Barundar voltou para Maeruhal. E Theran se preparou para contactar os Aboleths. Criou todas suas proteções mágicas e entrou em contato com as criaturas depois de alguns minutos ele voltou completamente apático. E ficou muito mais quando logo após ele ter saído das magias de proteção a criatura contactou-o novamente sem indicar nada e disse que queria conversa, que era para dormirmos que no sonho poderíamos conversar “cara a cara”.
Vael ficou de guarda enquanto Theran e eu fomos dormir e durante nosso sono a criatura invadiu nossos sonhos e criou um ambiente de ruínas e apareceu com uma imagem que seria quase idêntica a de Ofonibo (Dragão de Ouro, que treina Vael), mas sabíamos que não era ela. A criatura se identificou como uma profetisa de sua raça que tem previsões que o mundo todo vai passar por grandes reformulações por conta de “ecos” da época do “Time of troubles”. De acordo com a Aboleth, os deuses entrariam em guerra novamente em vário locais do planeta e se algum deus morresse a um deus do alinhamento oposto capturasse sua energia o plano de existência desses Deus poderia coexistir com nosso plano, o que traria muitas criaturas que desconhecemos e poderia desencadear uma guerra de proporções gigantescas. Ela disse que estaria disposta e fazer um acordo conosco, que entregaria os “faerins” se ajudarmos a resolver o problema de uma das guerras religiosas que já iniciou em terras distantes. Theran não gostou muito dessa idéia e ficou sempre na defensiva evitando afirmar que iria resolver o problema, em minha opinião a Aboleth teve seus momentos de raiva mas foi bem “educada” porque o nível de poder dessa criatura poderia além invadir nossos sonhos, nos matar no mesmo.
Depois desse evento voltamos para Maeruhal. E iniciamos um clico de reuniões para saber o que iríamos fazer. Na reunião com os três nobres da cidade resolvemos que usaríamos magias de contatar outros planos para tentar ter o máximo de respostas sobre a questão dos Aboleths. Depois da reunião outra preocupação do grupo era que a Aboleth pdoeria invadir os sonhos e estaríamos sem defesa, então foi quanto meu espírito guia me iluminou que poderíamos usamos o próprio meio de invasão para nos defender e até mesmo atacar, e então entrei em transe total com meu espírito para entender melhor como seria feito isso. Vael, para descontrair resolveu organizar uma festa para relaxarmos e o pessoal para um pouco de pensar sobre os problemas. Pouco sei da festa pois estava muito ocupado com meus estudos espirituais. Eu sei que eu acho após alguns dias de estudo fui acordado por in grito de Theran, quando cheguei até ele estava desmaiado dentro de um circulo de proteção.
Com dificuldade tirei ele do circulo e vi que a magia que havia pego com os nobre do concelhos havia falhado e tive que canalizar todas minhas magias para curar Theran, que depois de uma hora já estava recuperado e foi determinado a casa de seu mentor pegar outro pergaminho mágico, ele voltou com dois. E mais uma vez falhou, e perdemos outro dia curando-o. O ultimo a tentar esse contato foi Gortx que também não teve sucesso e fui obrigado e focar-me a curá-lo também. Depois desses eventos, Theran entrou em contato com Dragão Negro e disse que iríamos entrar em guerra com os Homens-lagarto e as Nagas de Ilimar e contava com a palavra dele, e o mesmo afirmou que iria ajudar conforme dito. Então iniciamos os preparativos para a nossa primeira grande batalha....
quarta-feira, 25 de junho de 2008
12º Sessão - O Seqüestro
Iniciei os preparativos para junto com Gortx para seqüestrar a nobre crinti. Para chegarmos até uma vila por onde a nobre passa necessitaríamos de um bom guia e um bom marinheiro já que o modo mais rápido de chegar até lá seria pelo mar. Fui até a capital de Halruaa me encontra com o pirata que conhecemos.
A cidade é de uma imponência muito impressionante, eu que achava que Maeruhal já era uma cidade grande. Andando pela cidade conversei com bardos para localizar o pirata. Após localizá-lo combinei com ele de nos encontrarmos daqui a três dias em Maeruhal. Voltando para cidade conversando com Gortx o plano seria chegar à vila, localizar a nobre, capturar durante a noite e se teleportar para onde Theran estaria para ele usá-la como oferenda para o Dragão Negro. O plano já estava feito, o que necessitaríamos seria algo para me camuflar já que todos sabem que sou de Halruaa, para resolver esse problema Theran comprou um chapéu mágico que mudava minha aparência.
