quinta-feira, 29 de maio de 2008

10º - Sessão: Indo para o pântano

Já havíamos escolhido nosso destino. O pântano de Rethild, local onde sabíamos ter influências de Aboleths, que por sinal estam diretamente ligados aos “faerins”. Para iniciar essa jornada decidimos que iríamos partir em duas frentes. Vael e Barundar seguiriam pelas montanhas e o resto do grupo seguiria pelo caminho das Torres passando pelas terras de Dambrath. Com os guerreiros partindo necessitaríamos de uma ajuda extra, foi então que de certa forma até que misteriosa o Zorastan se apresentou para aventura junto com um cachorro cinza, que de acordo com ele era do mago que o indicou para a tarefa de nos acompanhar até o pântano.

Nos primeiros dias nos dedicamos a pesquisar sobre o local que iríamos explorar e a comprar equipamentos. O crinti foi para biblioteca procurar mais informações sobre os Aboleth e eu fui cuidar dos equipamentos de viagem. No mercado central da cidade conversando com mercadores e bardos, me informaram que aquele pântano é um reino de homens-lagarto.

Isso mudou um pouco as coisas, mas comprei tudo e fomos nos reunir um dia antes de partir para fazermos um plano de viagem. O crinti nos informou da magia dos Aboleths chamada de “magia invisível” e que seus ataquem possuem um doença mística que nos prende na água impedindo que se respire ar. A única cura para essa doença é na forma de magia. Nesse momento passei a todos as informações que reuni junto com os mercadores e bardos sobre o reino dos homens-lagarto na região do pântano.

Para resolver o problema da doença fui preparar runas mágicas para todos, assim cada um poderia se curar em caso de uma infecção. Gastei todo meu dia criando essas runas, canalizando a magia dos espíritos para os escritos mágicos. Theran foi conversar com seu mentor para tentar achar mais informações sobre os homens-lagarto e comprar porções mágicas que permitiriam os guerreiros se moverem livremente.

Depois de dois dias nos preparamos fomos até o ponto, onde há o circulo de teleportação e nos teleportamos para as Torres que vigiam a entrada para reino de Halruaa. De lá iniciamos nossa jornada pelas terras de Dambrath até o pântano, pelo que havíamos planejado esse percurso seria de cinco dias.

Com os dois primeiros dias sem evento critico algum conseguimos avançar bastante, ainda mais que as noites estavam sendo bem dormidas, com ajuda da nova magia de Theran que invoca uma casa para desancarmos com servo místico invisível, incrível.

A calmaria dos primeiros dias durou pouco, pois logo no terceiro dia uma forte chuva torrencial começou a cair, o que nos atrasou muito. Nesses dias Theran com seu cavalo místico estava fazendo o papel de nosso batedor. Ele avistou uma seria de casas destruídas a frente, o que parecia ser uma pequena vila. Ao chegarmos próximo, pela primeira vez o crinti tomou frente e disse que ia dar uma olhada nas ruínas, como chovia muito em questões de segundos ele desapareceu de nosso campo de visão, quando o reparei literalmente apareceu dizendo que na vila havia sinais de morte e um choro de uma criança. Nesse momento Aldrym avançou a frente invocou uma luz mística e foi marchando para vila com olhar fixo que de um dever a cumprir. Bom a luz assustou uma mulher que segura um bebe em uma das casas e Theeran foi correndo atrás dela. Depois desse susto e tudo resolvido perguntamos a mulher o que havia acontecido. Ela nos contou que um dia um dos caçadores da vila voltou dizendo que passou por uma visão e que achará um lugar melhor para todos e que deveríamos todos segui-lo, muitos ficaram encantados pelas promessas do caçador e iniciou-se um movimento para ir até esse local prometido. Mas nem todos aceitaram essa idéia e foi ai que num ar de loucura e canibalismo todos que estavam dispostos a ir para a tal terra prometida, começaram selvagemmente a atacar com mordidas as pessoas que se negavam a ir. A vila passou por um banho de sangue. E a mulher que nos relatava essa historia só não morreu porque se escondeu com seu filho.

