Barundar voltou para Maeruhal. E Theran se preparou para contactar os Aboleths. Criou todas suas proteções mágicas e entrou em contato com as criaturas depois de alguns minutos ele voltou completamente apático. E ficou muito mais quando logo após ele ter saído das magias de proteção a criatura contactou-o novamente sem indicar nada e disse que queria conversa, que era para dormirmos que no sonho poderíamos conversar “cara a cara”.
Vael ficou de guarda enquanto Theran e eu fomos dormir e durante nosso sono a criatura invadiu nossos sonhos e criou um ambiente de ruínas e apareceu com uma imagem que seria quase idêntica a de Ofonibo (Dragão de Ouro, que treina Vael), mas sabíamos que não era ela. A criatura se identificou como uma profetisa de sua raça que tem previsões que o mundo todo vai passar por grandes reformulações por conta de “ecos” da época do “Time of troubles”. De acordo com a Aboleth, os deuses entrariam em guerra novamente em vário locais do planeta e se algum deus morresse a um deus do alinhamento oposto capturasse sua energia o plano de existência desses Deus poderia coexistir com nosso plano, o que traria muitas criaturas que desconhecemos e poderia desencadear uma guerra de proporções gigantescas. Ela disse que estaria disposta e fazer um acordo conosco, que entregaria os “faerins” se ajudarmos a resolver o problema de uma das guerras religiosas que já iniciou em terras distantes. Theran não gostou muito dessa idéia e ficou sempre na defensiva evitando afirmar que iria resolver o problema, em minha opinião a Aboleth teve seus momentos de raiva mas foi bem “educada” porque o nível de poder dessa criatura poderia além invadir nossos sonhos, nos matar no mesmo.
Depois desse evento voltamos para Maeruhal. E iniciamos um clico de reuniões para saber o que iríamos fazer. Na reunião com os três nobres da cidade resolvemos que usaríamos magias de contatar outros planos para tentar ter o máximo de respostas sobre a questão dos Aboleths. Depois da reunião outra preocupação do grupo era que a Aboleth pdoeria invadir os sonhos e estaríamos sem defesa, então foi quanto meu espírito guia me iluminou que poderíamos usamos o próprio meio de invasão para nos defender e até mesmo atacar, e então entrei em transe total com meu espírito para entender melhor como seria feito isso. Vael, para descontrair resolveu organizar uma festa para relaxarmos e o pessoal para um pouco de pensar sobre os problemas. Pouco sei da festa pois estava muito ocupado com meus estudos espirituais. Eu sei que eu acho após alguns dias de estudo fui acordado por in grito de Theran, quando cheguei até ele estava desmaiado dentro de um circulo de proteção.
Com dificuldade tirei ele do circulo e vi que a magia que havia pego com os nobre do concelhos havia falhado e tive que canalizar todas minhas magias para curar Theran, que depois de uma hora já estava recuperado e foi determinado a casa de seu mentor pegar outro pergaminho mágico, ele voltou com dois. E mais uma vez falhou, e perdemos outro dia curando-o. O ultimo a tentar esse contato foi Gortx que também não teve sucesso e fui obrigado e focar-me a curá-lo também. Depois desses eventos, Theran entrou em contato com Dragão Negro e disse que iríamos entrar em guerra com os Homens-lagarto e as Nagas de Ilimar e contava com a palavra dele, e o mesmo afirmou que iria ajudar conforme dito. Então iniciamos os preparativos para a nossa primeira grande batalha....
quarta-feira, 25 de junho de 2008
12º Sessão - O Seqüestro
Iniciei os preparativos para junto com Gortx para seqüestrar a nobre crinti. Para chegarmos até uma vila por onde a nobre passa necessitaríamos de um bom guia e um bom marinheiro já que o modo mais rápido de chegar até lá seria pelo mar. Fui até a capital de Halruaa me encontra com o pirata que conhecemos.
A cidade é de uma imponência muito impressionante, eu que achava que Maeruhal já era uma cidade grande. Andando pela cidade conversei com bardos para localizar o pirata. Após localizá-lo combinei com ele de nos encontrarmos daqui a três dias em Maeruhal. Voltando para cidade conversando com Gortx o plano seria chegar à vila, localizar a nobre, capturar durante a noite e se teleportar para onde Theran estaria para ele usá-la como oferenda para o Dragão Negro. O plano já estava feito, o que necessitaríamos seria algo para me camuflar já que todos sabem que sou de Halruaa, para resolver esse problema Theran comprou um chapéu mágico que mudava minha aparência.
Estava tudo pronto para irmos, no dia certo encontramos com pirata que nos indicou uma embarcação que seguiria até a vila em terras de Dambrath. Viajamos por 7 dias sempre muito atentos porque sabemos da ameaça dos Aboleths mas felizmente nada aconteceu a viagem foi bem tranqüila.
A vila que desembarcamos é literalmente um local esquecido por todos, possui poucas casas o local muito sujo e pessoas de aparência de derrotados um lugar que espíritos da dor, e tristeza poderiam se alimentar por anos. Fomos para o Inn do local de acordo com Gortx o Halfling era uma das únicas pessoas com tendência boa no local. Conversando com ele, descobrimos que era um guia e poderia nos ajudar a localizar a nobre. Marcamos para iniciar as buscas no dia seguinte. No ponto marcamos iniciamos uma longa caminhada pelas planícies de Dambrath. Depois de dois dias andando localizamos um pequeno acampamento com soldados de Dambrath, um típico destacamento de viagem de uma nobre.
Gortx enviou seu familiar com uma magia de reconhecimento, pela qual ele poderia ver pelos olhos de quem a aranha tocasse. Depois de alguns minutos (quase uma hora) ele conseguiu focar em uma pessoa que iria entregar algo para a nobre. Então montamos nosso plano. Iríamos invadir pela noite criando uma distração e chegaríamos invisíveis e nos teleportariamos para o local combinado. Gortx envia uma mensagem para Theran marcando um local e informando do plano.
Estávamos prontos para atacar, Gortx criou alguns mortos-vivos eu invoquei criaturas da natureza e enviamos como distração e fomos invisíveis pelos fundos, ao chegar próximo a tenda da nobre Gortx nos teletransportou para dentro e logo em seguida agarramos a nobre e nos teleportamos para o ponto de encontro. Chegando no ponto de encontro Gortx imobilizou a nobre com uma magia que aprendeu com Theran e eu fiz com que ela “apagasse”.
Ganhando Theran chegou, nobre já estava imobilizada. Com suas magias para encantar a nobre fomos interrogando ela perguntando sobre a relação deles com os Aboleths. Ela nos passou todas as informações que queríamos. A idéia deles era comprar os “faerins” dos Aboleths e usá-los como “arma” contra Halruaa. E parte do plano deles era eliminar o dragão negro. Gortx disse que levaria a nobre até o dragão em nome de Theran. Theran e Eu teríamos que esperar Vael chegar para conversar e combinar qual seria nossos passos. Mas quem não foi só Vael, com ele veio uma Esfinge e Barundar montado em um hipogrifo. Conversamos sobre qual seria a intenção real dos Aboleths no pântano, tudo aquilo não fazia sentido e em sua opinião deveríamos tentar entrar em contato com Aboleth.
Barundar só veio informar que passou por uma experiência estranha. Aonde um emissário de Azuth veio convidar Aldreem e ele para seguir uma nova “coligação” divina de todos os deuses da magia.