Estava tudo pronto para irmos, no dia certo encontramos com pirata que nos indicou uma embarcação que seguiria até a vila em terras de Dambrath. Viajamos por 7 dias sempre muito atentos porque sabemos da ameaça dos Aboleths mas felizmente nada aconteceu a viagem foi bem tranqüila.
A vila que desembarcamos é literalmente um local esquecido por todos, possui poucas casas o local muito sujo e pessoas de aparência de derrotados um lugar que espíritos da dor, e tristeza poderiam se alimentar por anos. Fomos para o Inn do local de acordo com Gortx o Halfling era uma das únicas pessoas com tendência boa no local. Conversando com ele, descobrimos que era um guia e poderia nos ajudar a localizar a nobre. Marcamos para iniciar as buscas no dia seguinte. No ponto marcamos iniciamos uma longa caminhada pelas planícies de Dambrath. Depois de dois dias andando localizamos um pequeno acampamento com soldados de Dambrath, um típico destacamento de viagem de uma nobre.
Gortx enviou seu familiar com uma magia de reconhecimento, pela qual ele poderia ver pelos olhos de quem a aranha tocasse. Depois de alguns minutos (quase uma hora) ele conseguiu focar em uma pessoa que iria entregar algo para a nobre. Então montamos nosso plano. Iríamos invadir pela noite criando uma distração e chegaríamos invisíveis e nos teleportariamos para o local combinado. Gortx envia uma mensagem para Theran marcando um local e informando do plano.
Estávamos prontos para atacar, Gortx criou alguns mortos-vivos eu invoquei criaturas da natureza e enviamos como distração e fomos invisíveis pelos fundos, ao chegar próximo a tenda da nobre Gortx nos teletransportou para dentro e logo em seguida agarramos a nobre e nos teleportamos para o ponto de encontro. Chegando no ponto de encontro Gortx imobilizou a nobre com uma magia que aprendeu com Theran e eu fiz com que ela “apagasse”.
Ganhando Theran chegou, nobre já estava imobilizada. Com suas magias para encantar a nobre fomos interrogando ela perguntando sobre a relação deles com os Aboleths. Ela nos passou todas as informações que queríamos. A idéia deles era comprar os “faerins” dos Aboleths e usá-los como “arma” contra Halruaa. E parte do plano deles era eliminar o dragão negro. Gortx disse que levaria a nobre até o dragão em nome de Theran. Theran e Eu teríamos que esperar Vael chegar para conversar e combinar qual seria nossos passos. Mas quem não foi só Vael, com ele veio uma Esfinge e Barundar montado em um hipogrifo. Conversamos sobre qual seria a intenção real dos Aboleths no pântano, tudo aquilo não fazia sentido e em sua opinião deveríamos tentar entrar em contato com Aboleth.
Barundar só veio informar que passou por uma experiência estranha. Aonde um emissário de Azuth veio convidar Aldreem e ele para seguir uma nova “coligação” divina de todos os deuses da magia.
A cidade é de uma imponência muito impressionante, eu que achava que Maeruhal já era uma cidade grande. Andando pela cidade conversei com bardos para localizar o pirata. Após localizá-lo combinei com ele de nos encontrarmos daqui a três dias em Maeruhal. Voltando para cidade conversando com Gortx o plano seria chegar à vila, localizar a nobre, capturar durante a noite e se teleportar para onde Theran estaria para ele usá-la como oferenda para o Dragão Negro. O plano já estava feito, o que necessitaríamos seria algo para me camuflar já que todos sabem que sou de Halruaa, para resolver esse problema Theran comprou um chapéu mágico que mudava minha aparência.
Estava tudo pronto para irmos, no dia certo encontramos com pirata que nos indicou uma embarcação que seguiria até a vila em terras de Dambrath. Viajamos por 7 dias sempre muito atentos porque sabemos da ameaça dos Aboleths mas felizmente nada aconteceu a viagem foi bem tranqüila.
A vila que desembarcamos é literalmente um local esquecido por todos, possui poucas casas o local muito sujo e pessoas de aparência de derrotados um lugar que espíritos da dor, e tristeza poderiam se alimentar por anos. Fomos para o Inn do local de acordo com Gortx o Halfling era uma das únicas pessoas com tendência boa no local. Conversando com ele, descobrimos que era um guia e poderia nos ajudar a localizar a nobre. Marcamos para iniciar as buscas no dia seguinte. No ponto marcamos iniciamos uma longa caminhada pelas planícies de Dambrath. Depois de dois dias andando localizamos um pequeno acampamento com soldados de Dambrath, um típico destacamento de viagem de uma nobre.
Gortx enviou seu familiar com uma magia de reconhecimento, pela qual ele poderia ver pelos olhos de quem a aranha tocasse. Depois de alguns minutos (quase uma hora) ele conseguiu focar em uma pessoa que iria entregar algo para a nobre. Então montamos nosso plano. Iríamos invadir pela noite criando uma distração e chegaríamos invisíveis e nos teleportariamos para o local combinado. Gortx envia uma mensagem para Theran marcando um local e informando do plano.
Estávamos prontos para atacar, Gortx criou alguns mortos-vivos eu invoquei criaturas da natureza e enviamos como distração e fomos invisíveis pelos fundos, ao chegar próximo a tenda da nobre Gortx nos teletransportou para dentro e logo em seguida agarramos a nobre e nos teleportamos para o ponto de encontro. Chegando no ponto de encontro Gortx imobilizou a nobre com uma magia que aprendeu com Theran e eu fiz com que ela “apagasse”.
Ganhando Theran chegou, nobre já estava imobilizada. Com suas magias para encantar a nobre fomos interrogando ela perguntando sobre a relação deles com os Aboleths. Ela nos passou todas as informações que queríamos. A idéia deles era comprar os “faerins” dos Aboleths e usá-los como “arma” contra Halruaa. E parte do plano deles era eliminar o dragão negro. Gortx disse que levaria a nobre até o dragão em nome de Theran. Theran e Eu teríamos que esperar Vael chegar para conversar e combinar qual seria nossos passos. Mas quem não foi só Vael, com ele veio uma Esfinge e Barundar montado em um hipogrifo. Conversamos sobre qual seria a intenção real dos Aboleths no pântano, tudo aquilo não fazia sentido e em sua opinião deveríamos tentar entrar em contato com Aboleth.
Barundar só veio informar que passou por uma experiência estranha. Aonde um emissário de Azuth veio convidar Aldreem e ele para seguir uma nova “coligação” divina de todos os deuses da magia.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
11º - Sessão: Morte & Vida
Resolvermos depois de dias de analise do local, que seguirmos beirando o rio. Fui a frente guiando todos para não nos perdemos, pois os caminhos pelo pântano são muito confusos e as vezes temos que sair da margem do rio para seguir o caminho. O nosso destino era o sul do pântano onde de acordo com Theran os Aboleths estavam criando uma fortaleza, apesar de que em nenhum momento ele nos disse que viu um. Apenas avistos outras aberrations trabalhando no local bem como humanos.
O que mais chamou nossa atenção durante as observações de Theran foi que num determinado momento ele viu a princesa da maior casa crinti pagando tributos para outras criaturas. Aparentavam estar negociando algo. Mas onde estava claramente indicado que os crintis estavam cedendo muito mais do que recebendo. O que é muito estranho. Continuamos seguindo beirando o rio, até que num certo momento senti que havia alguém nos observando quando fui me preparar para alertar o grupo fui paralisado por um dardo, e vi tudo ficando escuro e meu corpo amolecendo e aos poucos... Quando voltei a conciencia Vael me disse que Theran e o crinti haviam seguido com uma das criaturas que nos atacou para conversar. Quando os dois voltaram estavam acompanhado de uma criatura pequena, que me lembrava um goblin. Ele iria nos guiar até os homens-lagartos, e deveríamos segui-lo.