Aldrym deu uma de suas rações para ela e cedemos a mula para levá-la até as Torres na entrada de Halruaa. Vamos torcer para que chegue viva. Continuamos nossa viagem, estávamos chegando próximo a ruína de Ilimar, notei que a alguns dias atrás a nossa trilha era também usada por homens-lagarto e com isso Theran resolveu que deveríamos fazer uma armadilha para interrogá-los. Procurei um ponto bom para uma emboscada e montamos nossa táctica. Deixamos Aldrym numa caverna e fomos capturar os homens-lagartos. Depois de horas de espera apareceram três deles, um certamente era um druida, pois não deixava rastros e dois guerreiros rapidamente Theeran prendeu o druida com barras de ferros místicas, Zorastan foi correndo golpear os dois que guerreiros. Os golpes de Zorastan não feriam tanto os homens-lagartos então revolvi ajudá-lo com flechas místicas, durante esse combate um deles percebeu que estávamos escondidos e veio correndo em nossa direção, mas também foi aprisionado pelas barras de ferro místicas de Theran, Enquanto Zorastan era gravemente ferido pelo homem-lagarto estávamos espancando o outro preso até ele cair desmaiado. Mas tirando isso conseguimos levar os três como prisioneiros, Theran para garantir ainda encantou o druida com uma magia.

Na caverna Aldrym já estava com tudo pronto, e iniciamos um pequeno interrogatório ao druida, que nos contou tudo sobre a grande cidade de Ilimar, sobre as Nagas que são seus deuses da sabedoria e sobre os homens-lagartos do pântano estarem enfrentando muitas dificuldades até briga entre eles mesmos. Algo similar ao que aconteceu Kukutoa. Nesse momento o druida disse que fazem muitos negócios com crintis e assim Theran teve a idéia dele e o crinti irem até aos deuses deles pedirem passagem e tentar descobrir mais coisas. Então os dois foram e ficamos esperando.

Depois de algumas horas apareceram uma dezena de homens-lagartos para garantirem nossa segurança, isso me pareceu mais uma ameaça, mas esperamos por mais algum tempo Theran e o crinti, que voltaram sem grandes problemas. Mas parte do acordo era beber uma bebida oferecida por eles, até que de sabor doce, e teríamos trinta dias para explorar o pântano. Bebemos a tal bebida para selar o acordo e a única coisa que me lembro depois foi estar muito cansado e avistar Vael, logo em nossa frente, que estava acompanhado de um pequeno dragão (ou algo parecido). Tomei um grande susto e fui consultar meu espírito guia, pois não me lembrava de nada que acontecerá até chegarmos ali, para falar a verdade a minha ultima lembraça era de sair da vila que encontramos no dia de chuva. O meu espírito me disse tudo que fizemos depois de sair da vila até nossa caminhada meio até o ponto de encontro, de acordo com ele apenas parávamos para comer e pequenas pausas para descanso.

Vael não entendeu bem o que estava acontecendo conosco, mas Theran invocou novamente seu abrigo místico e fomos nos recuperar para o dia de amanha. No dia seguinte Theran usou suas magias para fazer um reconhecimento da área e apontou onde os Aboleths estam e as criaturas que estavam vagando pelo pântano, as copas das arvores fechavam e impediam a luz de entrar criando um ar sombrio no local. Uma delas uma “dark tree”. Eu estava muito focado em criar um meio melhor de nos locomovermos pelo pântano então fui juntar madeira para moldá-la misticamente em forma de uma jangada, sem muito sucesso. Foi quando Zorastan, Vael e Aldrym resolveram fazer uma pequena busca nos arredores do pântano, para ajudá-los nessa busca eu invoquei os espíritos da natureza da força e resistência, e foram pântano adentro.

