de inicio fomos atacados por dez Wights que foram eliminados sem grandes problemas. No final do combate dois dos Wraith me atacaram diretamente, mas graças às magias de defesa e ao meu poder de destruir espíritos conseguimos passar por eles todos.

Fomos seguindo por uma trilha de cavernas até uma área central onde havia uma pequena ponte. Guardada pelo outros Wraiths e outro morto-vivo. Theran invocou várias criaturas para segurar o morto-vivo, nesse momento os Wraiths sumiram e usariam a mesma tática de combate, nos atacar por baixo. Um deles foi atacar Theran e outro veio me atacar. Com a ajuda de Barundar eliminamos os Wraiths. E em poucos segundos o morto vivo destruiu todas as criaturas invocadas por Theran. Vael ao perceber que morto-vivo estava avançando entrou na frente dele e iniciou um combate corpo a corpo. O morto-vivo era bem resistente, mas com vários golpes de Vael e Barundar foi destruído também. Com isso as ruínas estavam livres dos Wraith e havíamos colocado a alma de Gotek para descansar definitivamente.

O caminho de volta para Halruaa foi bem tranqüilo, além que, ao chegar às duas grandes torres usamos um circulo de teleportação direto para Maeruhal. Onde fomos direto para casa da família de Vael. Enquanto Theran foi devolver várias mercadorias pilhadas pelo Gnolls.

7º - Sessão: Gnolls & Traps

Ao chegar à vila, o mesmo anão que nos ajudou desenhou um mapa para chegarmos até a região próxima a floresta. Saímos logo em seguida, seguindo o mapa. No terceiro dia, encontramos um grupo de Wemic que nos alertou sobre pequenos destacamentos de Gnolls andando por essa região. E que era para tomarmos cuidado porque eles sempre atacam a noite. Durante a noite fiz vigília durante o momento da noite. Apenas uma movimentação de soltados que tive que alerta a todos, mas de modo geral foi até tranqüilo.

No dia seguinte seguimos o caminho, as únicas coisas que chamaram a atenção durante esses novos dias de caminhada foi que, havia rastros de batalhas entre os Wemics e o Gnolls e um menir onde havia um sacrifício de um Wemic, feito por shamans Gnolls para tentar ganhar alguma forma de poder.

Chegamos à área da floresta onde as carroças foram atacadas, e notamos que haviam novas carroças destruídas por lá. Zorastan e Raith seguiram na frente fazendo papel de batedores. Ambos descobriram que havia várias armadilhas pelo caminho. Raith foi gravemente ferido por uma delas. Até Theran tentou ir à frente, mas depois de disparar um conjurou um escorpião mecânico que saiu em disparada ativando todas as armadilhas.

Depois disso, Vael tomou a frente e liderou-nos abrindo caminho por uma área de mato com espinhos alto. Quando fomos surpreendidos por ataques de flechas pela frente e infantaria por trás. Raith que estava atrás nos avisou do ataque, Vael iniciou uma mudança de rota para tentar atacar os Gnolls de infantaria. Nesse momento, conjurei um morcego de fogo para atacar os arqueiros, e o crinti também os atacou com seus raios. Isso nos deu uma boa cobertura e no focamos no combate. Barundar e eu avançamos para próximo de Raith e Zorastan para ajudá-los. Mas esse combate iria terminar rápido. Após a cura mágica, Raith é acertado na face, a lança do Gnoll perfurou seu crânio, matando-o instantaneamente. Numa manobra combinada, recuamos todos e invoquei os espíritos da natureza para aprisionar os Gnolls que nos atacavam, e com fui observar como estava o campo de batalha.

Saindo dessa área de espinhos que estávamos localizamos Vael e Theran se preparando para lutar contra outros Gnolls e seus cães de guerra. Essa batalha foi tranqüila para Vael e as criaturas invocadas por Theran. Quando estávamos olhando o campo de batalha, somos surpreendidos por um Gnoll com um arco na porta da ruína. Ele nos atacou com flechas um delas perfurou minha perna, mas ele colocou tanta força no arco que o quebrou, por conta do ferimento tive que recuar para sair do raio de ação dele. Ainda mais que havia uma grande hiena negra vindo na nossa direção. O crinti invocou seus raios e logo depois tudo ficou escuro. Nesse momento fui para o topo de uma pedra, de onde os arqueiros estavam nos atacando para ter uma visão melhor do que estava acontecendo.

Vi que Vael estava lutando com Gnoll e apareceu outro Gnoll invocando magias. Nesse momento invoquei dois grandes morcegos de fogo para ajudar Vael. E Theran invocou sua abelha mecânica para atacar o outro Gnoll. Com a ajuda dos morcegos de fogo. O Gnoll foi derrubado fazendo com que o outro se rendesse.

Foi só nesse momento que os Theran e Vael viram que Raith havia morrido. E nos reunimos para interrogar o Gnoll que nos falou sobre a batalha deles com Wemics e a que estão reunindo um exército para essa batalha.

O Gnoll liberou todas as defesas mágicas que havia feito na ruína e enviamos Zorastan para levar o prisioneiro até os Wemics. Depois de montamos um pequeno acampamento no lado externo da ruína para cuidarmos dos feridos e pensarmos numa tática contra os Wraiths.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

5º e 6º Sessão - Visões e Ciclopes

A viagem de volta foi mais calma, tirando pelo fato que Theran foi contaminado com "blindfever", mas em 10 dias estávamos em Maeruhal, e como as noticias correm ao chegarmos ao porto já havia uma comitiva dos elders da cidade nos esperando. O Sr. Pulgro veio nos receber e disse mais tarde conversaríamos sobre a nossa última aventura. Ao chegarmos Raith, foi para um dos monastérios da cidade, pois queria melhorar o seu treinamento.

Na casa de Vael, juntamos todos os tesouros e resolvemos comemorar com um grande jantar. Nesse jantar Raith não pode comparecer, mas decidimos que iríamos até as ruínas, onde tínhamos encontrado o Gnoll possuído. No final da noite usamos o vinho para brindar a nossa vitória. O que não esperávamos que o vinho fosse mágico, e dava poderes de visões. Eu não pelos outros, mas eu pensei no encontro que tive durante a minha peregrinação pelas terras de Halruaa.

Nessa visão encontrei a mesma mulher com os cabelos pretos soltos e as mesmas roupas leves, ela se surpreendeu quando fiz o contato e o pior que além de encontrá-la ela interagiu com minha visão. Ela me disse que se chamava Midnight (um dos avatares de Mystra), que em Faerun existiam poucos Spirits Shamans e que tinha uma atenção especial em mim. Mostrou-me que tenho que tomar muito cuidado com caminho que vou seguir, pois poderia cair no mesmo erro que minha raça caiu no passado. E finalizando a visão me entregou um pergaminho de prata com um mapa de Aglarond, com os locais onde existem outros Spirits Shamans.

Depois de um dia passando uma baita ressaca pelo vinho, Vael e eu fomos comprar tudo que ireamos necessitar para nossa viagem. Quando estávamos no mercado, algo bem inusitado aconteceu. Um anão, paladino de Moradin, nos abordou dizendo que estava impressionado em achar um grupo de aventureiros em Halruaa e queria saber o que andamos fazendo. Vael o convidou para sua casa para conversarmos sobre o que iríamos fazer.
Durante a noite apresentamos o anão ao resto do grupo, o nome dele era Barundar e disse que queria nos acompanhar, já que de acordo com ele Moradin havia guiado ele até Maeruhal para nos encontrar. Nessa mesma noite o mentor de Theran apareceu e disse que iria presentear o nosso grupo pelos feitos que realizamos, mostrando a nova era paar o povo de Halruaa. Nesse momento nos batizamos de "The Order of the Ethernal Flame", o mentor de Theran nos prometeu uma insígnia para a nossa ordem.

Até partimos esperamos mais três dias, nesse dias conversamos sobre alguns acontecimentos, como por exemplo, o vinho. O crinti disse que há visão dele foi de onde Gotek está, sendo que ele não está sozinho havia outros com ele, aproximadamente mais oito. Alem de uma região onde há um elmo e um livro com uma aura que impedia os mortos vivos de se aproximarem. Theran contou que ele não teve visões, mas pode conversar com uma entidade do plano da Terra, e fez várias perguntas sobre os "faerins". Sobre o comentário do crinti, fui buscar mais informações com os bardos da cidade, e consegui descobrir que a grande cidade que estava estampada no grande mural de bronze na ruína. De acordo com a historia que me contaram ele é um descendente dos antigos habitantes de Halruaa, ele era um grande herói que a muitos tempo atrás fundou uma cidade, que com passar do tempo ninguém ouviu mais nada sobre ele. E sobre nossa viagem há rumores que existem alguns ogros e ciclopes se mobilizando na região do “Nath Path”, há também Gnolls formando um exercito organizado, que quem havia solicitado as caravanas para Dambrath, passando pela aregião próxima a ruína foi alguem de Halruaa e uma noticia que Dambrath comemorava um grande achado, algo que batizaram de "ultimate weapon".