No caso os escolhidos para essa tarefa foi Zorastan e Eu, seguimos a pequena criatura por mais de uma hora pelo pântano, até que mudou completamente o caminho e foi atraída para uma região do pântano. Zorastan tentou se aproximar, mas caiu em uma área de areia movediça rapidamente invoquei os espíritos do plano da terra para se incorporem ao meu corpo e me ajudarem nessa tarefa de resgatar Zorastan. Theran nos acompanhava com suas magias estabelecemos contato com ele para tentar entender o que atrairá o goblin até essa região, parecia alguma aura invisível de encantamento, que não foi localizada via magias. Mas pouco depois de salvar Zorastan e tentarmos entender o que estava acontecendo, fomos surpreendidos pelos homens-lagarto primeiro foi um ataque de lança.
Graças à magia dos espíritos do plano da Terra eu estava bem protegido. Iniciamos rapidamente o combate. Foi quando apareceram mais três homens-lagartos a minha idéia era derrubar o maior e tentar prender dois deles. Mas aparentemente um deles era Druida e conseguiu cancelar minha magia de aprisionar. Mas como estava protegido pelos espíritos elementais. Os homens-lagartos tiveram que recuar principalmente depois que seu guerreiro havia caído. Nesse momento também recuamos já que havíamos descoberto o caminho que eles haviam seguido e seria fácil localizá-los depois.
No caminho da volta escutei um grito em uma linguagem selvagem chamando por algo ou por alguém que seriam assassinos. Mas estava muito longe e não tinha como reconhecer.
Chegando onde todos estavam acampados dentro da casa mística de Theran. Como havia gasto parte de minhas magias fui descansar. Durante meu repouso fui surpreendido com a casa sendo atacada por três “dark trees”, iguais as que Vael e Aldreen haviam matado dias atrás. Para esse combate invoquei um morcego-gigante de fogo para nos ajudar. Vael, o morcego e Eu iniciamos o combate com as árvores. Aqui foi um momento crítico da minha vida... Não me lembro de muito, lembro de companheiros de batalha enlouquecendo no meio do combate as arvores nos atacando por todas as partes todos meus ataques de fogo eram inúteis contra esses monstros não me lembro bem do combate, mas por alguns momentos tudo parou o tempo, o pântano, o combate. As vozes e gritos ficavam distantes e eu me perguntava o que estava acontecendo... Rapidamente tudo voltou muito rápido que só vi uma grande nuvem de sangue em minha volta e com canto dos olhos vi o tronco que me acertará tão firme que senti meu peito sento esmigalhado em mil pedaços e todos meus órgãos internos sendo destruídos e a vida se esvaecendo do meu corpo... Sim... Eu morri...
Morte... Algo que acompanha todos aventureiros... Nesse momento senti a maior solidão da minha vida que pela primeira vez estava realmente sozinho, consegui ver e ouvir meu espírito-guia só que muito distante. Mas sabia que ele estava por perto. Vou dizer para vocês que não sei descrever a sensação de estar morto, sei que é escuro e frio. Nem mesmo o a chama dos meus ancestrais consegue aquecer.
Desses momentos me lembro pouco, mas vou falar uma coisa à solidão é um paraíso perto do que passei logo em seguida, não me pergunte quanto tempo passou, mas fui rapidamente estava sendo levado um inferno... Um inferno de águas!!! Começou a aparecer água de todos os cantos ao se encontrar com corpo, queimou como se fosse ácido, a dor era indescritível. Mas quando tentei levantar para sair da água senti todos meus músculos fervendo e aos poucos vi as paredes do tempo de Maeruhal. Alguém me havia trago de volta. Quando recuperei a consciência estava a minha volta Theran, o seu mentor e a Priest do templo. Agradeci a todos, e muito rapidamente tentei me recompor. Perguntei o que havia acontecido a meu espírito-guia, que não quis comentar nada, apenas que tínhamos voltado para Maeruhal com uma casa voadora e que Barundar também estava morto e havia ficado com Vael e Aldreen, mas montanhas. Mas como ele não quis entrar em detalhes preferi me recolher em nossa casa para me recuperar.