A cidade é de uma imponência muito impressionante, eu que achava que Maeruhal já era uma cidade grande. Andando pela cidade conversei com bardos para localizar o pirata. Após localizá-lo combinei com ele de nos encontrarmos daqui a três dias em Maeruhal. Voltando para cidade conversando com Gortx o plano seria chegar à vila, localizar a nobre, capturar durante a noite e se teleportar para onde Theran estaria para ele usá-la como oferenda para o Dragão Negro. O plano já estava feito, o que necessitaríamos seria algo para me camuflar já que todos sabem que sou de Halruaa, para resolver esse problema Theran comprou um chapéu mágico que mudava minha aparência.
Estava tudo pronto para irmos, no dia certo encontramos com pirata que nos indicou uma embarcação que seguiria até a vila em terras de Dambrath. Viajamos por 7 dias sempre muito atentos porque sabemos da ameaça dos Aboleths mas felizmente nada aconteceu a viagem foi bem tranqüila.
A vila que desembarcamos é literalmente um local esquecido por todos, possui poucas casas o local muito sujo e pessoas de aparência de derrotados um lugar que espíritos da dor, e tristeza poderiam se alimentar por anos. Fomos para o Inn do local de acordo com Gortx o Halfling era uma das únicas pessoas com tendência boa no local. Conversando com ele, descobrimos que era um guia e poderia nos ajudar a localizar a nobre. Marcamos para iniciar as buscas no dia seguinte. No ponto marcamos iniciamos uma longa caminhada pelas planícies de Dambrath. Depois de dois dias andando localizamos um pequeno acampamento com soldados de Dambrath, um típico destacamento de viagem de uma nobre.
Gortx enviou seu familiar com uma magia de reconhecimento, pela qual ele poderia ver pelos olhos de quem a aranha tocasse. Depois de alguns minutos (quase uma hora) ele conseguiu focar em uma pessoa que iria entregar algo para a nobre. Então montamos nosso plano. Iríamos invadir pela noite criando uma distração e chegaríamos invisíveis e nos teleportariamos para o local combinado. Gortx envia uma mensagem para Theran marcando um local e informando do plano.
Estávamos prontos para atacar, Gortx criou alguns mortos-vivos eu invoquei criaturas da natureza e enviamos como distração e fomos invisíveis pelos fundos, ao chegar próximo a tenda da nobre Gortx nos teletransportou para dentro e logo em seguida agarramos a nobre e nos teleportamos para o ponto de encontro. Chegando no ponto de encontro Gortx imobilizou a nobre com uma magia que aprendeu com Theran e eu fiz com que ela “apagasse”.
Ganhando Theran chegou, nobre já estava imobilizada. Com suas magias para encantar a nobre fomos interrogando ela perguntando sobre a relação deles com os Aboleths. Ela nos passou todas as informações que queríamos. A idéia deles era comprar os “faerins” dos Aboleths e usá-los como “arma” contra Halruaa. E parte do plano deles era eliminar o dragão negro. Gortx disse que levaria a nobre até o dragão em nome de Theran. Theran e Eu teríamos que esperar Vael chegar para conversar e combinar qual seria nossos passos. Mas quem não foi só Vael, com ele veio uma Esfinge e Barundar montado em um hipogrifo. Conversamos sobre qual seria a intenção real dos Aboleths no pântano, tudo aquilo não fazia sentido e em sua opinião deveríamos tentar entrar em contato com Aboleth.
Barundar só veio informar que passou por uma experiência estranha. Aonde um emissário de Azuth veio convidar Aldreem e ele para seguir uma nova “coligação” divina de todos os deuses da magia.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
11º - Sessão: Morte & Vida
Resolvermos depois de dias de analise do local, que seguirmos beirando o rio. Fui a frente guiando todos para não nos perdemos, pois os caminhos pelo pântano são muito confusos e as vezes temos que sair da margem do rio para seguir o caminho. O nosso destino era o sul do pântano onde de acordo com Theran os Aboleths estavam criando uma fortaleza, apesar de que em nenhum momento ele nos disse que viu um. Apenas avistos outras aberrations trabalhando no local bem como humanos.
O que mais chamou nossa atenção durante as observações de Theran foi que num determinado momento ele viu a princesa da maior casa crinti pagando tributos para outras criaturas. Aparentavam estar negociando algo. Mas onde estava claramente indicado que os crintis estavam cedendo muito mais do que recebendo. O que é muito estranho. Continuamos seguindo beirando o rio, até que num certo momento senti que havia alguém nos observando quando fui me preparar para alertar o grupo fui paralisado por um dardo, e vi tudo ficando escuro e meu corpo amolecendo e aos poucos... Quando voltei a conciencia Vael me disse que Theran e o crinti haviam seguido com uma das criaturas que nos atacou para conversar. Quando os dois voltaram estavam acompanhado de uma criatura pequena, que me lembrava um goblin. Ele iria nos guiar até os homens-lagartos, e deveríamos segui-lo.
No caso os escolhidos para essa tarefa foi Zorastan e Eu, seguimos a pequena criatura por mais de uma hora pelo pântano, até que mudou completamente o caminho e foi atraída para uma região do pântano. Zorastan tentou se aproximar, mas caiu em uma área de areia movediça rapidamente invoquei os espíritos do plano da terra para se incorporem ao meu corpo e me ajudarem nessa tarefa de resgatar Zorastan. Theran nos acompanhava com suas magias estabelecemos contato com ele para tentar entender o que atrairá o goblin até essa região, parecia alguma aura invisível de encantamento, que não foi localizada via magias. Mas pouco depois de salvar Zorastan e tentarmos entender o que estava acontecendo, fomos surpreendidos pelos homens-lagarto primeiro foi um ataque de lança.
Graças à magia dos espíritos do plano da Terra eu estava bem protegido. Iniciamos rapidamente o combate. Foi quando apareceram mais três homens-lagartos a minha idéia era derrubar o maior e tentar prender dois deles. Mas aparentemente um deles era Druida e conseguiu cancelar minha magia de aprisionar. Mas como estava protegido pelos espíritos elementais. Os homens-lagartos tiveram que recuar principalmente depois que seu guerreiro havia caído. Nesse momento também recuamos já que havíamos descoberto o caminho que eles haviam seguido e seria fácil localizá-los depois.
No caminho da volta escutei um grito em uma linguagem selvagem chamando por algo ou por alguém que seriam assassinos. Mas estava muito longe e não tinha como reconhecer.
Chegando onde todos estavam acampados dentro da casa mística de Theran. Como havia gasto parte de minhas magias fui descansar. Durante meu repouso fui surpreendido com a casa sendo atacada por três “dark trees”, iguais as que Vael e Aldreen haviam matado dias atrás. Para esse combate invoquei um morcego-gigante de fogo para nos ajudar. Vael, o morcego e Eu iniciamos o combate com as árvores. Aqui foi um momento crítico da minha vida... Não me lembro de muito, lembro de companheiros de batalha enlouquecendo no meio do combate as arvores nos atacando por todas as partes todos meus ataques de fogo eram inúteis contra esses monstros não me lembro bem do combate, mas por alguns momentos tudo parou o tempo, o pântano, o combate. As vozes e gritos ficavam distantes e eu me perguntava o que estava acontecendo... Rapidamente tudo voltou muito rápido que só vi uma grande nuvem de sangue em minha volta e com canto dos olhos vi o tronco que me acertará tão firme que senti meu peito sento esmigalhado em mil pedaços e todos meus órgãos internos sendo destruídos e a vida se esvaecendo do meu corpo... Sim... Eu morri...
Morte... Algo que acompanha todos aventureiros... Nesse momento senti a maior solidão da minha vida que pela primeira vez estava realmente sozinho, consegui ver e ouvir meu espírito-guia só que muito distante. Mas sabia que ele estava por perto. Vou dizer para vocês que não sei descrever a sensação de estar morto, sei que é escuro e frio. Nem mesmo o a chama dos meus ancestrais consegue aquecer.