Sei que depois de horas eles voltaram relatando que haviam encontrado e derrubado a “dark tree”, mas estavam mais intricados porque Zorastan entrou no combate. Durante esse tempo Theran usava mais magias e tentava planejar algo para nossa grande missão de reconhecimento.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

9º - Sessão: Tempo de meditação

Depois do ultimo combate vi que estava na hora de passar por uma mudança. Tudo bem que estou treinando para ser um grande Shaman, mas tenho que aprender a sobreviver e a me defender melhor. Por isso fui até o mercado em Maeruhal e encomendei uma armadura especial para mim. Feita de uma madeira conhecida como “darkwood”, resistente como aço só que muito mais leve. E permite movimento com mais facilidade. E resolvi focar meu treinamento nesse período em sobrevivência.


Bom, depois de passarmos meses sempre correndo atrás de aventuras chega uma hora que temos que parar para pensar. E com a ajuda influente do mentor de Theran fomos convidados e passarmos um tempo no maior templo de Mystra da região. Literalmente usamos todo potencial de transporte da nação de Halruaa, isso é teleportação mística.

O templo fica no toco das montanhas de Halruaa, possui várias grandes torres nos cumes das montanhas e se estende por uma vasta região e por uma grande área maior ainda por dentro das montanhas. Fomos recebidos por um dos representantes do local.


Aproveitamos a situação para usar a forja do templo para criarmos vários itens mágicos. Theran junto com Barundar criaram vários itens para ajudar nos combates. Enquanto o crinti e Eu estávamos pesquisando e conhecendo o local. Nessa ocasião eu aproveitei para criar runas de combate e defesa, para entregar a Vael e fiquei andando pelo templo conhecendo todos os Genasis especificamente que estavam pelo local. Um deles foi o Gunfox, um feiticeiro de Calimishan, também um Genasi do fogo.

O crinti usou esse tempo para descobrir o que estava acontecendo pelo mundo e onde poderia agir. Já que as coisas em Halruaa em modo geral estam bem tranqüilas. Achamos algumas cosias:
1- Aboleths no pântano de Rethild
2- Beholders em Lapaliiya
3- Criaturas más lutando contra uma religião nova em Veldorn
4- Três torres de magos abandonadas em Halruaa
5- Os Gnolls, aliando-se com Glaberzu
6- Explorar o portal para Plano Elemental da Terra.

Depois desse período de um mês de meditação no tempo de Mystra, voltamos com as opções para Maeruhal, onde fomos discutir com os outros integrantes da “Order of the Thernal Flame”. Vael disse que deveríamos explorar a opção do Pântano, porque está diretamente ligada a questão dos “Faerins”. O que nos pareceu fazer muito sentido. Então iniciamos os preparativos para irmos ao Pântano de Rethild.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

8º - Sessão: Wraith & Dead Gods

Depois de nos recuperarmos do combate, fomos analisar os portais que havia logo na entrada da ruína. Esses portais conectam pontos diferentes da antiga cidade, uma ruína que os Gnolls estam usando com quartel.

Theran foi cumprir sua missão de levar o mural de bronze para Halruaa, com ajuda de um papiro mágico, encolheu todo mural e guardou em sua bolsa.

Depois, iniciamos a exploração da ruína pela porta mágica, onde havia um poder de invocação, Theran preparou um circulo mágico de proteção para agir como prisão para qualquer criatura má que fosse invocada, e isso funcionou perfeitamente, a criatura invocada era um demônio estilo um cão com vários espinhos nas costas. Mas conseguimos passar por essa criatura sem grandes problemas. Chegando até outra porta onde ao abrirmos fomos para um grande salão onde havia várias colunas e decoração com serpentes, esse grande salão tinha mais quatro portas que se abriram automaticamente ao entrarmos e a portas que havíamos passado fechara sozinha. Essas quatro portas invocaram quatro criaturas do plano Elemental do Ar. Vael na sua tática foi correndo para interceptar uma das criaturas. E as outras avançaram para nos atacar, nesse momento invoquei magias de proteção do Sol e ataquei invocando meu poder de destruir espíritos. Esse combate não teve grandes dificuldades. Barundar matou o que estava atacando, e o crinti ficou no canto longe do combate.

