quarta-feira, 9 de abril de 2008

2º Sessão – A caçada ao Gnoll Possuído

Quando amanheceu fui procurar o responsável pelas torres para descobrir quem havia chegado. Então fui conversar com a Sra Boria. Ela me informou que chegaram alguns viajantes de Halruaa e quatro Crintis, sendo três caçadores e um “nobre”, esse queria abrigo político e estaria disposto a contar tudo que sabe sobre Dambrath.

Fui primeiro conversar com os três caçadores, todos estavam na parte inferior de uma das torres em uma cela, de acordo com a Sra Boria chegaram dizendo que seu grupo de caça foi atacado por um monstro infernal um WereWolf e que queriam proteção, pois foram atacados durante a perseguição a um fugitivo de Dambrath. A descrição passada pelo caçadores bate com a imagem do Gnoll porem a força descrita por eles era muito maior que um Gnoll comum além de afirmarem que ele estava caçando sozinho. O que reforçou a idéia de que esse era o “monstro” que estávamos querendo investigar.

Depois fui conversar com o “nobre” que estava em um pequeno quarto bem pior do que eu havia ficado nos meus primeiros meses em Halruaa, lembro que chamei durante meses esse quarto de cela. Ele me contou que é um mago e que viu a criatura e estaria disposto a qualquer coisa para tira-lo de lá. Foi quando tive a idéia de acertar com a Sra Boria para deixar o Crinti ir sob minha responsabilidade para testarmos a confiança dele. Além de ser mais um para nos ajudar nesse problema serviria como prova de confiança.


Quando estávamos prestes a partir, o crinti com seu robe com uma spinder-like armor, avistei uma caravana chegando, e para minha surpresa nela estava Gotek, que havia saído escondido de sua família junto com mais dois outros “aventureiros”, um deles é um mago de Halruaa e o outro aparentemente seu bodyguard, o nome dele era Vael.

Partimos para um ponto onde o crinti havia dito que era o hideout do Gnoll, o Gotek e os dois aventureiros passaram para nossa carruagem. Para chegarmos mais rápido ao ponto indicado pelo crinti, invoquei espíritos da natureza que iriam ajudar aos cavalos a darem tudo de si para chegarmos o mais rápido possível no hideout. O primeiro dia de viagem foi bem tranqüilo passamos um dia rápido sem muitos problemas. Apenas fomos observados por águia gigantes, mas que não ofereceram nenhuma ameaça.

Na segunda noite, quando paramos para descansar do dia de viagem, no meio da noite tive um sonho que algo se aproximava, nesse sonho eu fui até próximo a pessoa que aparentava estar perdida numa mistura de loucura com sofrimento. Não entendo bem o que estava acontecendo comentei com Vael, que algo estava na estrada. Vael foi se aproximando e o crinti acompanhou-o, quando o crinti viu o que era o homem em questão era um undead e disse que era extremamente perigosa, resolveram chamar o Gotek , que confirmou o pior e iniciamos um processo de mover o acampamento lentamente.

Longe do perigo terminamos a noite de descanso, e continuamos a viagem logo no raiar do sol. Logo chegamos ao ponto onde acontecerá o ataque a caravana mercante, mas não havia sinal dos cavalos ou de corpos. Iniciamos uma busca pelas imediações da floresta, com a ajuda de um encanto de detectar magia fomos seguintes para um ponto que emanava magia na floresta. Vael e eu seguimos na frente e demos de cara com dois corpos brutalmente mutilados a fim de assustar e afastar qualquer pessoa. Isso significou que estávamos chegando próximo ao local onde estaria o Gnoll. Ao nos aproximarmos do ponto onde emanava a magia avistamos uma ruína do que foi um dia um pequeno forte, com uma torre de aproximadamente quatro andares.

Ao nos aproximarmos da ruína, reparamos que já estava lá a um bom tempo e que tinha muitas vinhas pelas paredes. Os magos crinti de Halruaa ficaram tentando entender os escritos que tinham pelas paredes na entrada, enquanto Vael, Raith e eu iniciamos a exploração. Conseguimos desenha um pequeno mapa do que seria o piso que estávamos. Havia um grande salão com uma mesa em mármore que dividia a sala em dois corredores. Esses corredores chegavam a duas portas muito velhas e de pouco uso aparente. Logo ao fundo desse salão havia mais duas portas, uma estava barrada, mas a outra, foi aberta por Vael, que num primeiro instante achamos que o Gnoll estava lá, mas foi um alarme falso. Nesse momento todos já haviam entrado na ruína e fomos até essa nova sala, que era retangular ainda com muitas vinhas e um porta que levaria até onde um dia fora uma armory. Na outra porta dessa sala chegamos até ao pilar central da ruína que deveria ser usado para prender os prisioneiros. Nessa sala encontramos o Gnoll possuído escondido num canto, Vael até tentou conversar antes do combate mas foi inútil a criatura começou a atacar e Vael e nesse momento Raith tentaram cerca-la mas além de muito forte a criatura era muito ágil, Ao lançar uma magia de fogo nela reparei que ela era imune a tal elemento, logo passei sabendo que ela estaria possuída fui tentar atacar com meus poderes o espírito que a possuía. Bom o que consegui foi atrair atenção dela para mim, me feriu com um golpe certeiro. Nesse momento quando reparei todos estavam atacando a criatura e ela apesar de estar em modo de fúria, já mostrava alguns ferimentos. Então decidi por não invocar Razjor para me ajudar, e talvez necessite dele em outro momento.

Quando derrotamos o Gnoll o espírito saiu do corpo, mas ainda permaneceu pela ruína. Isso significa que teremos que achá-lo. Nossa missão ainda não acabou. Ao abrir a porta do outro lado da sala, encontramos o coração das vinhas e como eu suspeitava era uma criatura que se espalhou por toda ruína. Temos que localizar e entender melhor o que o espirito estava fazendo nessa ruína...

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