Depois dos três dias fomos surpreendidos com uma grande festa para recebermos as insígnias, foi uma grande festa, com direto a fogos e muita música. Depois dessa festa estávamos prontos para seguir viagem. No amanhecer seguimos viagem, tudo estava indo bem até chegarmos a uma vila indicada por Barundar. A vila havia sido atacada por ciclopes e ogros. Então Vael e Barundar, forçaram que deveríamos fazer algo além de avisar o monastério mais próximo. Theran enviou seu uma mensagem até o monastério solicitando ajuda. Horas depois para nossa surpresa, o monge que havíamos resgatado vem como emissário, dizendo que nos ajudaria a caçar os ogros e resgatar os moradores da vila. Conversando com um dos anões da vila, fomos indicados a seguir um caminho até o possível local onde eles estavam escondidos.

Seguindo pelas trilhas das montanhas chegamos até a região indicada pelo anão da vila. Theran enviou seu familiar para fazer um scout da área. Ele localizou dois ogros dormindo no topo de uma montanha, resolvemos escalar, mas por uma imperícia minha e de Barundar nos enroscamos nas cordas e isso despertou os ogros. Theran continuou a subir pela corda dele, Barundar desceu e eu esperei para depois seguir pela mesma corda que Theran usou. Quando subi Vael e o monge haviam matado os ogros. Seguimos nosso caminho até encontrarmos mais ogros do outro lado. Vael saiu correndo e pulou para o outro lado, Theran, o crinti e eu ficamos escondidos atacando com magia. Com o auxilio de um monstro que Theran invocou, Vael matou os outros dois ogros, mas foi surpreendido com um dos ciclopes. Nesse momento tivemos que avançar, graças a poção de “spinder climb”, rapidamente passei para o outro lado. Foi quando saindo da caverna apareceram mais dois ciclopes, duas fêmeas, uma mais velha e outra bem mais jovem. Tentamos prender-las com magias, mas a mais velha se transformou em um Elemental do Fogo, nesse momento. Vael grita com os outros ciclopes dizendo que se não soltassem os reféns senão a ira de Halruaa iria cair sobre todos. O Elemental disse que o ataque foi um engano e começaram a recuar.

Quando chegamos à caverna havia uma antiga construção próxima a entrada que vi Barundar analisando-a. Seguimos para dentro da caverna o local fedia muito havia nenhuma iluminação e havia várias jaulas com prisioneiros (alguns vivos e outros mortos) e no fundo uma face esculpida de um Dao (gênio da Terra), nessa face havia uns traços de magia que não consegui identificar, mas o crinti e Theran afirmaram que seria um portal. Usando um dos itens que encontramos com os piratas analisamos o portal, que era uma passagem direta para o plano Elemental da Terra, que será ativado por qualquer criatura que tenha linhagem do mesmo plano Elemental. O crinti achou também um cadáver estranho que estava pendurado no teto da caverna. Aparentava ser um forasteiro de terras bem distantes. E ele tinha vários ornamentos e itens feitos de matérias raros. Depois dessa aventura os monges chegaram e parte nos escoltaram de volta a vila e outro destacamento seguiu atrás os ogros.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

4º Sessão - Piratas e Vinhas...

O tempo, nada melhor que o tempo para cicatrizar as feriadas. Gotek está morto e agora provavelmente ele faz parte dos espíritos que um dia terei que banir desse mundo. Resolvi passar esse mês peregrinando pelas terras de Halruaa. Nas primeiras semanas até tentei um contato com pequenos fazendeiros, mas vi que tinha que ficar longe de tudo para poder ouvir melhor os espíritos.

Andando pelas terras vi muitas coisas da natureza, achei algumas cavernas e que os animais me falaram é que às vezes elas são muito perigosas, quem sabe num futuro possa examinar isso com mais calma. O único evento atípico que me aconteceu foi uma noite, meu sono foi interrompido por uma mulher de cabelos negros, muito bonitos e com roupas leves. Ela falou pouco, e não demonstrou nenhum sinal de agressividade ou coisa parecida, apenas disse que estaria de olho em mim e quando perguntei o nome dela disse que o nome dela está para chegar. O que poderia ser a lua nova? Ou quem sabe o raiar do dia? Simplesmente, não sei.

Depois desse evento esperei mais alguns dias e voltei para Maeruhal. Fui direto para casa da família de Vael. Fui muito bem recepcionado por ele, que providenciou minha volta à civilização. Logo os dias foram se passando e os outros foram chegando. Até o crinti apareceu, dessa vez em roupas até mais simples. Quando estávamos todos reunidos começamos a discutir o que iríamos fazer, mas fomos interrompidos por alguém que chegou e chamou o Theran (enfim aprendi o nome do mago de Halruaa) e Vael. Quando voltaram, nos convocaram para ir até um local conhecido como Yaulazna a baia dos piratas. Um dos piratas sobreviventes havia solicitado ajuda a casa de Vael, de acordo com o pirata, eles haviam sido “atacados” por vinhas que eram muito similares as que havíamos encontrado nas ruínas. Rapidamente iniciamos os preparativos para a longa jornada e no final da manhã, já estávamos com tudo pronto e embarcando para seguir até aYaulazna.

Viajamos dois dias de barco até Lhaddas, de onde seguimos viagem a cavalo até as encostas que nos levam até Yaulazna, foram mais três dias de viagem. As trilhas pelas montanhas não ajudavam muito na velocidade tínhamos que ter muito cuidado porque estávamos entre as grandes montanhas e o grande oceano. Uma noite antes de chegarmos até Yaulazna, fomos acordados por várias criaturas peixes humanóides que estavam saindo dor mar, mas não para nos atacar e simplesmente fugindo, muitos deles iam morrendo pelo meio do caminho. O crinti conversou com um deles que disse que os antigos haviam acordado e destruído toda a cidade deles e feito o povo deles lutarem contra si. Estava um cheiro terrível, quando Vael começou a juntar os mortos, separando seus pertences para queimarmos todos. Depois de uma hora já tinha uma grande pilha de corpos em chamas. Seguimos então até o local que o pirata havia dito.

Yaulazna é um porto pirata feito de alguns navios encalhados na baia. Ao chegar avistamos navios pertencentes uma grande casa nobre de Dambrath, tínhamos apenas meia hora de vantagem. Esse era o tempo que tinham para examinar o local. Quando chegamos o pirata que nos acompanhava seguiu a frente para procurar por pistas. Enquanto tentávamos entrar nos navios. Fomos abrindo caminho pelas vinhas até chegarmos a uma sala onde achamos dois baús, um deles tinha várias moedas de ouro e o outro, alguns itens mágicos (que serão examinados mais tarde). Durante esse processo de busca parte do grupo ficou do lado de fora para vigiar, enquanto Theran, e eu estudávamos o baú com itens mágicos. Ao sairmos Vael disse que avistou uma critura no topo de outro navio. Vael seguiu a frente e escalou os navios sem problemas enquanto o resto do grupo estava passando sérios apertos para essa escalada. Eu só ouvi sinais de batalha, e logo Raith conseguiu subir para ajudar Vael, que depois de alguns minutos jogou uma corda para Theran e eu subirmos.

A criatura que Vael estava lutando havia fugido para o mar, e nesse navio encontramos um prisioneiro que se identificou como um guerreiro de Halruaa que foi treinar em terras de Dambrath (poderia ser outro espião). Ele usa uma arma completamente estranha, e tinha um excelente porte físico, manteve toda etiqueta de seu treinamento e agradeceu por termos salvo. Continuamos a explorar o navio até chegamos a uma grande sala com vários barris de bebidas e tinha uma porta que descia a uma área que deveria ser o grande salão do líder pirata. Essa sala já estava toda encoberta por água, mas Vael continuou seguindo. Foi quando avistamos uma criatura se movendo muito rápida pela água em forma de um verme. Theran disse a Vael para pegar a criatura viva, mas durante o combate Raith acabou sendo mordido pela criatura e Vael com um golpe certeiro destroçou a criatura. Iniciamos um grande incêndio no local para destruir todas as evidências, durante a saída não avistei o crinti, mas seguimos nosso caminho de volta a Maeruhal, para Theran estudar o que era a criatura e planejarmos o que iríamos fazer em seguida.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

3º Sessão - Erros fatais da juventude

Antes de continuar a falar sobre essa minhas aventuras nessas terras. Tenho que dizer que esse último mês de peregrinação pelas terras de Halruaa tem me ensinado muito. Os espíritos estam cada vez mais presentes em minha vida. Tenho que admitir minha alma é de um povo caótico e que isso realmente é e será nossa destruição. Tenho muito que aprender com esses humanos. Por conta dessa natureza os desfechos da nossa historia de hoje é a morte Razjor e Gotek.

Bom, mas continuando de onde eu havia parado... Estamos na porta da sala onde havia o coração das vinhas, o Crinti iniciou sua invocação para matar as vinhas. Enquanto ele entrou em transe, deixamos o Raith com ele e fomos continuar a investigar o local. Indo para as rampas que levavam ao segundo andar. As vinhas sentiram bem os golpes da magia Cintri que por vários momentos as estruturas sentiram a dor das vinhas.

Chegando ao segundo andar o local aparentava que era muito pouco visitado com um grande salão central, na mesma posição da grande coluna central. Esse salão tinha um grande ornamento na parede, que só ficou visível quando Gotek invocou águas divinas para limpar a parede. Esse ornamento era do tamanho de toda parede e fazia referencia a alguma civilização muito antiga onde podemos identificar alguns deuses do panteão atual. Na sala havia outra porta onde o mago de Halruaa sentiu uma aura mística de conjuração. Na grande coluna central eu achei uma porta de metal, onde Vael com sua força conseguiu abrir. Essa região parecia que eram os aposentos dos antigos moradores da ruína. No centro havia um fosso que também tinha uma abertura no teto. Vael seguiu a frente desbravando o fosso.

Aqui é o momento que tudo fica ruim. Vael grita e todos foram descendo pelo fosso para ajudá-lo quando Gotek e eu chegamos La embaixo Vael e o mago de Halruaa nos informaram que haviam localizado um Wraith. Quando o Crinti chegou ficamos em posição de defesa e vimos que era mais de um Wraith, quatro, para ser mais exato. O Crinti, sabiamente saiu o mais rápido possível.

Vou resumir a historia, porque não gosto muito de lembrar esses eventos. Eu sei que quando um dos Wraith matou com um golpe só Gotek, tudo virou um turbilhão e o desespero bateu em todos e iniciamos um processo desordenado de fuga. Invoquei Razjor, mas no desespero total ele conseguiu apenas me ajudar a sair do fosso antes de morrer, mas que se não fosse Vael talvez ainda estivesse por lá. Eu sei que nesse desespero que entramos custou a vida de Razjor e Gotek. Fomos imprudentes, e isso nos custou à vida de amigos queridos.

Depois dessa situação de desespero voltamos ao primeiro andar da ruína, para procurar algo que se valoriza a morte dos nossos companheiros. E foi quando onde era o coração das vinhas achamos quatro pequenas "bolas" de pelos envolvidas em um couro muito velho. Muito estranho Vael resolveu guardá-las.

Voltando para onde havíamos deixado a carruagem, vi que estamos sendo observados e ao apontar quem nos observava, obviamente sumiu, mas logo fomos surpreendidos por outro Crinti, que usava roupas de um Scout. O Crinti mago foi conversar com ele em uma língua que não conheço, mas fomos embora sem grandes problemas. Seguimos viagem também relativamente calma até o passo das grandes Torres onde o Sr. Pulgro, nos esperava com cara de poucos amigos.

Olha o que sei foi o seguinte. A única depois de ter perdido dois amigos esses eventos até minha peregrinação, não me lembro bem. Na verdade lembro, mas prefiro não lembrar... O Sr. Pulgro, nos indagou sobre o que aconteceu como conseguimos perder um cidadão de Halruaa e porque tudo isso aconteceu. Sem conseguir responder, Vael tira de sua bolsa as pequenas bolas onde uma havia "quebrado", Sr. Pulgro imediatamente nos isolou um uma barreira de força mística e perguntou onde achamos aquilo. Após explicar que achamos enterrado nas ruínas, mandou imediatamente que queimássemos tudo inclusive a carruagem com os cavalos, porque aquelas bolas eram na verdade pequenos ovos de uma criatura chamada de "Fairin". Eu só sei que é uma criatura muito antiga e poderosa, não sei muitos detalhes sobre eles. Pelo pouco que o Sr, Pulgro falou são parasitas e necessitaríamos de ficar de quarentena e passaríamos por uma seria de exames. E posso dizer que ficamos de quarentena, ao pé da letra. Após, vários dias e todos ainda apáticos com que havia acontecido e com que tínhamos descoberto. O Sr. Pulgro conversou conosco e "passou o sabão" em todos. Mas que tínhamos que investigar futuramente sobre o que havíamos achado. O Crinti passou a ser responsabilidade do Mago de Halruaa, Raith e Vael desde que o Sr. Pulgro chegou, os dois saíram da sala. E desde então não os vi. Marcamos todos nos encontramos em Maeruhal daqui a um mês, nesse período vou ouvir mais os espíritos para evitar que catástrofes como essa ultima volte a acontecer...

quarta-feira, 9 de abril de 2008

2º Sessão – A caçada ao Gnoll Possuído

Quando amanheceu fui procurar o responsável pelas torres para descobrir quem havia chegado. Então fui conversar com a Sra Boria. Ela me informou que chegaram alguns viajantes de Halruaa e quatro Crintis, sendo três caçadores e um “nobre”, esse queria abrigo político e estaria disposto a contar tudo que sabe sobre Dambrath.

Fui primeiro conversar com os três caçadores, todos estavam na parte inferior de uma das torres em uma cela, de acordo com a Sra Boria chegaram dizendo que seu grupo de caça foi atacado por um monstro infernal um WereWolf e que queriam proteção, pois foram atacados durante a perseguição a um fugitivo de Dambrath. A descrição passada pelo caçadores bate com a imagem do Gnoll porem a força descrita por eles era muito maior que um Gnoll comum além de afirmarem que ele estava caçando sozinho. O que reforçou a idéia de que esse era o “monstro” que estávamos querendo investigar.

Depois fui conversar com o “nobre” que estava em um pequeno quarto bem pior do que eu havia ficado nos meus primeiros meses em Halruaa, lembro que chamei durante meses esse quarto de cela. Ele me contou que é um mago e que viu a criatura e estaria disposto a qualquer coisa para tira-lo de lá. Foi quando tive a idéia de acertar com a Sra Boria para deixar o Crinti ir sob minha responsabilidade para testarmos a confiança dele. Além de ser mais um para nos ajudar nesse problema serviria como prova de confiança.


Quando estávamos prestes a partir, o crinti com seu robe com uma spinder-like armor, avistei uma caravana chegando, e para minha surpresa nela estava Gotek, que havia saído escondido de sua família junto com mais dois outros “aventureiros”, um deles é um mago de Halruaa e o outro aparentemente seu bodyguard, o nome dele era Vael.

Partimos para um ponto onde o crinti havia dito que era o hideout do Gnoll, o Gotek e os dois aventureiros passaram para nossa carruagem. Para chegarmos mais rápido ao ponto indicado pelo crinti, invoquei espíritos da natureza que iriam ajudar aos cavalos a darem tudo de si para chegarmos o mais rápido possível no hideout. O primeiro dia de viagem foi bem tranqüilo passamos um dia rápido sem muitos problemas. Apenas fomos observados por águia gigantes, mas que não ofereceram nenhuma ameaça.

Na segunda noite, quando paramos para descansar do dia de viagem, no meio da noite tive um sonho que algo se aproximava, nesse sonho eu fui até próximo a pessoa que aparentava estar perdida numa mistura de loucura com sofrimento. Não entendo bem o que estava acontecendo comentei com Vael, que algo estava na estrada. Vael foi se aproximando e o crinti acompanhou-o, quando o crinti viu o que era o homem em questão era um undead e disse que era extremamente perigosa, resolveram chamar o Gotek , que confirmou o pior e iniciamos um processo de mover o acampamento lentamente.

Longe do perigo terminamos a noite de descanso, e continuamos a viagem logo no raiar do sol. Logo chegamos ao ponto onde acontecerá o ataque a caravana mercante, mas não havia sinal dos cavalos ou de corpos. Iniciamos uma busca pelas imediações da floresta, com a ajuda de um encanto de detectar magia fomos seguintes para um ponto que emanava magia na floresta. Vael e eu seguimos na frente e demos de cara com dois corpos brutalmente mutilados a fim de assustar e afastar qualquer pessoa. Isso significou que estávamos chegando próximo ao local onde estaria o Gnoll. Ao nos aproximarmos do ponto onde emanava a magia avistamos uma ruína do que foi um dia um pequeno forte, com uma torre de aproximadamente quatro andares.

Ao nos aproximarmos da ruína, reparamos que já estava lá a um bom tempo e que tinha muitas vinhas pelas paredes. Os magos crinti de Halruaa ficaram tentando entender os escritos que tinham pelas paredes na entrada, enquanto Vael, Raith e eu iniciamos a exploração. Conseguimos desenha um pequeno mapa do que seria o piso que estávamos. Havia um grande salão com uma mesa em mármore que dividia a sala em dois corredores. Esses corredores chegavam a duas portas muito velhas e de pouco uso aparente. Logo ao fundo desse salão havia mais duas portas, uma estava barrada, mas a outra, foi aberta por Vael, que num primeiro instante achamos que o Gnoll estava lá, mas foi um alarme falso. Nesse momento todos já haviam entrado na ruína e fomos até essa nova sala, que era retangular ainda com muitas vinhas e um porta que levaria até onde um dia fora uma armory. Na outra porta dessa sala chegamos até ao pilar central da ruína que deveria ser usado para prender os prisioneiros. Nessa sala encontramos o Gnoll possuído escondido num canto, Vael até tentou conversar antes do combate mas foi inútil a criatura começou a atacar e Vael e nesse momento Raith tentaram cerca-la mas além de muito forte a criatura era muito ágil, Ao lançar uma magia de fogo nela reparei que ela era imune a tal elemento, logo passei sabendo que ela estaria possuída fui tentar atacar com meus poderes o espírito que a possuía. Bom o que consegui foi atrair atenção dela para mim, me feriu com um golpe certeiro. Nesse momento quando reparei todos estavam atacando a criatura e ela apesar de estar em modo de fúria, já mostrava alguns ferimentos. Então decidi por não invocar Razjor para me ajudar, e talvez necessite dele em outro momento.

