Nos primeiros dias nos dedicamos a pesquisar sobre o local que iríamos explorar e a comprar equipamentos. O crinti foi para biblioteca procurar mais informações sobre os Aboleth e eu fui cuidar dos equipamentos de viagem. No mercado central da cidade conversando com mercadores e bardos, me informaram que aquele pântano é um reino de homens-lagarto.
Isso mudou um pouco as coisas, mas comprei tudo e fomos nos reunir um dia antes de partir para fazermos um plano de viagem. O crinti nos informou da magia dos Aboleths chamada de “magia invisível” e que seus ataquem possuem um doença mística que nos prende na água impedindo que se respire ar. A única cura para essa doença é na forma de magia. Nesse momento passei a todos as informações que reuni junto com os mercadores e bardos sobre o reino dos homens-lagarto na região do pântano.
Para resolver o problema da doença fui preparar runas mágicas para todos, assim cada um poderia se curar em caso de uma infecção. Gastei todo meu dia criando essas runas, canalizando a magia dos espíritos para os escritos mágicos. Theran foi conversar com seu mentor para tentar achar mais informações sobre os homens-lagarto e comprar porções mágicas que permitiriam os guerreiros se moverem livremente.
Depois de dois dias nos preparamos fomos até o ponto, onde há o circulo de teleportação e nos teleportamos para as Torres que vigiam a entrada para reino de Halruaa. De lá iniciamos nossa jornada pelas terras de Dambrath até o pântano, pelo que havíamos planejado esse percurso seria de cinco dias.
Com os dois primeiros dias sem evento critico algum conseguimos avançar bastante, ainda mais que as noites estavam sendo bem dormidas, com ajuda da nova magia de Theran que invoca uma casa para desancarmos com servo místico invisível, incrível.
A calmaria dos primeiros dias durou pouco, pois logo no terceiro dia uma forte chuva torrencial começou a cair, o que nos atrasou muito. Nesses dias Theran com seu cavalo místico estava fazendo o papel de nosso batedor. Ele avistou uma seria de casas destruídas a frente, o que parecia ser uma pequena vila. Ao chegarmos próximo, pela primeira vez o crinti tomou frente e disse que ia dar uma olhada nas ruínas, como chovia muito em questões de segundos ele desapareceu de nosso campo de visão, quando o reparei literalmente apareceu dizendo que na vila havia sinais de morte e um choro de uma criança. Nesse momento Aldrym avançou a frente invocou uma luz mística e foi marchando para vila com olhar fixo que de um dever a cumprir. Bom a luz assustou uma mulher que segura um bebe em uma das casas e Theeran foi correndo atrás dela. Depois desse susto e tudo resolvido perguntamos a mulher o que havia acontecido. Ela nos contou que um dia um dos caçadores da vila voltou dizendo que passou por uma visão e que achará um lugar melhor para todos e que deveríamos todos segui-lo, muitos ficaram encantados pelas promessas do caçador e iniciou-se um movimento para ir até esse local prometido. Mas nem todos aceitaram essa idéia e foi ai que num ar de loucura e canibalismo todos que estavam dispostos a ir para a tal terra prometida, começaram selvagemmente a atacar com mordidas as pessoas que se negavam a ir. A vila passou por um banho de sangue. E a mulher que nos relatava essa historia só não morreu porque se escondeu com seu filho.
Aldrym deu uma de suas rações para ela e cedemos a mula para levá-la até as Torres na entrada de Halruaa. Vamos torcer para que chegue viva. Continuamos nossa viagem, estávamos chegando próximo a ruína de Ilimar, notei que a alguns dias atrás a nossa trilha era também usada por homens-lagarto e com isso Theran resolveu que deveríamos fazer uma armadilha para interrogá-los. Procurei um ponto bom para uma emboscada e montamos nossa táctica. Deixamos Aldrym numa caverna e fomos capturar os homens-lagartos. Depois de horas de espera apareceram três deles, um certamente era um druida, pois não deixava rastros e dois guerreiros rapidamente Theeran prendeu o druida com barras de ferros místicas, Zorastan foi correndo golpear os dois que guerreiros. Os golpes de Zorastan não feriam tanto os homens-lagartos então revolvi ajudá-lo com flechas místicas, durante esse combate um deles percebeu que estávamos escondidos e veio correndo em nossa direção, mas também foi aprisionado pelas barras de ferro místicas de Theran, Enquanto Zorastan era gravemente ferido pelo homem-lagarto estávamos espancando o outro preso até ele cair desmaiado. Mas tirando isso conseguimos levar os três como prisioneiros, Theran para garantir ainda encantou o druida com uma magia.
Na caverna Aldrym já estava com tudo pronto, e iniciamos um pequeno interrogatório ao druida, que nos contou tudo sobre a grande cidade de Ilimar, sobre as Nagas que são seus deuses da sabedoria e sobre os homens-lagartos do pântano estarem enfrentando muitas dificuldades até briga entre eles mesmos. Algo similar ao que aconteceu Kukutoa. Nesse momento o druida disse que fazem muitos negócios com crintis e assim Theran teve a idéia dele e o crinti irem até aos deuses deles pedirem passagem e tentar descobrir mais coisas. Então os dois foram e ficamos esperando.
Depois de algumas horas apareceram uma dezena de homens-lagartos para garantirem nossa segurança, isso me pareceu mais uma ameaça, mas esperamos por mais algum tempo Theran e o crinti, que voltaram sem grandes problemas. Mas parte do acordo era beber uma bebida oferecida por eles, até que de sabor doce, e teríamos trinta dias para explorar o pântano. Bebemos a tal bebida para selar o acordo e a única coisa que me lembro depois foi estar muito cansado e avistar Vael, logo em nossa frente, que estava acompanhado de um pequeno dragão (ou algo parecido). Tomei um grande susto e fui consultar meu espírito guia, pois não me lembrava de nada que acontecerá até chegarmos ali, para falar a verdade a minha ultima lembraça era de sair da vila que encontramos no dia de chuva. O meu espírito me disse tudo que fizemos depois de sair da vila até nossa caminhada meio até o ponto de encontro, de acordo com ele apenas parávamos para comer e pequenas pausas para descanso.
Vael não entendeu bem o que estava acontecendo conosco, mas Theran invocou novamente seu abrigo místico e fomos nos recuperar para o dia de amanha. No dia seguinte Theran usou suas magias para fazer um reconhecimento da área e apontou onde os Aboleths estam e as criaturas que estavam vagando pelo pântano, as copas das arvores fechavam e impediam a luz de entrar criando um ar sombrio no local. Uma delas uma “dark tree”. Eu estava muito focado em criar um meio melhor d
e nos locomovermos pelo pântano então fui juntar madeira para moldá-la misticamente em forma de uma jangada, sem muito sucesso. Foi quando Zorastan, Vael e Aldrym resolveram fazer uma pequena busca nos arredores do pântano, para ajudá-los nessa busca eu invoquei os espíritos da natureza da força e resistência, e foram pântano adentro.Sei que depois de horas eles voltaram relatando que haviam encontrado e derrubado a “dark tree”, mas estavam mais intricados porque Zorastan entrou no combate. Durante esse tempo Theran usava mais magias e tentava planejar algo para nossa grande missão de reconhecimento.
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