Depois do combate nos deslocamos rapidamente para impedir que as portas fossem abertas novamente. Olhando a sala com detalhes reparamos que no centro da sala havia uma estatua de um humano em pedra, segurando um livro. Na face da estatua uma mascara de ouro. Quando Vael removeu a mascara ouvimos uma grande explosão na sala anterior e quando olhamos estava vindo o fantasma, que havia possuído o Gnoll.

Ele não aparentava nenhum ar de agressividade, e veio conversar. Ele nos esclareceu algumas coisas, sobre os Gnolls e os “phariens”. Pelo o que foi dito pelo fantasma os Gnolls estavam seguindo um Glabrezu chamado de “Weenix” e o pior que os Gnolls estavam conseguindo acesso a magias por essa adoração. Os “phariens” haviam sido contrabandeados há anos atrás por descendentes do povo de Halruaa. E o motivo pelo qual ele havia se transformado em fantasma é porque o Weenix roubou seu Staff Mágico. E ele não poderia ir pega-lo porque o Weenix tem o poder de controlá-lo.

Sobre o livro que a estatua estava segurando, ele nos explicou que foi uma dos últimos atos dele, pediu ajuda a Amanathor (deus antigo do povo de Halruaa) que enviou esse livro, mas por conta do estado dele não conseguira usá-lo. O livro estava escrito em língua celestial, Barundar segurou o livro e sentiu a aura mágica do livro e inicou a leitura. Ele foi enfeitiçado numa compulsão para ler todo o livro, ao terminar sentimos um grande clarão e apareceu uma criatura humanóide com armaduras reluzente e traços bem simétricos, resumindo um Aasimar, que seguidor de Amanathor. Depois de passar o estado impressionado de alguns e de decepção de outros, voltamos a nossa missão. Ao abrir a grande de metal já começamos a ouvir os gritos dos Wight. Novamente estava o local com poço e os cômodos, fomos inicialmente à parte superior ao poço, nessa sala superior havia uma grande cúpula com toda a constelação de Faerun representada. Onde as estrelas são pequenas gemas, tentamos identificar o que seria e quando foi a ultima data de uso desse calendário estrelar. Mas ninguém chegou a conclusão nenhuma.

Iniciamos os preparativos para descer. Todas as magias de defesa foram ativadas e descemos. Logo de inicio fomos atacados por dez Wights que foram eliminados sem grandes problemas. No final do combate dois dos Wraith me atacaram diretamente, mas graças às magias de defesa e ao meu poder de destruir espíritos conseguimos passar por eles todos.

Fomos seguindo por uma trilha de cavernas até uma área central onde havia uma pequena ponte. Guardada pelo outros Wraiths e outro morto-vivo. Theran invocou várias criaturas para segurar o morto-vivo, nesse momento os Wraiths sumiram e usariam a mesma tática de combate, nos atacar por baixo. Um deles foi atacar Theran e outro veio me atacar. Com a ajuda de Barundar eliminamos os Wraiths. E em poucos segundos o morto vivo destruiu todas as criaturas invocadas por Theran. Vael ao perceber que morto-vivo estava avançando entrou na frente dele e iniciou um combate corpo a corpo. O morto-vivo era bem resistente, mas com vários golpes de Vael e Barundar foi destruído também. Com isso as ruínas estavam livres dos Wraith e havíamos colocado a alma de Gotek para descansar definitivamente.

O caminho de volta para Halruaa foi bem tranqüilo, além que, ao chegar às duas grandes torres usamos um circulo de teleportação direto para Maeruhal. Onde fomos direto para casa da família de Vael. Enquanto Theran foi devolver várias mercadorias pilhadas pelo Gnolls.