Desses momentos me lembro pouco, mas vou falar uma coisa à solidão é um paraíso perto do que passei logo em seguida, não me pergunte quanto tempo passou, mas fui rapidamente estava sendo levado um inferno... Um inferno de águas!!! Começou a aparecer água de todos os cantos ao se encontrar com corpo, queimou como se fosse ácido, a dor era indescritível. Mas quando tentei levantar para sair da água senti todos meus músculos fervendo e aos poucos vi as paredes do tempo de Maeruhal. Alguém me havia trago de volta. Quando recuperei a consciência estava a minha volta Theran, o seu mentor e a Priest do templo. Agradeci a todos, e muito rapidamente tentei me recompor. Perguntei o que havia acontecido a meu espírito-guia, que não quis comentar nada, apenas que tínhamos voltado para Maeruhal com uma casa voadora e que Barundar também estava morto e havia ficado com Vael e Aldreen, mas montanhas. Mas como ele não quis entrar em detalhes preferi me recolher em nossa casa para me recuperar.
No dia seguinte Theran, me avisou que Lorde Pulgro queria conversar conosco. Então fomos Theran, o crinti e Eu. Na reunião estava também Lorde Pulgro, e os mentores de Theran e do crinti. Reportamos tudo que tinha acontecido, Nagas, homens-lagartos, Dragão Negro Aboleths, locais estranhos no pântano, negócios de nobres crintis no pântano. E tentamos traçar uma estratégia e essa seria apenas conhecida por quem nós, pois nem mesmo o conselho era de confiança alem que levar algo ao conselho iria tomar muito tempo, algo que não temos. Muitas idéias surgiram, mas todos iriam contra a índole de alguns integrantes da “Order of the Ethernal Flame”. Ficamos num impasse que tínhamos que resolver. Marcamos uma reunião com todos assim que todos voltaram das montanhas, até mesmo Barundar que estava morto voltou. Os espíritos estavam de bom humor e resolveram não nos carregar para longe de nossos corpos. Assim conseguimos voltar, com a sinalização das magias.
A reunião à noite, não foi das mais produtivas, todos sabiam o que deveria ser feito mas a ética moral de alguns, principalmente, Vael, Barundar e Aldreen não permitia que tivéssemos algumas atitudes, principalmente seqüestrar a nobre crinti e usala como barganha com o Dragão Negro. Vael até disse o nome do Dragão e que era um feiticeiro de grande poder, mas estava tão irritado com o fato de muita conversa e pouco resultado que resolvi subir para meus aposentos. Depois de alguns minutos Theran criou um link mágico entre o Gortx (o crinti), Zorastan e Eu, perguntando se iríamos seqüestrar a nobre. Respondi que por mim sem problemas, mas deveríamos ter certeza que o Dragão iria aceitar esse presente. Já que ele é uma criatura que não pode ser confiada. Nesse momento apareci novamente na sala, olhei para Theran e sai para caminhar pelas ruas de Maeruhal.
O que mais chamou nossa atenção durante as observações de Theran foi que num determinado momento ele viu a princesa da maior casa crinti pagando tributos para outras criaturas. Aparentavam estar negociando algo. Mas onde estava claramente indicado que os crintis estavam cedendo muito mais do que recebendo. O que é muito estranho. Continuamos seguindo beirando o rio, até que num certo momento senti que havia alguém nos observando quando fui me preparar para alertar o grupo fui paralisado por um dardo, e vi tudo ficando escuro e meu corpo amolecendo e aos poucos... Quando voltei a conciencia Vael me disse que Theran e o crinti haviam seguido com uma das criaturas que nos atacou para conversar. Quando os dois voltaram estavam acompanhado de uma criatura pequena, que me lembrava um goblin. Ele iria nos guiar até os homens-lagartos, e deveríamos segui-lo.
No caso os escolhidos para essa tarefa foi Zorastan e Eu, seguimos a pequena criatura por mais de uma hora pelo pântano, até que mudou completamente o caminho e foi atraída para uma região do pântano. Zorastan tentou se aproximar, mas caiu em uma área de areia movediça rapidamente invoquei os espíritos do plano da terra para se incorporem ao meu corpo e me ajudarem nessa tarefa de resgatar Zorastan. Theran nos acompanhava com suas magias estabelecemos contato com ele para tentar entender o que atrairá o goblin até essa região, parecia alguma aura invisível de encantamento, que não foi localizada via magias. Mas pouco depois de salvar Zorastan e tentarmos entender o que estava acontecendo, fomos surpreendidos pelos homens-lagarto primeiro foi um ataque de lança.
Graças à magia dos espíritos do plano da Terra eu estava bem protegido. Iniciamos rapidamente o combate. Foi quando apareceram mais três homens-lagartos a minha idéia era derrubar o maior e tentar prender dois deles. Mas aparentemente um deles era Druida e conseguiu cancelar minha magia de aprisionar. Mas como estava protegido pelos espíritos elementais. Os homens-lagartos tiveram que recuar principalmente depois que seu guerreiro havia caído. Nesse momento também recuamos já que havíamos descoberto o caminho que eles haviam seguido e seria fácil localizá-los depois.
No caminho da volta escutei um grito em uma linguagem selvagem chamando por algo ou por alguém que seriam assassinos. Mas estava muito longe e não tinha como reconhecer.
Chegando onde todos estavam acampados dentro da casa mística de Theran. Como havia gasto parte de minhas magias fui descansar. Durante meu repouso fui surpreendido com a casa sendo atacada por três “dark trees”, iguais as que Vael e Aldreen haviam matado dias atrás. Para esse combate invoquei um morcego-gigante de fogo para nos ajudar. Vael, o morcego e Eu iniciamos o combate com as árvores. Aqui foi um momento crítico da minha vida... Não me lembro de muito, lembro de companheiros de batalha enlouquecendo no meio do combate as arvores nos atacando por todas as partes todos meus ataques de fogo eram inúteis contra esses monstros não me lembro bem do combate, mas por alguns momentos tudo parou o tempo, o pântano, o combate. As vozes e gritos ficavam distantes e eu me perguntava o que estava acontecendo... Rapidamente tudo voltou muito rápido que só vi uma grande nuvem de sangue em minha volta e com canto dos olhos vi o tronco que me acertará tão firme que senti meu peito sento esmigalhado em mil pedaços e todos meus órgãos internos sendo destruídos e a vida se esvaecendo do meu corpo... Sim... Eu morri...
Morte... Algo que acompanha todos aventureiros... Nesse momento senti a maior solidão da minha vida que pela primeira vez estava realmente sozinho, consegui ver e ouvir meu espírito-guia só que muito distante. Mas sabia que ele estava por perto. Vou dizer para vocês que não sei descrever a sensação de estar morto, sei que é escuro e frio. Nem mesmo o a chama dos meus ancestrais consegue aquecer.
Desses momentos me lembro pouco, mas vou falar uma coisa à solidão é um paraíso perto do que passei logo em seguida, não me pergunte quanto tempo passou, mas fui rapidamente estava sendo levado um inferno... Um inferno de águas!!! Começou a aparecer água de todos os cantos ao se encontrar com corpo, queimou como se fosse ácido, a dor era indescritível. Mas quando tentei levantar para sair da água senti todos meus músculos fervendo e aos poucos vi as paredes do tempo de Maeruhal. Alguém me havia trago de volta. Quando recuperei a consciência estava a minha volta Theran, o seu mentor e a Priest do templo. Agradeci a todos, e muito rapidamente tentei me recompor. Perguntei o que havia acontecido a meu espírito-guia, que não quis comentar nada, apenas que tínhamos voltado para Maeruhal com uma casa voadora e que Barundar também estava morto e havia ficado com Vael e Aldreen, mas montanhas. Mas como ele não quis entrar em detalhes preferi me recolher em nossa casa para me recuperar.