No dia seguinte Theran, me avisou que Lorde Pulgro queria conversar conosco. Então fomos Theran, o crinti e Eu. Na reunião estava também Lorde Pulgro, e os mentores de Theran e do crinti. Reportamos tudo que tinha acontecido, Nagas, homens-lagartos, Dragão Negro Aboleths, locais estranhos no pântano, negócios de nobres crintis no pântano. E tentamos traçar uma estratégia e essa seria apenas conhecida por quem nós, pois nem mesmo o conselho era de confiança alem que levar algo ao conselho iria tomar muito tempo, algo que não temos. Muitas idéias surgiram, mas todos iriam contra a índole de alguns integrantes da “Order of the Ethernal Flame”. Ficamos num impasse que tínhamos que resolver. Marcamos uma reunião com todos assim que todos voltaram das montanhas, até mesmo Barundar que estava morto voltou. Os espíritos estavam de bom humor e resolveram não nos carregar para longe de nossos corpos. Assim conseguimos voltar, com a sinalização das magias.
A reunião à noite, não foi das mais produtivas, todos sabiam o que deveria ser feito mas a ética moral de alguns, principalmente, Vael, Barundar e Aldreen não permitia que tivéssemos algumas atitudes, principalmente seqüestrar a nobre crinti e usala como barganha com o Dragão Negro. Vael até disse o nome do Dragão e que era um feiticeiro de grande poder, mas estava tão irritado com o fato de muita conversa e pouco resultado que resolvi subir para meus aposentos. Depois de alguns minutos Theran criou um link mágico entre o Gortx (o crinti), Zorastan e Eu, perguntando se iríamos seqüestrar a nobre. Respondi que por mim sem problemas, mas deveríamos ter certeza que o Dragão iria aceitar esse presente. Já que ele é uma criatura que não pode ser confiada. Nesse momento apareci novamente na sala, olhei para Theran e sai para caminhar pelas ruas de Maeruhal.
O que mais chamou nossa atenção durante as observações de Theran foi que num determinado momento ele viu a princesa da maior casa crinti pagando tributos para outras criaturas. Aparentavam estar negociando algo. Mas onde estava claramente indicado que os crintis estavam cedendo muito mais do que recebendo. O que é muito estranho. Continuamos seguindo beirando o rio, até que num certo momento senti que havia alguém nos observando quando fui me preparar para alertar o grupo fui paralisado por um dardo, e vi tudo ficando escuro e meu corpo amolecendo e aos poucos... Quando voltei a conciencia Vael me disse que Theran e o crinti haviam seguido com uma das criaturas que nos atacou para conversar. Quando os dois voltaram estavam acompanhado de uma criatura pequena, que me lembrava um goblin. Ele iria nos guiar até os homens-lagartos, e deveríamos segui-lo.
No caso os escolhidos para essa tarefa foi Zorastan e Eu, seguimos a pequena criatura por mais de uma hora pelo pântano, até que mudou completamente o caminho e foi atraída para uma região do pântano. Zorastan tentou se aproximar, mas caiu em uma área de areia movediça rapidamente invoquei os espíritos do plano da terra para se incorporem ao meu corpo e me ajudarem nessa tarefa de resgatar Zorastan. Theran nos acompanhava com suas magias estabelecemos contato com ele para tentar entender o que atrairá o goblin até essa região, parecia alguma aura invisível de encantamento, que não foi localizada via magias. Mas pouco depois de salvar Zorastan e tentarmos entender o que estava acontecendo, fomos surpreendidos pelos homens-lagarto primeiro foi um ataque de lança.
Graças à magia dos espíritos do plano da Terra eu estava bem protegido. Iniciamos rapidamente o combate. Foi quando apareceram mais três homens-lagartos a minha idéia era derrubar o maior e tentar prender dois deles. Mas aparentemente um deles era Druida e conseguiu cancelar minha magia de aprisionar. Mas como estava protegido pelos espíritos elementais. Os homens-lagartos tiveram que recuar principalmente depois que seu guerreiro havia caído. Nesse momento também recuamos já que havíamos descoberto o caminho que eles haviam seguido e seria fácil localizá-los depois.
No caminho da volta escutei um grito em uma linguagem selvagem chamando por algo ou por alguém que seriam assassinos. Mas estava muito longe e não tinha como reconhecer.