7º - Sessão: Gnolls & Traps

Ao chegar à vila, o mesmo anão que nos ajudou desenhou um mapa para chegarmos até a região próxima a floresta. Saímos logo em seguida, seguindo o mapa. No terceiro dia, encontramos um grupo de Wemic que nos alertou sobre pequenos destacamentos de Gnolls andando por essa região. E que era para tomarmos cuidado porque eles sempre atacam a noite. Durante a noite fiz vigília durante o momento da noite. Apenas uma movimentação de soltados que tive que alerta a todos, mas de modo geral foi até tranqüilo.

No dia seguinte seguimos o caminho, as únicas coisas que chamaram a atenção durante esses novos dias de caminhada foi que, havia rastros de batalhas entre os Wemics e o Gnolls e um menir onde havia um sacrifício de um Wemic, feito por shamans Gnolls para tentar ganhar alguma forma de poder.

Chegamos à área da floresta onde as carroças foram atacadas, e notamos que haviam novas carroças destruídas por lá. Zorastan e Raith seguiram na frente fazendo papel de batedores. Ambos descobriram que havia várias armadilhas pelo caminho. Raith foi gravemente ferido por uma delas. Até Theran tentou ir à frente, mas depois de disparar um conjurou um escorpião mecânico que saiu em disparada ativando todas as armadilhas.

Depois disso, Vael tomou a frente e liderou-nos abrindo caminho por uma área de mato com espinhos alto. Quando fomos surpreendidos por ataques de flechas pela frente e infantaria por trás. Raith que estava atrás nos avisou do ataque, Vael iniciou uma mudança de rota para tentar atacar os Gnolls de infantaria. Nesse momento, conjurei um morcego de fogo para atacar os arqueiros, e o crinti também os atacou com seus raios. Isso nos deu uma boa cobertura e no focamos no combate. Barundar e eu avançamos para próximo de Raith e Zorastan para ajudá-los. Mas esse combate iria terminar rápido. Após a cura mágica, Raith é acertado na face, a lança do Gnoll perfurou seu crânio, matando-o instantaneamente. Numa manobra combinada, recuamos todos e invoquei os espíritos da natureza para aprisionar os Gnolls que nos atacavam, e com fui observar como estava o campo de batalha.

Saindo dessa área de espinhos que estávamos localizamos Vael e Theran se preparando para lutar contra outros Gnolls e seus cães de guerra. Essa batalha foi tranqüila para Vael e as criaturas invocadas por Theran. Quando estávamos olhando o campo de batalha, somos surpreendidos por um Gnoll com um arco na porta da ruína. Ele nos atacou com flechas um delas perfurou minha perna, mas ele colocou tanta força no arco que o quebrou, por conta do ferimento tive que recuar para sair do raio de ação dele. Ainda mais que havia uma grande hiena negra vindo na nossa direção. O crinti invocou seus raios e logo depois tudo ficou escuro. Nesse momento fui para o topo de uma pedra, de onde os arqueiros estavam nos atacando para ter uma visão melhor do que estava acontecendo.

Vi que Vael estava lutando com Gnoll e apareceu outro Gnoll invocando magias. Nesse momento invoquei dois grandes morcegos de fogo para ajudar Vael. E Theran invocou sua abelha mecânica para atacar o outro Gnoll. Com a ajuda dos morcegos de fogo. O Gnoll foi derrubado fazendo com que o outro se rendesse.

Foi só nesse momento que os Theran e Vael viram que Raith havia morrido. E nos reunimos para interrogar o Gnoll que nos falou sobre a batalha deles com Wemics e a que estão reunindo um exército para essa batalha.

O Gnoll liberou todas as defesas mágicas que havia feito na ruína e enviamos Zorastan para levar o prisioneiro até os Wemics. Depois de montamos um pequeno acampamento no lado externo da ruína para cuidarmos dos feridos e pensarmos numa tática contra os Wraiths.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

5º e 6º Sessão - Visões e Ciclopes

A viagem de volta foi mais calma, tirando pelo fato que Theran foi contaminado com "blindfever", mas em 10 dias estávamos em Maeruhal, e como as noticias correm ao chegarmos ao porto já havia uma comitiva dos elders da cidade nos esperando. O Sr. Pulgro veio nos receber e disse mais tarde conversaríamos sobre a nossa última aventura. Ao chegarmos Raith, foi para um dos monastérios da cidade, pois queria melhorar o seu treinamento.

Na casa de Vael, juntamos todos os tesouros e resolvemos comemorar com um grande jantar. Nesse jantar Raith não pode comparecer, mas decidimos que iríamos até as ruínas, onde tínhamos encontrado o Gnoll possuído. No final da noite usamos o vinho para brindar a nossa vitória. O que não esperávamos que o vinho fosse mágico, e dava poderes de visões. Eu não pelos outros, mas eu pensei no encontro que tive durante a minha peregrinação pelas terras de Halruaa.

Nessa visão encontrei a mesma mulher com os cabelos pretos soltos e as mesmas roupas leves, ela se surpreendeu quando fiz o contato e o pior que além de encontrá-la ela interagiu com minha visão. Ela me disse que se chamava Midnight (um dos avatares de Mystra), que em Faerun existiam poucos Spirits Shamans e que tinha uma atenção especial em mim. Mostrou-me que tenho que tomar muito cuidado com caminho que vou seguir, pois poderia cair no mesmo erro que minha raça caiu no passado. E finalizando a visão me entregou um pergaminho de prata com um mapa de Aglarond, com os locais onde existem outros Spirits Shamans.

Depois de um dia passando uma baita ressaca pelo vinho, Vael e eu fomos comprar tudo que ireamos necessitar para nossa viagem. Quando estávamos no mercado, algo bem inusitado aconteceu. Um anão, paladino de Moradin, nos abordou dizendo que estava impressionado em achar um grupo de aventureiros em Halruaa e queria saber o que andamos fazendo. Vael o convidou para sua casa para conversarmos sobre o que iríamos fazer.
Durante a noite apresentamos o anão ao resto do grupo, o nome dele era Barundar e disse que queria nos acompanhar, já que de acordo com ele Moradin havia guiado ele até Maeruhal para nos encontrar. Nessa mesma noite o mentor de Theran apareceu e disse que iria presentear o nosso grupo pelos feitos que realizamos, mostrando a nova era paar o povo de Halruaa. Nesse momento nos batizamos de "The Order of the Ethernal Flame", o mentor de Theran nos prometeu uma insígnia para a nossa ordem.

Até partimos esperamos mais três dias, nesse dias conversamos sobre alguns acontecimentos, como por exemplo, o vinho. O crinti disse que há visão dele foi de onde Gotek está, sendo que ele não está sozinho havia outros com ele, aproximadamente mais oito. Alem de uma região onde há um elmo e um livro com uma aura que impedia os mortos vivos de se aproximarem. Theran contou que ele não teve visões, mas pode conversar com uma entidade do plano da Terra, e fez várias perguntas sobre os "faerins". Sobre o comentário do crinti, fui buscar mais informações com os bardos da cidade, e consegui descobrir que a grande cidade que estava estampada no grande mural de bronze na ruína. De acordo com a historia que me contaram ele é um descendente dos antigos habitantes de Halruaa, ele era um grande herói que a muitos tempo atrás fundou uma cidade, que com passar do tempo ninguém ouviu mais nada sobre ele. E sobre nossa viagem há rumores que existem alguns ogros e ciclopes se mobilizando na região do “Nath Path”, há também Gnolls formando um exercito organizado, que quem havia solicitado as caravanas para Dambrath, passando pela aregião próxima a ruína foi alguem de Halruaa e uma noticia que Dambrath comemorava um grande achado, algo que batizaram de "ultimate weapon".

Depois dos três dias fomos surpreendidos com uma grande festa para recebermos as insígnias, foi uma grande festa, com direto a fogos e muita música. Depois dessa festa estávamos prontos para seguir viagem. No amanhecer seguimos viagem, tudo estava indo bem até chegarmos a uma vila indicada por Barundar. A vila havia sido atacada por ciclopes e ogros. Então Vael e Barundar, forçaram que deveríamos fazer algo além de avisar o monastério mais próximo. Theran enviou seu uma mensagem até o monastério solicitando ajuda. Horas depois para nossa surpresa, o monge que havíamos resgatado vem como emissário, dizendo que nos ajudaria a caçar os ogros e resgatar os moradores da vila. Conversando com um dos anões da vila, fomos indicados a seguir um caminho até o possível local onde eles estavam escondidos.

Seguindo pelas trilhas das montanhas chegamos até a região indicada pelo anão da vila. Theran enviou seu familiar para fazer um scout da área. Ele localizou dois ogros dormindo no topo de uma montanha, resolvemos escalar, mas por uma imperícia minha e de Barundar nos enroscamos nas cordas e isso despertou os ogros. Theran continuou a subir pela corda dele, Barundar desceu e eu esperei para depois seguir pela mesma corda que Theran usou. Quando subi Vael e o monge haviam matado os ogros. Seguimos nosso caminho até encontrarmos mais ogros do outro lado. Vael saiu correndo e pulou para o outro lado, Theran, o crinti e eu ficamos escondidos atacando com magia. Com o auxilio de um monstro que Theran invocou, Vael matou os outros dois ogros, mas foi surpreendido com um dos ciclopes. Nesse momento tivemos que avançar, graças a poção de “spinder climb”, rapidamente passei para o outro lado. Foi quando saindo da caverna apareceram mais dois ciclopes, duas fêmeas, uma mais velha e outra bem mais jovem. Tentamos prender-las com magias, mas a mais velha se transformou em um Elemental do Fogo, nesse momento. Vael grita com os outros ciclopes dizendo que se não soltassem os reféns senão a ira de Halruaa iria cair sobre todos. O Elemental disse que o ataque foi um engano e começaram a recuar.

Quando chegamos à caverna havia uma antiga construção próxima a entrada que vi Barundar analisando-a. Seguimos para dentro da caverna o local fedia muito havia nenhuma iluminação e havia várias jaulas com prisioneiros (alguns vivos e outros mortos) e no fundo uma face esculpida de um Dao (gênio da Terra), nessa face havia uns traços de magia que não consegui identificar, mas o crinti e Theran afirmaram que seria um portal. Usando um dos itens que encontramos com os piratas analisamos o portal, que era uma passagem direta para o plano Elemental da Terra, que será ativado por qualquer criatura que tenha linhagem do mesmo plano Elemental. O crinti achou também um cadáver estranho que estava pendurado no teto da caverna. Aparentava ser um forasteiro de terras bem distantes. E ele tinha vários ornamentos e itens feitos de matérias raros. Depois dessa aventura os monges chegaram e parte nos escoltaram de volta a vila e outro destacamento seguiu atrás os ogros.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

4º Sessão - Piratas e Vinhas...

O tempo, nada melhor que o tempo para cicatrizar as feriadas. Gotek está morto e agora provavelmente ele faz parte dos espíritos que um dia terei que banir desse mundo. Resolvi passar esse mês peregrinando pelas terras de Halruaa. Nas primeiras semanas até tentei um contato com pequenos fazendeiros, mas vi que tinha que ficar longe de tudo para poder ouvir melhor os espíritos.

Andando pelas terras vi muitas coisas da natureza, achei algumas cavernas e que os animais me falaram é que às vezes elas são muito perigosas, quem sabe num futuro possa examinar isso com mais calma. O único evento atípico que me aconteceu foi uma noite, meu sono foi interrompido por uma mulher de cabelos negros, muito bonitos e com roupas leves. Ela falou pouco, e não demonstrou nenhum sinal de agressividade ou coisa parecida, apenas disse que estaria de olho em mim e quando perguntei o nome dela disse que o nome dela está para chegar. O que poderia ser a lua nova? Ou quem sabe o raiar do dia? Simplesmente, não sei.

Depois desse evento esperei mais alguns dias e voltei para Maeruhal. Fui direto para casa da família de Vael. Fui muito bem recepcionado por ele, que providenciou minha volta à civilização. Logo os dias foram se passando e os outros foram chegando. Até o crinti apareceu, dessa vez em roupas até mais simples. Quando estávamos todos reunidos começamos a discutir o que iríamos fazer, mas fomos interrompidos por alguém que chegou e chamou o Theran (enfim aprendi o nome do mago de Halruaa) e Vael. Quando voltaram, nos convocaram para ir até um local conhecido como Yaulazna a baia dos piratas. Um dos piratas sobreviventes havia solicitado ajuda a casa de Vael, de acordo com o pirata, eles haviam sido “atacados” por vinhas que eram muito similares as que havíamos encontrado nas ruínas. Rapidamente iniciamos os preparativos para a longa jornada e no final da manhã, já estávamos com tudo pronto e embarcando para seguir até aYaulazna.

Viajamos dois dias de barco até Lhaddas, de onde seguimos viagem a cavalo até as encostas que nos levam até Yaulazna, foram mais três dias de viagem. As trilhas pelas montanhas não ajudavam muito na velocidade tínhamos que ter muito cuidado porque estávamos entre as grandes montanhas e o grande oceano. Uma noite antes de chegarmos até Yaulazna, fomos acordados por várias criaturas peixes humanóides que estavam saindo dor mar, mas não para nos atacar e simplesmente fugindo, muitos deles iam morrendo pelo meio do caminho. O crinti conversou com um deles que disse que os antigos haviam acordado e destruído toda a cidade deles e feito o povo deles lutarem contra si. Estava um cheiro terrível, quando Vael começou a juntar os mortos, separando seus pertences para queimarmos todos. Depois de uma hora já tinha uma grande pilha de corpos em chamas. Seguimos então até o local que o pirata havia dito.

Yaulazna é um porto pirata feito de alguns navios encalhados na baia. Ao chegar avistamos navios pertencentes uma grande casa nobre de Dambrath, tínhamos apenas meia hora de vantagem. Esse era o tempo que tinham para examinar o local. Quando chegamos o pirata que nos acompanhava seguiu a frente para procurar por pistas. Enquanto tentávamos entrar nos navios. Fomos abrindo caminho pelas vinhas até chegarmos a uma sala onde achamos dois baús, um deles tinha várias moedas de ouro e o outro, alguns itens mágicos (que serão examinados mais tarde). Durante esse processo de busca parte do grupo ficou do lado de fora para vigiar, enquanto Theran, e eu estudávamos o baú com itens mágicos. Ao sairmos Vael disse que avistou uma critura no topo de outro navio. Vael seguiu a frente e escalou os navios sem problemas enquanto o resto do grupo estava passando sérios apertos para essa escalada. Eu só ouvi sinais de batalha, e logo Raith conseguiu subir para ajudar Vael, que depois de alguns minutos jogou uma corda para Theran e eu subirmos.

A criatura que Vael estava lutando havia fugido para o mar, e nesse navio encontramos um prisioneiro que se identificou como um guerreiro de Halruaa que foi treinar em terras de Dambrath (poderia ser outro espião). Ele usa uma arma completamente estranha, e tinha um excelente porte físico, manteve toda etiqueta de seu treinamento e agradeceu por termos salvo. Continuamos a explorar o navio até chegamos a uma grande sala com vários barris de bebidas e tinha uma porta que descia a uma área que deveria ser o grande salão do líder pirata. Essa sala já estava toda encoberta por água, mas Vael continuou seguindo. Foi quando avistamos uma criatura se movendo muito rápida pela água em forma de um verme. Theran disse a Vael para pegar a criatura viva, mas durante o combate Raith acabou sendo mordido pela criatura e Vael com um golpe certeiro destroçou a criatura. Iniciamos um grande incêndio no local para destruir todas as evidências, durante a saída não avistei o crinti, mas seguimos nosso caminho de volta a Maeruhal, para Theran estudar o que era a criatura e planejarmos o que iríamos fazer em seguida.