No dia seguinte Theran, me avisou que Lorde Pulgro queria conversar conosco. Então fomos Theran, o crinti e Eu. Na reunião estava também Lorde Pulgro, e os mentores de Theran e do crinti. Reportamos tudo que tinha acontecido, Nagas, homens-lagartos, Dragão Negro Aboleths, locais estranhos no pântano, negócios de nobres crintis no pântano. E tentamos traçar uma estratégia e essa seria apenas conhecida por quem nós, pois nem mesmo o conselho era de confiança alem que levar algo ao conselho iria tomar muito tempo, algo que não temos. Muitas idéias surgiram, mas todos iriam contra a índole de alguns integrantes da “Order of the Ethernal Flame”. Ficamos num impasse que tínhamos que resolver. Marcamos uma reunião com todos assim que todos voltaram das montanhas, até mesmo Barundar que estava morto voltou. Os espíritos estavam de bom humor e resolveram não nos carregar para longe de nossos corpos. Assim conseguimos voltar, com a sinalização das magias.
A reunião à noite, não foi das mais produtivas, todos sabiam o que deveria ser feito mas a ética moral de alguns, principalmente, Vael, Barundar e Aldreen não permitia que tivéssemos algumas atitudes, principalmente seqüestrar a nobre crinti e usala como barganha com o Dragão Negro. Vael até disse o nome do Dragão e que era um feiticeiro de grande poder, mas estava tão irritado com o fato de muita conversa e pouco resultado que resolvi subir para meus aposentos. Depois de alguns minutos Theran criou um link mágico entre o Gortx (o crinti), Zorastan e Eu, perguntando se iríamos seqüestrar a nobre. Respondi que por mim sem problemas, mas deveríamos ter certeza que o Dragão iria aceitar esse presente. Já que ele é uma criatura que não pode ser confiada. Nesse momento apareci novamente na sala, olhei para Theran e sai para caminhar pelas ruas de Maeruhal.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
10º - Sessão: Indo para o pântano
Já havíamos escolhido nosso destino. O pântano de Rethild, local onde sabíamos ter influências de Aboleths, que por sinal estam diretamente ligados aos “faerins”. Para iniciar essa jornada decidimos que iríamos partir em duas frentes. Vael e Barundar seguiriam pelas montanhas e o resto do grupo seguiria pelo caminho das Torres passando pelas terras de Dambrath. Com os guerreiros partindo necessitaríamos de uma ajuda extra, foi então que de certa forma até que misteriosa o Zorastan se apresentou para aventura junto com um cachorro cinza, que de acordo com ele era do mago que o indicou para a tarefa de nos acompanhar até o pântano.
Nos primeiros dias nos dedicamos a pesquisar sobre o local que iríamos explorar e a comprar equipamentos. O crinti foi para biblioteca procurar mais informações sobre os Aboleth e eu fui cuidar dos equipamentos de viagem. No mercado central da cidade conversando com mercadores e bardos, me informaram que aquele pântano é um reino de homens-lagarto.
Isso mudou um pouco as coisas, mas comprei tudo e fomos nos reunir um dia antes de partir para fazermos um plano de viagem. O crinti nos informou da magia dos Aboleths chamada de “magia invisível” e que seus ataquem possuem um doença mística que nos prende na água impedindo que se respire ar. A única cura para essa doença é na forma de magia. Nesse momento passei a todos as informações que reuni junto com os mercadores e bardos sobre o reino dos homens-lagarto na região do pântano.
Para resolver o problema da doença fui preparar runas mágicas para todos, assim cada um poderia se curar em caso de uma infecção. Gastei todo meu dia criando essas runas, canalizando a magia dos espíritos para os escritos mágicos. Theran foi conversar com seu mentor para tentar achar mais informações sobre os homens-lagarto e comprar porções mágicas que permitiriam os guerreiros se moverem livremente.
Depois de dois dias nos preparamos fomos até o ponto, onde há o circulo de teleportação e nos teleportamos para as Torres que vigiam a entrada para reino de Halruaa. De lá iniciamos nossa jornada pelas terras de Dambrath até o pântano, pelo que havíamos planejado esse percurso seria de cinco dias.
Com os dois primeiros dias sem evento critico algum conseguimos avançar bastante, ainda mais que as noites estavam sendo bem dormidas, com ajuda da nova magia de Theran que invoca uma casa para desancarmos com servo místico invisível, incrível.
A calmaria dos primeiros dias durou pouco, pois logo no terceiro dia uma forte chuva torrencial começou a cair, o que nos atrasou muito. Nesses dias Theran com seu cavalo místico estava fazendo o papel de nosso batedor. Ele avistou uma seria de casas destruídas a frente, o que parecia ser uma pequena vila. Ao chegarmos próximo, pela primeira vez o crinti tomou frente e disse que ia dar uma olhada nas ruínas, como chovia muito em questões de segundos ele desapareceu de nosso campo de visão, quando o reparei literalmente apareceu dizendo que na vila havia sinais de morte e um choro de uma criança. Nesse momento Aldrym avançou a frente invocou uma luz mística e foi marchando para vila com olhar fixo que de um dever a cumprir. Bom a luz assustou uma mulher que segura um bebe em uma das casas e Theeran foi correndo atrás dela. Depois desse susto e tudo resolvido perguntamos a mulher o que havia acontecido. Ela nos contou que um dia um dos caçadores da vila voltou dizendo que passou por uma visão e que achará um lugar melhor para todos e que deveríamos todos segui-lo, muitos ficaram encantados pelas promessas do caçador e iniciou-se um movimento para ir até esse local prometido. Mas nem todos aceitaram essa idéia e foi ai que num ar de loucura e canibalismo todos que estavam dispostos a ir para a tal terra prometida, começaram selvagemmente a atacar com mordidas as pessoas que se negavam a ir. A vila passou por um banho de sangue. E a mulher que nos relatava essa historia só não morreu porque se escondeu com seu filho.
Aldrym deu uma de suas rações para ela e cedemos a mula para levá-la até as Torres na entrada de Halruaa. Vamos torcer para que chegue viva. Continuamos nossa viagem, estávamos chegando próximo a ruína de Ilimar, notei que a alguns dias atrás a nossa trilha era também usada por homens-lagarto e com isso Theran resolveu que deveríamos fazer uma armadilha para interrogá-los. Procurei um ponto bom para uma emboscada e montamos nossa táctica. Deixamos Aldrym numa caverna e fomos capturar os homens-lagartos. Depois de horas de espera apareceram três deles, um certamente era um druida, pois não deixava rastros e dois guerreiros rapidamente Theeran prendeu o druida com barras de ferros místicas, Zorastan foi correndo golpear os dois que guerreiros. Os golpes de Zorastan não feriam tanto os homens-lagartos então revolvi ajudá-lo com flechas místicas, durante esse combate um deles percebeu que estávamos escondidos e veio correndo em nossa direção, mas também foi aprisionado pelas barras de ferro místicas de Theran, Enquanto Zorastan era gravemente ferido pelo homem-lagarto estávamos espancando o outro preso até ele cair desmaiado. Mas tirando isso conseguimos levar os três como prisioneiros, Theran para garantir ainda encantou o druida com uma magia.
Na caverna Aldrym já estava com tudo pronto, e iniciamos um pequeno interrogatório ao druida, que nos contou tudo sobre a grande cidade de Ilimar, sobre as Nagas que são seus deuses da sabedoria e sobre os homens-lagartos do pântano estarem enfrentando muitas dificuldades até briga entre eles mesmos. Algo similar ao que aconteceu Kukutoa. Nesse momento o druida disse que fazem muitos negócios com crintis e assim Theran teve a idéia dele e o crinti irem até aos deuses deles pedirem passagem e tentar descobrir mais coisas. Então os dois foram e ficamos esperando.
Depois de algumas horas apareceram uma dezena de homens-lagartos para garantirem nossa segurança, isso me pareceu mais uma ameaça, mas esperamos por mais algum tempo Theran e o crinti, que voltaram sem grandes problemas. Mas parte do acordo era beber uma bebida oferecida por eles, até que de sabor doce, e teríamos trinta dias para explorar o pântano. Bebemos a tal bebida para selar o acordo e a única coisa que me lembro depois foi estar muito cansado e avistar Vael, logo em nossa frente, que estava acompanhado de um pequeno dragão (ou algo parecido). Tomei um grande susto e fui consultar meu espírito guia, pois não me lembrava de nada que acontecerá até chegarmos ali, para falar a verdade a minha ultima lembraça era de sair da vila que encontramos no dia de chuva. O meu espírito me disse tudo que fizemos depois de sair da vila até nossa caminhada meio até o ponto de encontro, de acordo com ele apenas parávamos para comer e pequenas pausas para descanso.
Vael não entendeu bem o que estava acontecendo conosco, mas Theran invocou novamente seu abrigo místico e fomos nos recuperar para o dia de amanha. No dia seguinte Theran usou suas magias para fazer um reconhecimento da área e apontou onde os Aboleths estam e as criaturas que estavam vagando pelo pântano, as copas das arvores fechavam e impediam a luz de entrar criando um ar sombrio no local. Uma delas uma “dark tree”. Eu estava muito focado em criar um meio melhor d
e nos locomovermos pelo pântano então fui juntar madeira para moldá-la misticamente em forma de uma jangada, sem muito sucesso. Foi quando Zorastan, Vael e Aldrym resolveram fazer uma pequena busca nos arredores do pântano, para ajudá-los nessa busca eu invoquei os espíritos da natureza da força e resistência, e foram pântano adentro.
Sei que depois de horas eles voltaram relatando que haviam encontrado e derrubado a “dark tree”, mas estavam mais intricados porque Zorastan entrou no combate. Durante esse tempo Theran usava mais magias e tentava planejar algo para nossa grande missão de reconhecimento.
Nos primeiros dias nos dedicamos a pesquisar sobre o local que iríamos explorar e a comprar equipamentos. O crinti foi para biblioteca procurar mais informações sobre os Aboleth e eu fui cuidar dos equipamentos de viagem. No mercado central da cidade conversando com mercadores e bardos, me informaram que aquele pântano é um reino de homens-lagarto.
Isso mudou um pouco as coisas, mas comprei tudo e fomos nos reunir um dia antes de partir para fazermos um plano de viagem. O crinti nos informou da magia dos Aboleths chamada de “magia invisível” e que seus ataquem possuem um doença mística que nos prende na água impedindo que se respire ar. A única cura para essa doença é na forma de magia. Nesse momento passei a todos as informações que reuni junto com os mercadores e bardos sobre o reino dos homens-lagarto na região do pântano.
Para resolver o problema da doença fui preparar runas mágicas para todos, assim cada um poderia se curar em caso de uma infecção. Gastei todo meu dia criando essas runas, canalizando a magia dos espíritos para os escritos mágicos. Theran foi conversar com seu mentor para tentar achar mais informações sobre os homens-lagarto e comprar porções mágicas que permitiriam os guerreiros se moverem livremente.
Depois de dois dias nos preparamos fomos até o ponto, onde há o circulo de teleportação e nos teleportamos para as Torres que vigiam a entrada para reino de Halruaa. De lá iniciamos nossa jornada pelas terras de Dambrath até o pântano, pelo que havíamos planejado esse percurso seria de cinco dias.
Com os dois primeiros dias sem evento critico algum conseguimos avançar bastante, ainda mais que as noites estavam sendo bem dormidas, com ajuda da nova magia de Theran que invoca uma casa para desancarmos com servo místico invisível, incrível.
A calmaria dos primeiros dias durou pouco, pois logo no terceiro dia uma forte chuva torrencial começou a cair, o que nos atrasou muito. Nesses dias Theran com seu cavalo místico estava fazendo o papel de nosso batedor. Ele avistou uma seria de casas destruídas a frente, o que parecia ser uma pequena vila. Ao chegarmos próximo, pela primeira vez o crinti tomou frente e disse que ia dar uma olhada nas ruínas, como chovia muito em questões de segundos ele desapareceu de nosso campo de visão, quando o reparei literalmente apareceu dizendo que na vila havia sinais de morte e um choro de uma criança. Nesse momento Aldrym avançou a frente invocou uma luz mística e foi marchando para vila com olhar fixo que de um dever a cumprir. Bom a luz assustou uma mulher que segura um bebe em uma das casas e Theeran foi correndo atrás dela. Depois desse susto e tudo resolvido perguntamos a mulher o que havia acontecido. Ela nos contou que um dia um dos caçadores da vila voltou dizendo que passou por uma visão e que achará um lugar melhor para todos e que deveríamos todos segui-lo, muitos ficaram encantados pelas promessas do caçador e iniciou-se um movimento para ir até esse local prometido. Mas nem todos aceitaram essa idéia e foi ai que num ar de loucura e canibalismo todos que estavam dispostos a ir para a tal terra prometida, começaram selvagemmente a atacar com mordidas as pessoas que se negavam a ir. A vila passou por um banho de sangue. E a mulher que nos relatava essa historia só não morreu porque se escondeu com seu filho.
Aldrym deu uma de suas rações para ela e cedemos a mula para levá-la até as Torres na entrada de Halruaa. Vamos torcer para que chegue viva. Continuamos nossa viagem, estávamos chegando próximo a ruína de Ilimar, notei que a alguns dias atrás a nossa trilha era também usada por homens-lagarto e com isso Theran resolveu que deveríamos fazer uma armadilha para interrogá-los. Procurei um ponto bom para uma emboscada e montamos nossa táctica. Deixamos Aldrym numa caverna e fomos capturar os homens-lagartos. Depois de horas de espera apareceram três deles, um certamente era um druida, pois não deixava rastros e dois guerreiros rapidamente Theeran prendeu o druida com barras de ferros místicas, Zorastan foi correndo golpear os dois que guerreiros. Os golpes de Zorastan não feriam tanto os homens-lagartos então revolvi ajudá-lo com flechas místicas, durante esse combate um deles percebeu que estávamos escondidos e veio correndo em nossa direção, mas também foi aprisionado pelas barras de ferro místicas de Theran, Enquanto Zorastan era gravemente ferido pelo homem-lagarto estávamos espancando o outro preso até ele cair desmaiado. Mas tirando isso conseguimos levar os três como prisioneiros, Theran para garantir ainda encantou o druida com uma magia.
Na caverna Aldrym já estava com tudo pronto, e iniciamos um pequeno interrogatório ao druida, que nos contou tudo sobre a grande cidade de Ilimar, sobre as Nagas que são seus deuses da sabedoria e sobre os homens-lagartos do pântano estarem enfrentando muitas dificuldades até briga entre eles mesmos. Algo similar ao que aconteceu Kukutoa. Nesse momento o druida disse que fazem muitos negócios com crintis e assim Theran teve a idéia dele e o crinti irem até aos deuses deles pedirem passagem e tentar descobrir mais coisas. Então os dois foram e ficamos esperando.
Depois de algumas horas apareceram uma dezena de homens-lagartos para garantirem nossa segurança, isso me pareceu mais uma ameaça, mas esperamos por mais algum tempo Theran e o crinti, que voltaram sem grandes problemas. Mas parte do acordo era beber uma bebida oferecida por eles, até que de sabor doce, e teríamos trinta dias para explorar o pântano. Bebemos a tal bebida para selar o acordo e a única coisa que me lembro depois foi estar muito cansado e avistar Vael, logo em nossa frente, que estava acompanhado de um pequeno dragão (ou algo parecido). Tomei um grande susto e fui consultar meu espírito guia, pois não me lembrava de nada que acontecerá até chegarmos ali, para falar a verdade a minha ultima lembraça era de sair da vila que encontramos no dia de chuva. O meu espírito me disse tudo que fizemos depois de sair da vila até nossa caminhada meio até o ponto de encontro, de acordo com ele apenas parávamos para comer e pequenas pausas para descanso.
Vael não entendeu bem o que estava acontecendo conosco, mas Theran invocou novamente seu abrigo místico e fomos nos recuperar para o dia de amanha. No dia seguinte Theran usou suas magias para fazer um reconhecimento da área e apontou onde os Aboleths estam e as criaturas que estavam vagando pelo pântano, as copas das arvores fechavam e impediam a luz de entrar criando um ar sombrio no local. Uma delas uma “dark tree”. Eu estava muito focado em criar um meio melhor d
e nos locomovermos pelo pântano então fui juntar madeira para moldá-la misticamente em forma de uma jangada, sem muito sucesso. Foi quando Zorastan, Vael e Aldrym resolveram fazer uma pequena busca nos arredores do pântano, para ajudá-los nessa busca eu invoquei os espíritos da natureza da força e resistência, e foram pântano adentro.Sei que depois de horas eles voltaram relatando que haviam encontrado e derrubado a “dark tree”, mas estavam mais intricados porque Zorastan entrou no combate. Durante esse tempo Theran usava mais magias e tentava planejar algo para nossa grande missão de reconhecimento.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
9º - Sessão: Tempo de meditação
Depois do ultimo combate vi que estava na hora de passar por uma mudança. Tudo bem que estou treinando para ser um grande Shaman, mas tenho que aprender a sobreviver e a me defender melhor. Por isso fui até o mercado em Maeruhal e encomendei uma armadura especial para mim. Feita de uma madeira conhecida como “darkwood”, resistente como aço só que muito mais leve. E permite movimento com mais facilidade. E resolvi focar meu treinamento nesse período em sobrevivência.

Bom, depois de passarmos meses sempre correndo atrás de aventuras chega uma hora que temos que parar para pensar. E com a ajuda influente do mentor de Theran fomos convidados e passarmos um tempo no maior templo de Mystra da região. Literalmente usamos todo potencial de transporte da nação de Halruaa, isso é teleportação mística.
O templo fica no toco das montanhas de Halruaa, possui várias grandes torres nos cumes das montanhas e se estende por uma vasta região e por uma grande área maior ainda por dentro das montanhas. Fomos recebidos por um dos representantes do local.

Aproveitamos a situação para usar a forja do templo para criarmos vários itens mágicos. Theran junto com Barundar criaram vários itens para ajudar nos combates. Enquanto o crinti e Eu estávamos pesquisando e conhecendo o local. Nessa ocasião eu aproveitei para criar runas de combate e defesa, para entregar a Vael e fiquei andando pelo templo conhecendo todos os Genasis especificamente que estavam pelo local. Um deles foi o Gunfox, um feiticeiro de Calimishan, também um Genasi do fogo.
O crinti usou esse tempo para descobrir o que estava acontecendo pelo mundo e onde poderia agir. Já que as coisas em Halruaa em modo geral estam bem tranqüilas. Achamos algumas cosias:
1- Aboleths no pântano de Rethild
2- Beholders em Lapaliiya
3- Criaturas más lutando contra uma religião nova em Veldorn
4- Três torres de magos abandonadas em Halruaa
5- Os Gnolls, aliando-se com Glaberzu
6- Explorar o portal para Plano Elemental da Terra.
Depois desse período de um mês de meditação no tempo de Mystra, voltamos com as opções para Maeruhal, onde fomos discutir com os outros integrantes da “Order of the Thernal Flame”. Vael disse que deveríamos explorar a opção do Pântano, porque está diretamente ligada a questão dos “Faerins”. O que nos pareceu fazer muito sentido. Então iniciamos os preparativos para irmos ao Pântano de Rethild.
Bom, depois de passarmos meses sempre correndo atrás de aventuras chega uma hora que temos que parar para pensar. E com a ajuda influente do mentor de Theran fomos convidados e passarmos um tempo no maior templo de Mystra da região. Literalmente usamos todo potencial de transporte da nação de Halruaa, isso é teleportação mística.
O templo fica no toco das montanhas de Halruaa, possui várias grandes torres nos cumes das montanhas e se estende por uma vasta região e por uma grande área maior ainda por dentro das montanhas. Fomos recebidos por um dos representantes do local.
Aproveitamos a situação para usar a forja do templo para criarmos vários itens mágicos. Theran junto com Barundar criaram vários itens para ajudar nos combates. Enquanto o crinti e Eu estávamos pesquisando e conhecendo o local. Nessa ocasião eu aproveitei para criar runas de combate e defesa, para entregar a Vael e fiquei andando pelo templo conhecendo todos os Genasis especificamente que estavam pelo local. Um deles foi o Gunfox, um feiticeiro de Calimishan, também um Genasi do fogo.
O crinti usou esse tempo para descobrir o que estava acontecendo pelo mundo e onde poderia agir. Já que as coisas em Halruaa em modo geral estam bem tranqüilas. Achamos algumas cosias:
1- Aboleths no pântano de Rethild
2- Beholders em Lapaliiya
3- Criaturas más lutando contra uma religião nova em Veldorn
4- Três torres de magos abandonadas em Halruaa
5- Os Gnolls, aliando-se com Glaberzu
6- Explorar o portal para Plano Elemental da Terra.
Depois desse período de um mês de meditação no tempo de Mystra, voltamos com as opções para Maeruhal, onde fomos discutir com os outros integrantes da “Order of the Thernal Flame”. Vael disse que deveríamos explorar a opção do Pântano, porque está diretamente ligada a questão dos “Faerins”. O que nos pareceu fazer muito sentido. Então iniciamos os preparativos para irmos ao Pântano de Rethild.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
8º - Sessão: Wraith & Dead Gods
Depois de nos recuperarmos do combate, fomos analisar os portais que havia logo na entrada da ruína. Esses portais conectam pontos diferentes da antiga cidade, uma ruína que os Gnolls estam usando com quartel.
Theran foi cumprir sua missão de levar o mural de bronze para Halruaa, com ajuda de um papiro mágico, encolheu todo mural e guardou em sua bolsa.
Depois, iniciamos a exploração da ruína pela porta mágica, onde havia um poder de invocação, Theran preparou um circulo mágico de proteção para agir como prisão para qualquer criatura má que fosse invocada, e isso funcionou perfeitamente, a criatura invocada era um demônio estilo um cão com vários espinhos nas costas. Mas conseguimos passar por essa criatura sem grandes problemas. Chegando até outra porta onde ao abrirmos fomos para um grande salão onde havia várias colunas e decoração com serpentes, esse grande salão tinha mais quatro portas que se abriram automaticamente ao entrarmos e a portas que havíamos passado fechara sozinha. Essas quatro portas invocaram quatro criaturas do plano Elemental do Ar. Vael na sua tática foi correndo para interceptar uma das criaturas. E as outras avançaram para nos atacar, nesse momento invoquei magias de proteção do Sol e ataquei invocando meu poder de destruir espíritos. Esse combate não teve grandes dificuldades. Barundar matou o que estava atacando, e o crinti ficou no canto longe do combate.
Depois do combate nos deslocamos rapidamente para impedir que as portas fossem abertas novamente. Olhando a sala com detalhes reparamos que no centro da sala havia uma estatua de um humano em pedra, segurando um livro. Na face da estatua uma mascara de ouro. Quando Vael removeu a mascara ouvimos uma grande explosão na sala anterior e quando olhamos estava vindo o fantasma, que havia possuído o Gnoll.
Ele não aparentava nenhum ar de agressividade, e veio conversar. Ele nos esclareceu algumas coisas, sobre os Gnolls e os “phariens”. Pelo o que foi dito pelo fantasma os Gnolls estavam seguindo um Glabrezu chamado de “Weenix” e o pior que os Gnolls estavam conseguindo acesso a magias por essa adoração. Os “phariens” haviam sido contrabandeados há anos atrás por descendentes do povo de Halruaa. E o motivo pelo qual ele havia se transformado em fantasma é porque o Weenix roubou seu Staff Mágico. E ele não poderia ir pega-lo porque o Weenix tem o poder de controlá-lo.
Sobre o livro que a estatua estava segurando, ele nos explicou que foi uma dos últimos atos dele, pediu ajuda a Amanathor (deus antigo do povo de Halruaa) que enviou esse livro, mas por conta do estado dele não conseguira usá-lo. O livro estava escrito em língua celestial, Barundar segurou o livro e sentiu a aura mágica do livro e inicou a leitura. Ele foi enfeitiçado numa compulsão para ler todo o livro, ao terminar sentimos um grande clarão e apareceu uma criatura humanóide com armaduras reluzente e traços bem simétricos, resumindo um Aasimar, que seguidor de Amanathor. Depois de passar o estado impressionado de alguns e de decepção de outros, voltamos a nossa missão. Ao abrir a grande de metal já começamos a ouvir os gritos dos Wight. Novamente estava o local com poço e os cômodos, fomos inicialmente à parte superior ao poço, nessa sala superior havia uma grande cúpula com toda a constelação de Faerun representada. Onde as estrelas são pequenas gemas, tentamos identificar o que seria e quando foi a ultima data de uso desse calendário estrelar. Mas ninguém chegou a conclusão nenhuma.
Iniciamos os preparativos para descer. Todas as magias de defesa foram ativadas e descemos. Logo de inicio fomos atacados por dez Wights que foram eliminados sem grandes problemas. No final do combate dois dos Wraith me atacaram diretamente, mas graças às magias de defesa e ao meu poder de destruir espíritos conseguimos passar por eles todos.
Fomos seguindo por uma trilha de cavernas até uma área central onde havia uma pequena ponte. Guardada pelo outros Wraiths e outro morto-vivo. Theran invocou várias criaturas para segurar o morto-vivo, nesse momento os Wraiths sumiram e usariam a mesma tática de combate, nos atacar por baixo. Um deles foi atacar Theran e outro veio me atacar. Com a ajuda de Barundar eliminamos os Wraiths. E em poucos segundos o morto vivo destruiu todas as criaturas invocadas por Theran. Vael ao perceber que morto-vivo estava avançando entrou na frente dele e iniciou um combate corpo a corpo. O morto-vivo era bem resistente, mas com vários golpes de Vael e Barundar foi destruído também. Com isso as ruínas estavam livres dos Wraith e havíamos colocado a alma de Gotek para descansar definitivamente.
O caminho de volta para Halruaa foi bem tranqüilo, além que, ao chegar às duas grandes torres usamos um circulo de teleportação direto para Maeruhal. Onde fomos direto para casa da família de Vael. Enquanto Theran foi devolver várias mercadorias pilhadas pelo Gnolls.
Theran foi cumprir sua missão de levar o mural de bronze para Halruaa, com ajuda de um papiro mágico, encolheu todo mural e guardou em sua bolsa.
Depois, iniciamos a exploração da ruína pela porta mágica, onde havia um poder de invocação, Theran preparou um circulo mágico de proteção para agir como prisão para qualquer criatura má que fosse invocada, e isso funcionou perfeitamente, a criatura invocada era um demônio estilo um cão com vários espinhos nas costas. Mas conseguimos passar por essa criatura sem grandes problemas. Chegando até outra porta onde ao abrirmos fomos para um grande salão onde havia várias colunas e decoração com serpentes, esse grande salão tinha mais quatro portas que se abriram automaticamente ao entrarmos e a portas que havíamos passado fechara sozinha. Essas quatro portas invocaram quatro criaturas do plano Elemental do Ar. Vael na sua tática foi correndo para interceptar uma das criaturas. E as outras avançaram para nos atacar, nesse momento invoquei magias de proteção do Sol e ataquei invocando meu poder de destruir espíritos. Esse combate não teve grandes dificuldades. Barundar matou o que estava atacando, e o crinti ficou no canto longe do combate.
Depois do combate nos deslocamos rapidamente para impedir que as portas fossem abertas novamente. Olhando a sala com detalhes reparamos que no centro da sala havia uma estatua de um humano em pedra, segurando um livro. Na face da estatua uma mascara de ouro. Quando Vael removeu a mascara ouvimos uma grande explosão na sala anterior e quando olhamos estava vindo o fantasma, que havia possuído o Gnoll.
Ele não aparentava nenhum ar de agressividade, e veio conversar. Ele nos esclareceu algumas coisas, sobre os Gnolls e os “phariens”. Pelo o que foi dito pelo fantasma os Gnolls estavam seguindo um Glabrezu chamado de “Weenix” e o pior que os Gnolls estavam conseguindo acesso a magias por essa adoração. Os “phariens” haviam sido contrabandeados há anos atrás por descendentes do povo de Halruaa. E o motivo pelo qual ele havia se transformado em fantasma é porque o Weenix roubou seu Staff Mágico. E ele não poderia ir pega-lo porque o Weenix tem o poder de controlá-lo.
Sobre o livro que a estatua estava segurando, ele nos explicou que foi uma dos últimos atos dele, pediu ajuda a Amanathor (deus antigo do povo de Halruaa) que enviou esse livro, mas por conta do estado dele não conseguira usá-lo. O livro estava escrito em língua celestial, Barundar segurou o livro e sentiu a aura mágica do livro e inicou a leitura. Ele foi enfeitiçado numa compulsão para ler todo o livro, ao terminar sentimos um grande clarão e apareceu uma criatura humanóide com armaduras reluzente e traços bem simétricos, resumindo um Aasimar, que seguidor de Amanathor. Depois de passar o estado impressionado de alguns e de decepção de outros, voltamos a nossa missão. Ao abrir a grande de metal já começamos a ouvir os gritos dos Wight. Novamente estava o local com poço e os cômodos, fomos inicialmente à parte superior ao poço, nessa sala superior havia uma grande cúpula com toda a constelação de Faerun representada. Onde as estrelas são pequenas gemas, tentamos identificar o que seria e quando foi a ultima data de uso desse calendário estrelar. Mas ninguém chegou a conclusão nenhuma.
Iniciamos os preparativos para descer. Todas as magias de defesa foram ativadas e descemos. Logo de inicio fomos atacados por dez Wights que foram eliminados sem grandes problemas. No final do combate dois dos Wraith me atacaram diretamente, mas graças às magias de defesa e ao meu poder de destruir espíritos conseguimos passar por eles todos.
Fomos seguindo por uma trilha de cavernas até uma área central onde havia uma pequena ponte. Guardada pelo outros Wraiths e outro morto-vivo. Theran invocou várias criaturas para segurar o morto-vivo, nesse momento os Wraiths sumiram e usariam a mesma tática de combate, nos atacar por baixo. Um deles foi atacar Theran e outro veio me atacar. Com a ajuda de Barundar eliminamos os Wraiths. E em poucos segundos o morto vivo destruiu todas as criaturas invocadas por Theran. Vael ao perceber que morto-vivo estava avançando entrou na frente dele e iniciou um combate corpo a corpo. O morto-vivo era bem resistente, mas com vários golpes de Vael e Barundar foi destruído também. Com isso as ruínas estavam livres dos Wraith e havíamos colocado a alma de Gotek para descansar definitivamente.