Quando derrotamos o Gnoll o espírito saiu do corpo, mas ainda permaneceu pela ruína. Isso significa que teremos que achá-lo. Nossa missão ainda não acabou. Ao abrir a porta do outro lado da sala, encontramos o coração das vinhas e como eu suspeitava era uma criatura que se espalhou por toda ruína. Temos que localizar e entender melhor o que o espirito estava fazendo nessa ruína...

terça-feira, 8 de abril de 2008

1º Sessão – O treinamento e a primeira aventura

Ao acordar encontrei pessoas com roupas estranhas, aparentavam ser humanos, não entendia o que eles queriam comigo, a única coisa que sei é que pelo menos três vezes por dia aparecia algum e deixa bastante comida e muita bebida. Eu estava sendo tratado como nunca tinha sido. O que era completamente estranho para mim por ser muito civilizado.

Para mim nesse momento aquilo era uma prisão, as pessoas falavam uma língua que eu não conhecia. Tinha que fugir. Até que num dia descobri o pior, não tinha como fugir a minha prisão estava voando a milhas do solo. Foi quando passei a tentar aprender a língua deles e tentar me comunicar.

Nesse momento, quando passei a demonstrar um “ar” mais civilizado os meus “carcereiros” foram muito educados e me ensinaram a língua deles, quem eles eram e o que queriam. O local onde estava na verdade não era uma prisão. Aparentemente era um local de treinamento e estudo, longe de tudo onde poderia me concentrar em aprender o que eles tinham para ensinar. E era muita coisa. Passaram-me vários conhecimentos sobre religiões, magia, história, planos e etc...

Quem sempre estava comigo era uma mulher, que se chama Myllestra, era uma maga de Halruaa. Ela era quem mais vivia comigo e que ensina sobre a meta mágica do universo. Durante um ano passei a acompanhar com ela a vida das pessoas em Halruaa. Desde commoners aos mais ricos, reparei que todos tinham uma vida repleta de sentimento que não eram comum para mim, tipo alegria, prosperidade, um futuro. Em nenhum momento ela tentou mudar minha opnião ou a forma que pensava. Depois desse ano veio outro fato, que marcaria minha vida, depois de estudar e ver o modo de vida do povo de Halruaa, eles falaram que necessitavam da minha ajuda e tinham a oferecer o conhecimento e mais treinamento. Mas se eu quisesse voltar eles me levariam bastaria eu escolher. Então seguindo o que meu pai falava resolvi ficar com povo de Halruaa, ele sempre me disse que o melhor modo que desenvolver-se é conhecendo novos lugares e novos desafios. E esse será um grande desafio.


Depois dessa escolha fui enviado para um templo de Azuth. O templo é uma grande torre na base das montanhas que protegem Halruaa. Essa torre é um dos maiores centros religiosos do local, onde vários adeptos aprendem sobre magia e a doutrina do Deus. Nesse local tive contato com várias pessoas, mas por ser completamente diferente da maioria poucos conversavam comigo. Um deles foi o Gotek um adepto de Azuth, que havia iniciado seus estudos na academia de magia, mas foi convidado a seguir o caminho clerical focado em conhecimento e magia. Outros que sempre estavam por perto durante esses dois anos de treinamento foram: Ferbar, Bollark, Karnar, Sahy. Todos são adeptos de Azuth.

Depois desses dois anos fomos enviados para Maeruhal, e fui convidado a ficar na casa de um dos nobres da cidade, o Sr. Pulgro, um Envoker. Ele me hospedou em sua casa e indicou um guarda-costas, para assegurar minha proteção na cidade. Foi quando conheci o soldado Raith, que havia treinado na capital de Halruaa. Passamos os primeiros dias andando para conhecer a cidade.