Chegando onde todos estavam acampados dentro da casa mística de Theran. Como havia gasto parte de minhas magias fui descansar. Durante meu repouso fui surpreendido com a casa sendo atacada por três “dark trees”, iguais as que Vael e Aldreen haviam matado dias atrás. Para esse combate invoquei um morcego-gigante de fogo para nos ajudar. Vael, o morcego e Eu iniciamos o combate com as árvores. Aqui foi um momento crítico da minha vida... Não me lembro de muito, lembro de companheiros de batalha enlouquecendo no meio do combate as arvores nos atacando por todas as partes todos meus ataques de fogo eram inúteis contra esses monstros não me lembro bem do combate, mas por alguns momentos tudo parou o tempo, o pântano, o combate. As vozes e gritos ficavam distantes e eu me perguntava o que estava acontecendo... Rapidamente tudo voltou muito rápido que só vi uma grande nuvem de sangue em minha volta e com canto dos olhos vi o tronco que me acertará tão firme que senti meu peito sento esmigalhado em mil pedaços e todos meus órgãos internos sendo destruídos e a vida se esvaecendo do meu corpo... Sim... Eu morri...
Morte... Algo que acompanha todos aventureiros... Nesse momento senti a maior solidão da minha vida que pela primeira vez estava realmente sozinho, consegui ver e ouvir meu espírito-guia só que muito distante. Mas sabia que ele estava por perto. Vou dizer para vocês que não sei descrever a sensação de estar morto, sei que é escuro e frio. Nem mesmo o a chama dos meus ancestrais consegue aquecer.
Desses momentos me lembro pouco, mas vou falar uma coisa à solidão é um paraíso perto do que passei logo em seguida, não me pergunte quanto tempo passou, mas fui rapidamente estava sendo levado um inferno... Um inferno de águas!!! Começou a aparecer água de todos os cantos ao se encontrar com corpo, queimou como se fosse ácido, a dor era indescritível. Mas quando tentei levantar para sair da água senti todos meus músculos fervendo e aos poucos vi as paredes do tempo de Maeruhal. Alguém me havia trago de volta. Quando recuperei a consciência estava a minha volta Theran, o seu mentor e a Priest do templo. Agradeci a todos, e muito rapidamente tentei me recompor. Perguntei o que havia acontecido a meu espírito-guia, que não quis comentar nada, apenas que tínhamos voltado para Maeruhal com uma casa voadora e que Barundar também estava morto e havia ficado com Vael e Aldreen, mas montanhas. Mas como ele não quis entrar em detalhes preferi me recolher em nossa casa para me recuperar.
No dia seguinte Theran, me avisou que Lorde Pulgro queria conversar conosco. Então fomos Theran, o crinti e Eu. Na reunião estava também Lorde Pulgro, e os mentores de Theran e do crinti. Reportamos tudo que tinha acontecido, Nagas, homens-lagartos, Dragão Negro Aboleths, locais estranhos no pântano, negócios de nobres crintis no pântano. E tentamos traçar uma estratégia e essa seria apenas conhecida por quem nós, pois nem mesmo o conselho era de confiança alem que levar algo ao conselho iria tomar muito tempo, algo que não temos. Muitas idéias surgiram, mas todos iriam contra a índole de alguns integrantes da “Order of the Ethernal Flame”. Ficamos num impasse que tínhamos que resolver. Marcamos uma reunião com todos assim que todos voltaram das montanhas, até mesmo Barundar que estava morto voltou. Os espíritos estavam de bom humor e resolveram não nos carregar para longe de nossos corpos. Assim conseguimos voltar, com a sinalização das magias.
A reunião à noite, não foi das mais produtivas, todos sabiam o que deveria ser feito mas a ética moral de alguns, principalmente, Vael, Barundar e Aldreen não permitia que tivéssemos algumas atitudes, principalmente seqüestrar a nobre crinti e usala como barganha com o Dragão Negro. Vael até disse o nome do Dragão e que era um feiticeiro de grande poder, mas estava tão irritado com o fato de muita conversa e pouco resultado que resolvi subir para meus aposentos. Depois de alguns minutos Theran criou um link mágico entre o Gortx (o crinti), Zorastan e Eu, perguntando se iríamos seqüestrar a nobre. Respondi que por mim sem problemas, mas deveríamos ter certeza que o Dragão iria aceitar esse presente. Já que ele é uma criatura que não pode ser confiada. Nesse momento apareci novamente na sala, olhei para Theran e sai para caminhar pelas ruas de Maeruhal.
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