O caminho de volta para Halruaa foi bem tranqüilo, além que, ao chegar às duas grandes torres usamos um circulo de teleportação direto para Maeruhal. Onde fomos direto para casa da família de Vael. Enquanto Theran foi devolver várias mercadorias pilhadas pelo Gnolls.
7º - Sessão: Gnolls & Traps
Ao chegar à vila, o mesmo anão que nos ajudou desenhou um mapa para chegarmos até a região próxima a floresta. Saímos logo em seguida, seguindo o mapa. No terceiro dia, encontramos um grupo de Wemic que nos alertou sobre pequenos destacamentos de Gnolls andando por essa região. E que era para tomarmos cuidado porque eles sempre atacam a noite. Durante a noite fiz vigília durante o momento da noite. Apenas uma movimentação de soltados que tive que alerta a todos, mas de modo geral foi até tranqüilo.
No dia seguinte seguimos o caminho, as únicas coisas que chamaram a atenção durante esses novos dias de caminhada foi que, havia rastros de batalhas entre os Wemics e o Gnolls e um menir onde havia um sacrifício de um Wemic, feito por shamans Gnolls para tentar ganhar alguma forma de poder.
Chegamos à área da floresta onde as carroças foram atacadas, e notamos que haviam novas carroças destruídas por lá. Zorastan e Raith seguiram na frente fazendo papel de batedores. Ambos descobriram que havia várias armadilhas pelo caminho. Raith foi gravemente ferido por uma delas. Até Theran tentou ir à frente, mas depois de disparar um conjurou um escorpião mecânico que saiu em disparada ativando todas as armadilhas.
Depois disso, Vael tomou a frente e liderou-nos abrindo caminho por uma área de mato com espinhos alto. Quando fomos surpreendidos por ataques de flechas pela frente e infantaria por trás. Raith que estava atrás nos avisou do ataque, Vael iniciou uma mudança de rota para tentar atacar os Gnolls de infantaria. Nesse momento, conjurei um morcego de fogo para atacar os arqueiros, e o crinti também os atacou com seus raios. Isso nos deu uma boa cobertura e no focamos no combate. Barundar e eu avançamos para próximo de Raith e Zorastan para ajudá-los. Mas esse combate iria terminar rápido. Após a cura mágica, Raith é acertado na face, a lança do Gnoll perfurou seu crânio, matando-o instantaneamente. Numa manobra combinada, recuamos todos e invoquei os espíritos da natureza para aprisionar os Gnolls que nos atacavam, e com fui observar como estava o campo de batalha.
Saindo dessa área de espinhos que estávamos localizamos Vael e Theran se preparando para lutar contra outros Gnolls e seus cães de guerra. Essa batalha foi tranqüila para Vael e as criaturas invocadas por Theran. Quando estávamos olhando o campo de batalha, somos surpreendidos por um Gnoll com um arco na porta da ruína. Ele nos atacou com flechas um delas perfurou minha perna, mas ele colocou tanta força no arco que o quebrou, por conta do ferimento tive que recuar para sair do raio de ação dele. Ainda mais que havia uma grande hiena negra vindo na nossa direção. O crinti invocou seus raios e logo depois tudo ficou escuro. Nesse momento fui para o topo de uma pedra, de onde os arqueiros estavam nos atacando para ter uma visão melhor do que estava acontecendo.
Vi que Vael estava lutando com Gnoll e apareceu outro Gnoll invocando magias. Nesse momento invoquei dois grandes morcegos de fogo para ajudar Vael. E Theran invocou sua abelha mecânica para atacar o outro Gnoll. Com a ajuda dos morcegos de fogo. O Gnoll foi derrubado fazendo com que o outro se rendesse.
Foi só nesse momento que os Theran e Vael viram que Raith havia morrido. E nos reunimos para interrogar o Gnoll que nos falou sobre a batalha deles com Wemics e a que estão reunindo um exército para essa batalha.
O Gnoll liberou todas as defesas mágicas que havia feito na ruína e enviamos Zorastan para levar o prisioneiro até os Wemics. Depois de montamos um pequeno acampamento no lado externo da ruína para cuidarmos dos feridos e pensarmos numa tática contra os Wraiths.
No dia seguinte seguimos o caminho, as únicas coisas que chamaram a atenção durante esses novos dias de caminhada foi que, havia rastros de batalhas entre os Wemics e o Gnolls e um menir onde havia um sacrifício de um Wemic, feito por shamans Gnolls para tentar ganhar alguma forma de poder.
Chegamos à área da floresta onde as carroças foram atacadas, e notamos que haviam novas carroças destruídas por lá. Zorastan e Raith seguiram na frente fazendo papel de batedores. Ambos descobriram que havia várias armadilhas pelo caminho. Raith foi gravemente ferido por uma delas. Até Theran tentou ir à frente, mas depois de disparar um conjurou um escorpião mecânico que saiu em disparada ativando todas as armadilhas.
Depois disso, Vael tomou a frente e liderou-nos abrindo caminho por uma área de mato com espinhos alto. Quando fomos surpreendidos por ataques de flechas pela frente e infantaria por trás. Raith que estava atrás nos avisou do ataque, Vael iniciou uma mudança de rota para tentar atacar os Gnolls de infantaria. Nesse momento, conjurei um morcego de fogo para atacar os arqueiros, e o crinti também os atacou com seus raios. Isso nos deu uma boa cobertura e no focamos no combate. Barundar e eu avançamos para próximo de Raith e Zorastan para ajudá-los. Mas esse combate iria terminar rápido. Após a cura mágica, Raith é acertado na face, a lança do Gnoll perfurou seu crânio, matando-o instantaneamente. Numa manobra combinada, recuamos todos e invoquei os espíritos da natureza para aprisionar os Gnolls que nos atacavam, e com fui observar como estava o campo de batalha.
Saindo dessa área de espinhos que estávamos localizamos Vael e Theran se preparando para lutar contra outros Gnolls e seus cães de guerra. Essa batalha foi tranqüila para Vael e as criaturas invocadas por Theran. Quando estávamos olhando o campo de batalha, somos surpreendidos por um Gnoll com um arco na porta da ruína. Ele nos atacou com flechas um delas perfurou minha perna, mas ele colocou tanta força no arco que o quebrou, por conta do ferimento tive que recuar para sair do raio de ação dele. Ainda mais que havia uma grande hiena negra vindo na nossa direção. O crinti invocou seus raios e logo depois tudo ficou escuro. Nesse momento fui para o topo de uma pedra, de onde os arqueiros estavam nos atacando para ter uma visão melhor do que estava acontecendo.
Vi que Vael estava lutando com Gnoll e apareceu outro Gnoll invocando magias. Nesse momento invoquei dois grandes morcegos de fogo para ajudar Vael. E Theran invocou sua abelha mecânica para atacar o outro Gnoll. Com a ajuda dos morcegos de fogo. O Gnoll foi derrubado fazendo com que o outro se rendesse.
Foi só nesse momento que os Theran e Vael viram que Raith havia morrido. E nos reunimos para interrogar o Gnoll que nos falou sobre a batalha deles com Wemics e a que estão reunindo um exército para essa batalha.
O Gnoll liberou todas as defesas mágicas que havia feito na ruína e enviamos Zorastan para levar o prisioneiro até os Wemics. Depois de montamos um pequeno acampamento no lado externo da ruína para cuidarmos dos feridos e pensarmos numa tática contra os Wraiths.
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