segunda-feira, 5 de maio de 2008

5º e 6º Sessão - Visões e Ciclopes

A viagem de volta foi mais calma, tirando pelo fato que Theran foi contaminado com "blindfever", mas em 10 dias estávamos em Maeruhal, e como as noticias correm ao chegarmos ao porto já havia uma comitiva dos elders da cidade nos esperando. O Sr. Pulgro veio nos receber e disse mais tarde conversaríamos sobre a nossa última aventura. Ao chegarmos Raith, foi para um dos monastérios da cidade, pois queria melhorar o seu treinamento.

Na casa de Vael, juntamos todos os tesouros e resolvemos comemorar com um grande jantar. Nesse jantar Raith não pode comparecer, mas decidimos que iríamos até as ruínas, onde tínhamos encontrado o Gnoll possuído. No final da noite usamos o vinho para brindar a nossa vitória. O que não esperávamos que o vinho fosse mágico, e dava poderes de visões. Eu não pelos outros, mas eu pensei no encontro que tive durante a minha peregrinação pelas terras de Halruaa.

Nessa visão encontrei a mesma mulher com os cabelos pretos soltos e as mesmas roupas leves, ela se surpreendeu quando fiz o contato e o pior que além de encontrá-la ela interagiu com minha visão. Ela me disse que se chamava Midnight (um dos avatares de Mystra), que em Faerun existiam poucos Spirits Shamans e que tinha uma atenção especial em mim. Mostrou-me que tenho que tomar muito cuidado com caminho que vou seguir, pois poderia cair no mesmo erro que minha raça caiu no passado. E finalizando a visão me entregou um pergaminho de prata com um mapa de Aglarond, com os locais onde existem outros Spirits Shamans.

Depois de um dia passando uma baita ressaca pelo vinho, Vael e eu fomos comprar tudo que ireamos necessitar para nossa viagem. Quando estávamos no mercado, algo bem inusitado aconteceu. Um anão, paladino de Moradin, nos abordou dizendo que estava impressionado em achar um grupo de aventureiros em Halruaa e queria saber o que andamos fazendo. Vael o convidou para sua casa para conversarmos sobre o que iríamos fazer.
Durante a noite apresentamos o anão ao resto do grupo, o nome dele era Barundar e disse que queria nos acompanhar, já que de acordo com ele Moradin havia guiado ele até Maeruhal para nos encontrar. Nessa mesma noite o mentor de Theran apareceu e disse que iria presentear o nosso grupo pelos feitos que realizamos, mostrando a nova era paar o povo de Halruaa. Nesse momento nos batizamos de "The Order of the Ethernal Flame", o mentor de Theran nos prometeu uma insígnia para a nossa ordem.

Até partimos esperamos mais três dias, nesse dias conversamos sobre alguns acontecimentos, como por exemplo, o vinho. O crinti disse que há visão dele foi de onde Gotek está, sendo que ele não está sozinho havia outros com ele, aproximadamente mais oito. Alem de uma região onde há um elmo e um livro com uma aura que impedia os mortos vivos de se aproximarem. Theran contou que ele não teve visões, mas pode conversar com uma entidade do plano da Terra, e fez várias perguntas sobre os "faerins". Sobre o comentário do crinti, fui buscar mais informações com os bardos da cidade, e consegui descobrir que a grande cidade que estava estampada no grande mural de bronze na ruína. De acordo com a historia que me contaram ele é um descendente dos antigos habitantes de Halruaa, ele era um grande herói que a muitos tempo atrás fundou uma cidade, que com passar do tempo ninguém ouviu mais nada sobre ele. E sobre nossa viagem há rumores que existem alguns ogros e ciclopes se mobilizando na região do “Nath Path”, há também Gnolls formando um exercito organizado, que quem havia solicitado as caravanas para Dambrath, passando pela aregião próxima a ruína foi alguem de Halruaa e uma noticia que Dambrath comemorava um grande achado, algo que batizaram de "ultimate weapon".

Depois dos três dias fomos surpreendidos com uma grande festa para recebermos as insígnias, foi uma grande festa, com direto a fogos e muita música. Depois dessa festa estávamos prontos para seguir viagem. No amanhecer seguimos viagem, tudo estava indo bem até chegarmos a uma vila indicada por Barundar. A vila havia sido atacada por ciclopes e ogros. Então Vael e Barundar, forçaram que deveríamos fazer algo além de avisar o monastério mais próximo. Theran enviou seu uma mensagem até o monastério solicitando ajuda. Horas depois para nossa surpresa, o monge que havíamos resgatado vem como emissário, dizendo que nos ajudaria a caçar os ogros e resgatar os moradores da vila. Conversando com um dos anões da vila, fomos indicados a seguir um caminho até o possível local onde eles estavam escondidos.

Seguindo pelas trilhas das montanhas chegamos até a região indicada pelo anão da vila. Theran enviou seu familiar para fazer um scout da área. Ele localizou dois ogros dormindo no topo de uma montanha, resolvemos escalar, mas por uma imperícia minha e de Barundar nos enroscamos nas cordas e isso despertou os ogros. Theran continuou a subir pela corda dele, Barundar desceu e eu esperei para depois seguir pela mesma corda que Theran usou. Quando subi Vael e o monge haviam matado os ogros. Seguimos nosso caminho até encontrarmos mais ogros do outro lado. Vael saiu correndo e pulou para o outro lado, Theran, o crinti e eu ficamos escondidos atacando com magia. Com o auxilio de um monstro que Theran invocou, Vael matou os outros dois ogros, mas foi surpreendido com um dos ciclopes. Nesse momento tivemos que avançar, graças a poção de “spinder climb”, rapidamente passei para o outro lado. Foi quando saindo da caverna apareceram mais dois ciclopes, duas fêmeas, uma mais velha e outra bem mais jovem. Tentamos prender-las com magias, mas a mais velha se transformou em um Elemental do Fogo, nesse momento. Vael grita com os outros ciclopes dizendo que se não soltassem os reféns senão a ira de Halruaa iria cair sobre todos. O Elemental disse que o ataque foi um engano e começaram a recuar.

Quando chegamos à caverna havia uma antiga construção próxima a entrada que vi Barundar analisando-a. Seguimos para dentro da caverna o local fedia muito havia nenhuma iluminação e havia várias jaulas com prisioneiros (alguns vivos e outros mortos) e no fundo uma face esculpida de um Dao (gênio da Terra), nessa face havia uns traços de magia que não consegui identificar, mas o crinti e Theran afirmaram que seria um portal. Usando um dos itens que encontramos com os piratas analisamos o portal, que era uma passagem direta para o plano Elemental da Terra, que será ativado por qualquer criatura que tenha linhagem do mesmo plano Elemental. O crinti achou também um cadáver estranho que estava pendurado no teto da caverna. Aparentava ser um forasteiro de terras bem distantes. E ele tinha vários ornamentos e itens feitos de matérias raros. Depois dessa aventura os monges chegaram e parte nos escoltaram de volta a vila e outro destacamento seguiu atrás os ogros.

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