Poucos dias depois de ser apresentado ao meu bodyguard, fui chamado pelo Sr. Pulgoor, que havia preparado algo para investigarmos. De acordo com ele havia uma serie de ataques misteriosos. Ele nos mostrou uma criatura com face de um felino acorrentada e muito ferida, ele nos disse que fora capturado mas estava em um estado de loucura total, nos mostrou também imagem de um templo de Mystra, também todo destruído. As suspeitas que fosse um Gnoll infectado ou até mesmo possuído por algo, já que Gnolls atacam em bando. Esse o motivo de minha presença. Aceitei imediatamente investigar o que estava acontecendo e fui chamar Gotek para aplicar seus conhecimentos, mas por algum motivo estranho os pais deles o convenceram de não ir. Então no mesmo dia, Raith e eu, juntamos os mantimentos e fomos de carruagem para um Out-Post do outro lado das montanhas.

No meio do caminho há um check-point que faz a defesa do caminho que leva ao Out-Post a trilha passa pelo meio de uma grande garganta onde nas duas extremidades há duas torres de mármore com quatro estatuas de pedra em cada torre. Nesse local fomos informados que na noite passada haviam chegado alguns forasteiros (Crintis) e mercadores que diziam ter sobrevivido ao ataque de Crintis Riders e uma criatura Werewolf-like. Descidimos descansar da viagem e no dia seguinte iríamos conversar com os sobreviventes para ter mais informações do que estava acontecendo.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Background

Meu nome é Iganthor Farmak Gengror, sou um Fire-Genasi. Nasci nas montanhas vulcânicas de Chult. Vou contar um pouco da história do meu povo. Já fomos uma civilização muito gloriosa, essa era a época que convivíamos em harmonia com nossos “pais”, os Fire Elementals. Mas com esse crescimento começaram a surgir castas que se diziam mais puras e tentaram usar os elementais para satisfazer caprichos pessoais. A única coisa que conseguimos com isso foi sermos ignorados pelo nossos “pais” e com o desaparecimento deles, pouco a pouco nossa civilização perdeu o brilho.

Passamos a viver numa época sombria onde guerras entre castas foram travadas. E a conclusão disso? Muitos mortos e os poucos sobreviventes, que hoje lutam para manter a espécie viva. Habitamos as ruínas da nossa antiga civilização, mas o orgulho e o espírito caótico não nos permite olhar os erros que cometemos.

Pouco se sabe desse passado glorioso, perdemos muito com isso. Mas a vida continua. Vou contar alguns fatos que me lembro da minha infância. Meu pai vem de uma linhagem mística de acordo com que ele me contava, somos descendentes de grandes feiticeiros. Mas eu sabia que havia algo mais reservado para mim. Parecia que durante toda minha vida sempre tive algo ou alguém me observando, ajudando. Sobre minha família não tenho muito a dizer, tenho um irmão que seguiu os conselhos de nosso pai e foi aventura-se para desenvolver a habilidade de magia que nosso sangue elemental carrega, mas nunca mais tivemos noticia dele, era uma boa pessoa, pelo pouco que me lembro. Minha mãe, não cheguei a conhecer, pelo o que meu pai me conta que ela morreu quando era muito pequeno me protegendo contra um ataque de undeads que invadiram nossas ruínas. Esse é outro fato estranho, por que para muitos elders era para eu estar morto também porque de forma nenhuma uma criança de meses de vida conseguiria sobreviver a um ataque desse tipo.

Outro fato que lembro é de vezes eu formas de reptilianas em cantos escuros pareciam me seguir. Isso acabou me isolando bastante na infância, dado que para maioria do meu povo eu estaria mexendo com o povo-serpente. Mas foi um dos Elders da tribo que me mostrou a verdade. O que eu sempre ouvia e me ajudava era o que ele chama de espírito guia. São espíritos que escolhem seus protegidos por terem alguma característica especial ou serem predestinados a isso. De acordo com ele por isso que sobrevivi ao ataque dos undeads, o meu espírito guia me protegeu.

Aprendi a ouvir o meu espírito guia, que o chamo Razjor, e com a ajuda do Elder Yhobar, desenvolvi um elo mais forte com Razjor. Posso dizer que meu pai não ficou muito contente com minha nova forma de “ver o mundo”. Para ele os Fire Genasis deveriam todos seguir o caminho da feitiçaria que era o único meio de sermos uma grande nação novamente. Mas provei do modo mais duro que o que fazia era realmente especial. Passando uma semana fora da proteção da ruína de nossa antiga civilização, voltando até com alguns tokens. Isso mudou a opinião de meu pai.

Mas o destino me preparava uma grande mudança. Um dia simplesmente no meio da noite um grande clarão veio até meu quarto, quando tentei olhar pela luz, a única coisa que me lembro é de acordar numa quarto completamente diferente do meu, muito mais civilizado... Tudo era diferente, inclusive as pessoas... E desse ponto para frente meu destino havia sido radicalmente alterado ou seguia o que era o esperado, isso eu nunca vou saber...