quinta-feira, 5 de junho de 2008

11º - Sessão: Morte & Vida

Resolvermos depois de dias de analise do local, que seguirmos beirando o rio. Fui a frente guiando todos para não nos perdemos, pois os caminhos pelo pântano são muito confusos e as vezes temos que sair da margem do rio para seguir o caminho. O nosso destino era o sul do pântano onde de acordo com Theran os Aboleths estavam criando uma fortaleza, apesar de que em nenhum momento ele nos disse que viu um. Apenas avistos outras aberrations trabalhando no local bem como humanos.

O que mais chamou nossa atenção durante as observações de Theran foi que num determinado momento ele viu a princesa da maior casa crinti pagando tributos para outras criaturas. Aparentavam estar negociando algo. Mas onde estava claramente indicado que os crintis estavam cedendo muito mais do que recebendo. O que é muito estranho. Continuamos seguindo beirando o rio, até que num certo momento senti que havia alguém nos observando quando fui me preparar para alertar o grupo fui paralisado por um dardo, e vi tudo ficando escuro e meu corpo amolecendo e aos poucos... Quando voltei a conciencia Vael me disse que Theran e o crinti haviam seguido com uma das criaturas que nos atacou para conversar. Quando os dois voltaram estavam acompanhado de uma criatura pequena, que me lembrava um goblin. Ele iria nos guiar até os homens-lagartos, e deveríamos segui-lo.

No caso os escolhidos para essa tarefa foi Zorastan e Eu, seguimos a pequena criatura por mais de uma hora pelo pântano, até que mudou completamente o caminho e foi atraída para uma região do pântano. Zorastan tentou se aproximar, mas caiu em uma área de areia movediça rapidamente invoquei os espíritos do plano da terra para se incorporem ao meu corpo e me ajudarem nessa tarefa de resgatar Zorastan. Theran nos acompanhava com suas magias estabelecemos contato com ele para tentar entender o que atrairá o goblin até essa região, parecia alguma aura invisível de encantamento, que não foi localizada via magias. Mas pouco depois de salvar Zorastan e tentarmos entender o que estava acontecendo, fomos surpreendidos pelos homens-lagarto primeiro foi um ataque de lança.

Graças à magia dos espíritos do plano da Terra eu estava bem protegido. Iniciamos rapidamente o combate. Foi quando apareceram mais três homens-lagartos a minha idéia era derrubar o maior e tentar prender dois deles. Mas aparentemente um deles era Druida e conseguiu cancelar minha magia de aprisionar. Mas como estava protegido pelos espíritos elementais. Os homens-lagartos tiveram que recuar principalmente depois que seu guerreiro havia caído. Nesse momento também recuamos já que havíamos descoberto o caminho que eles haviam seguido e seria fácil localizá-los depois.

No caminho da volta escutei um grito em uma linguagem selvagem chamando por algo ou por alguém que seriam assassinos. Mas estava muito longe e não tinha como reconhecer.

Chegando onde todos estavam acampados dentro da casa mística de Theran. Como havia gasto parte de minhas magias fui descansar. Durante meu repouso fui surpreendido com a casa sendo atacada por três “dark trees”, iguais as que Vael e Aldreen haviam matado dias atrás. Para esse combate invoquei um morcego-gigante de fogo para nos ajudar. Vael, o morcego e Eu iniciamos o combate com as árvores. Aqui foi um momento crítico da minha vida... Não me lembro de muito, lembro de companheiros de batalha enlouquecendo no meio do combate as arvores nos atacando por todas as partes todos meus ataques de fogo eram inúteis contra esses monstros não me lembro bem do combate, mas por alguns momentos tudo parou o tempo, o pântano, o combate. As vozes e gritos ficavam distantes e eu me perguntava o que estava acontecendo... Rapidamente tudo voltou muito rápido que só vi uma grande nuvem de sangue em minha volta e com canto dos olhos vi o tronco que me acertará tão firme que senti meu peito sento esmigalhado em mil pedaços e todos meus órgãos internos sendo destruídos e a vida se esvaecendo do meu corpo... Sim... Eu morri...

Morte... Algo que acompanha todos aventureiros... Nesse momento senti a maior solidão da minha vida que pela primeira vez estava realmente sozinho, consegui ver e ouvir meu espírito-guia só que muito distante. Mas sabia que ele estava por perto. Vou dizer para vocês que não sei descrever a sensação de estar morto, sei que é escuro e frio. Nem mesmo o a chama dos meus ancestrais consegue aquecer.

Desses momentos me lembro pouco, mas vou falar uma coisa à solidão é um paraíso perto do que passei logo em seguida, não me pergunte quanto tempo passou, mas fui rapidamente estava sendo levado um inferno... Um inferno de águas!!! Começou a aparecer água de todos os cantos ao se encontrar com corpo, queimou como se fosse ácido, a dor era indescritível. Mas quando tentei levantar para sair da água senti todos meus músculos fervendo e aos poucos vi as paredes do tempo de Maeruhal. Alguém me havia trago de volta. Quando recuperei a consciência estava a minha volta Theran, o seu mentor e a Priest do templo. Agradeci a todos, e muito rapidamente tentei me recompor. Perguntei o que havia acontecido a meu espírito-guia, que não quis comentar nada, apenas que tínhamos voltado para Maeruhal com uma casa voadora e que Barundar também estava morto e havia ficado com Vael e Aldreen, mas montanhas. Mas como ele não quis entrar em detalhes preferi me recolher em nossa casa para me recuperar.

No dia seguinte Theran, me avisou que Lorde Pulgro queria conversar conosco. Então fomos Theran, o crinti e Eu. Na reunião estava também Lorde Pulgro, e os mentores de Theran e do crinti. Reportamos tudo que tinha acontecido, Nagas, homens-lagartos, Dragão Negro Aboleths, locais estranhos no pântano, negócios de nobres crintis no pântano. E tentamos traçar uma estratégia e essa seria apenas conhecida por quem nós, pois nem mesmo o conselho era de confiança alem que levar algo ao conselho iria tomar muito tempo, algo que não temos. Muitas idéias surgiram, mas todos iriam contra a índole de alguns integrantes da “Order of the Ethernal Flame”. Ficamos num impasse que tínhamos que resolver. Marcamos uma reunião com todos assim que todos voltaram das montanhas, até mesmo Barundar que estava morto voltou. Os espíritos estavam de bom humor e resolveram não nos carregar para longe de nossos corpos. Assim conseguimos voltar, com a sinalização das magias.

A reunião à noite, não foi das mais produtivas, todos sabiam o que deveria ser feito mas a ética moral de alguns, principalmente, Vael, Barundar e Aldreen não permitia que tivéssemos algumas atitudes, principalmente seqüestrar a nobre crinti e usala como barganha com o Dragão Negro. Vael até disse o nome do Dragão e que era um feiticeiro de grande poder, mas estava tão irritado com o fato de muita conversa e pouco resultado que resolvi subir para meus aposentos. Depois de alguns minutos Theran criou um link mágico entre o Gortx (o crinti), Zorastan e Eu, perguntando se iríamos seqüestrar a nobre. Respondi que por mim sem problemas, mas deveríamos ter certeza que o Dragão iria aceitar esse presente. Já que ele é uma criatura que não pode ser confiada. Nesse momento apareci novamente na sala, olhei para Theran e sai para caminhar pelas ruas de Maeruhal.

Nenhum comentário: