Depois de nos recuperarmos do combate, fomos analisar os portais que havia logo na entrada da ruína. Esses portais conectam pontos diferentes da antiga cidade, uma ruína que os Gnolls estam usando com quartel.
Theran foi cumprir sua missão de levar o mural de bronze para Halruaa, com ajuda de um papiro mágico, encolheu todo mural e guardou em sua bolsa.
Depois, iniciamos a exploração da ruína pela porta mágica, onde havia um poder de invocação, Theran preparou um circulo mágico de proteção para agir como prisão para qualquer criatura má que fosse invocada, e isso funcionou perfeitamente, a criatura invocada era um demônio estilo um cão com vários espinhos nas costas. Mas conseguimos passar por essa criatura sem grandes problemas. Chegando até outra porta onde ao abrirmos fomos para um grande salão onde havia várias colunas e decoração com serpentes, esse grande salão tinha mais quatro portas que se abriram automaticamente ao entrarmos e a portas que havíamos passado fechara sozinha. Essas quatro portas invocaram quatro criaturas do plano Elemental do Ar. Vael na sua tática foi correndo para interceptar uma das criaturas. E as outras avançaram para nos atacar, nesse momento invoquei magias de proteção do Sol e ataquei invocando meu poder de destruir espíritos. Esse combate não teve grandes dificuldades. Barundar matou o que estava atacando, e o crinti ficou no canto longe do combate.
Depois do combate nos deslocamos rapidamente para impedir que as portas fossem abertas novamente. Olhando a sala com detalhes reparamos que no centro da sala havia uma estatua de um humano em pedra, segurando um livro. Na face da estatua uma mascara de ouro. Quando Vael removeu a mascara ouvimos uma grande explosão na sala anterior e quando olhamos estava vindo o fantasma, que havia possuído o Gnoll.
Ele não aparentava nenhum ar de agressividade, e veio conversar. Ele nos esclareceu algumas coisas, sobre os Gnolls e os “phariens”. Pelo o que foi dito pelo fantasma os Gnolls estavam seguindo um Glabrezu chamado de “Weenix” e o pior que os Gnolls estavam conseguindo acesso a magias por essa adoração. Os “phariens” haviam sido contrabandeados há anos atrás por descendentes do povo de Halruaa. E o motivo pelo qual ele havia se transformado em fantasma é porque o Weenix roubou seu Staff Mágico. E ele não poderia ir pega-lo porque o Weenix tem o poder de controlá-lo.
Sobre o livro que a estatua estava segurando, ele nos explicou que foi uma dos últimos atos dele, pediu ajuda a Amanathor (deus antigo do povo de Halruaa) que enviou esse livro, mas por conta do estado dele não conseguira usá-lo. O livro estava escrito em língua celestial, Barundar segurou o livro e sentiu a aura mágica do livro e inicou a leitura. Ele foi enfeitiçado numa compulsão para ler todo o livro, ao terminar sentimos um grande clarão e apareceu uma criatura humanóide com armaduras reluzente e traços bem simétricos, resumindo um Aasimar, que seguidor de Amanathor. Depois de passar o estado impressionado de alguns e de decepção de outros, voltamos a nossa missão. Ao abrir a grande de metal já começamos a ouvir os gritos dos Wight. Novamente estava o local com poço e os cômodos, fomos inicialmente à parte superior ao poço, nessa sala superior havia uma grande cúpula com toda a constelação de Faerun representada. Onde as estrelas são pequenas gemas, tentamos identificar o que seria e quando foi a ultima data de uso desse calendário estrelar. Mas ninguém chegou a conclusão nenhuma.
Iniciamos os preparativos para descer. Todas as magias de defesa foram ativadas e descemos. Logo de inicio fomos atacados por dez Wights que foram eliminados sem grandes problemas. No final do combate dois dos Wraith me atacaram diretamente, mas graças às magias de defesa e ao meu poder de destruir espíritos conseguimos passar por eles todos.
Fomos seguindo por uma trilha de cavernas até uma área central onde havia uma pequena ponte. Guardada pelo outros Wraiths e outro morto-vivo. Theran invocou várias criaturas para segurar o morto-vivo, nesse momento os Wraiths sumiram e usariam a mesma tática de combate, nos atacar por baixo. Um deles foi atacar Theran e outro veio me atacar. Com a ajuda de Barundar eliminamos os Wraiths. E em poucos segundos o morto vivo destruiu todas as criaturas invocadas por Theran. Vael ao perceber que morto-vivo estava avançando entrou na frente dele e iniciou um combate corpo a corpo. O morto-vivo era bem resistente, mas com vários golpes de Vael e Barundar foi destruído também. Com isso as ruínas estavam livres dos Wraith e havíamos colocado a alma de Gotek para descansar definitivamente.
O caminho de volta para Halruaa foi bem tranqüilo, além que, ao chegar às duas grandes torres usamos um circulo de teleportação direto para Maeruhal. Onde fomos direto para casa da família de Vael. Enquanto Theran foi devolver várias mercadorias pilhadas pelo Gnolls.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
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